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06 setembro, 2023

BATALHA, Ladislau -
O SOCIALISMO NO PARLAMENTO.
Excerptos, fragmentos e discursos. De... Professor. Gremio Socialista de Lisboa. Lisboa, Edição do G. S. L., 1920. In-8.º (19,5X13,5 cm) de 128 p. ; B.
1.ª edição.
Conjunto de intervenções do autor no Parlamento pelo Partido Socialista, o primitivo, antecessor do PS.
"Quiz a Comissão de Educação e Propaganda do Gremio Socialista de Lisboa que a sua biblioteca se iniciasse com a publicação da primeira serie dos meus discursos parlamentares, num protesto contra o silencio que, voluntaria ou involuntariamente, a imprensa lhe tem feito em volta. [...]
Tudo quanto em defeza e apoio do socialismo revolucionario tenho dito e escripto durante bons quarenta anos de militante, estou habilitado a readizer e ressubscrever, sem desdouro para mim nem para os principios que tenho apostolisado e defendido e continuarei a defender como mesmo calor de convicções até ao instante de exalar o meu ultimo suspiro sobre a terra.
Revolucionario era e revolucionario continuo a ser com a mesma fé e o mesmo ardor de sempre. Nem o pezo dos anos ainda me debilitou o cérebro nem me quebrantou a energia e as convicções.
O socialismo, na sua qualidade de doutrina economico-politica, traz em si mesmo uma implicita a ideia de intervencionismo. Tudo mais é questão de  apenas de método e tactica.
Pode intervir-se de varios modos. Nem todos convéem sempre, mas todos eles acham o momento mais oportuno para se aplicar.
A propria revolução armada, violenta, de caracter social, tambem é uma intervenção, em certos momentos até necessaria, porque sem intervir a valer, torna-se completamente impossivel exercer uma acção benefica, tenha ela por tese a demolição ou a reconstrução."
(Excerto do preâmbulo)
Ladislau Batalha (Lisboa, 1856 - Arruda dos Vinhos, 1931). "Era originário de família de comerciantes modestos. Desde sempre ávido de conhecimentos, Ladislau Batalha decidiu esquadrinhar o mundo. Iniciou a vida de trabalho como moço de bordo, passou a marinheiro, viajando também pelo interior da África (incluindo a portuguesa). Quis fazer o périplo do mundo. Como baleeiro percorreu os oceanos boreais, conheceu depois as principais cidades norte-americanas. Na Califórnia embarcou para as ilhas Sandwich, errou pela Ásia (Japão, China, Ceilão, etc), regressando pelo Suez. Chegou a trabalhar na Inglaterra. Após 11 anos de vida itinerante por boa parte do planeta regressou a Lisboa com a idade 31 anos, repleto de experiências e saberes. Republicano, começou a escrever em jornais lisboetas, espraiou-se com assiduidade pela pequena imprensa da província. A sua paixão pelas ideias socialistas fê-lo amigo de Azedo Gneco (1849-1911). Foram dois dos fundadores do (primitivo) Partido Socialista. L. Batalha sempre se bateu com a maior rectidão e moralidade pelos ideais do seu partido, tornando-se sócio honorário de bastantes associações operárias. As suas actividades iam-lhe proporcionando agora razoáveis capitais. No regime republicano veio a ser deputado pelo PS na legislatura de 1919–1923, pelo círculo do Porto, assumindo então o posto de chefe de gabinete do ilustre advogado Ramada Curto. A vida do nosso evocado foi um exemplo de quanto podem resultar positivos o trabalho e a força de vontade postos com inteligência ao serviço dos seus semelhantes. Ladislau Batalha faleceu em Arruda dos Vinhos em 26-11-1939, onde residira nos últimos cinco anos de vida."
(Fonte: http://mosca-servidor.xdi.uevora.pt/arquivo/?p=creators/creator&id=920)
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas oxidadas e páginas amareladas, tudo pela fraca qualidade do papel utilizado.
Muito invulgar.
25€

14 agosto, 2023

BRIAND, Arístide - A GREVE GERAL. (Discurso na integra, pronunciádo no Congresso Geral do Partido Socialista Francez em 1899). [Por]... (Ex-presidente do Conselho de Ministros da Republica Franceza). Tradução de Armando Costa. Biblioteca de Propaganda Social - N.º 6. Lisboa, Empreza Editora Popular, [19--]. In-8.º (17 cm) de 24 p. ; B.
1.ª edição.
Capa - belíssima - assinada Fonseca.
Importante peça de propaganda republicana editada nos alvores do século XX, dos primeiros que sobre este assunto se publicaram entre nós. Precede o discurso um apontamento biográfico de Briand pelo tradutor.
Obra rara e muito interessante, com interesse histórico; a BNP não menciona.
"Companheiros:
A Greve Geral é uma concepção a que muito particularmente tenho dedicado os meus esforços de propaganda, e felicito-me por tê-la feito adoptar pelo primeiro Congresso corporativo a que foi submetida. Estes antecedentes impoem-me, de certa maneira, um dever de paternidade que me proponho cumprir sem interrupções. Em troca, - prometo-vos - vou diligenciar nada dizer que possa molestar, levemente que seja, nenhuma das opiniões em que se divide esta Assembleia. [...]
Ontem pedi que este assunto da Greve Geral fosse tratada á parte, porque entendo que merece a honra de uma discussão particular: primeiro porque é verdadeiramente interessante por si mesmo; e finalmente, porque o Congresso do Partido Socialista terá, assim, ocasião de assignalar a sua deferencia aos Congressos das organizações sindicais realisadas em Marselha, Nantes, Limoges e Rennes, que se pronunciaram afirmativamente sobre o mesmo assunto. É notavel, para mim, que, sob a influencia de perocupações politicas, alguns dos nossos companheiros, os melhores e os mais escutados, com um acentuado e imerecido desdem, achem necessario afastar a concepção da Greve Geral.
De duas uma: ou os Congressos operarios teem razão ao adoptar esta tática, ou não a têem. De qualquer maneira, é absolutamente necessario que os partidarios da Greve Geral venham dizer as razões porque a têem aconselhado, e que os seus adversarios, igualmente, digam porque a desprezam; o Congresso resolverá. Se a Greve Geral é, de facto, julgada uma arma perigosa, é urgente, indispensavel mesmo, que o proletariado seja informado, para que abandone, quanto antes, o caminho que, a meu conselho e de alguns dos meus amigos, vem percorrendo.
Por mim, continúo a achá-la boa e fecunda, tenho a coragem de o declarar, e tenho esperança que todo o Partido Socialista entrará nela com o proletariado."
(Excerto do Discurso)
Índice:
Aristid Briand. - A gréve geral é uma necessidade porque é uma consequencia da evolução economica. | O objectivo da organisação sindical. - O ponto de vista politico e revolucionario. - A revolução e a gréve geral não se decretam, nem para ellas se vai sem preparação. - A revolução é o resultado da evolução. - A violencia. - É-se revolucionario, não por afeição á violencia, mas por necessidade, por fatalidade e até por destino. - Conclusão.
Aristide Briand (1862-1932). "Estadista francês nascido em 1862, em Nantes, e falecido em 1932, em Paris. Fundador do jornal socialista L'Humanité (1902) foi ainda um dos fundadores do partido Socialista Francês. Recebeu o Prémio Nobel da Paz em 1926, que partilhou com o chanceler e ministro dos Negócios Estrangeiros alemão Gustav Stresemann, pelo seu esforço na cooperação internacional, dentro da Sociedade das Nações. Partidário de uma política de reconciliação com a Alemanha, desempenhou um papel importante no Pacto de Paz de Locarno (1925) e foi o mentor do Pacto Kellog-Briand (1928). Briand defendia a formação dos Estados Unidos da Europa."
(Fonte: Infopédia)
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas frágeis com pequenos efeitos.
Raro.
Sem registo na Biblioteca Nacional.
Peça de colecção.
Indisponível

04 dezembro, 2021

OLIVEIRA, J. Fernandes d' - O GRANDE PROBLEMA NA CONFERENCIA SOCIALISTA DE COIMBRA. A attitude do partido socialista perante a acção e propaganda dos partidos monarchicos e republicanos. Concentrações politicas. Cooperativas. 2.ª Sessão Publica da Conferencia em 16 de Junho de 1901. Gaya, Typ. de Francisco Martins Barboza, 1901. In-8.º (20,5 cm) de 23, [1] p. ; B.
1.ª edição.
Interessante peça histórica relacionada com o Partido Socialista, organização partidária criada em 1875 por Azedo Gneco, Antero de Quental, Nobre França e José Fontana, entre outros, com a designação "Partido Socialista Português". Trata-se do relatório da conferência organizada para debater a estratégia a seguir face ao delicado contexto político da época, e ao cooperativismo - tema caro ao partido.
"O partido socialista encara a sua acção e o seu programma em face do programma e acção moral, politica e economica dos partidos monarchicos, não póde manter em face d'elles outra attitude que não seja a da mais completa e absoluta intransigencia. Não pretende, porventura, o partido socialista a abolição de todos os privilegios com o estabelecimento d'uma sociedade nova onde todos os seres humanos tenham o seu logar? Pois moral, politica e economicamente, os partidos monarchicos, seja qual fôr o rotulo liberal ou conservador que elles adoptem para uso das clientellas respectivas, são absolutamente incompativeis com o Ideal socialista. [...]
Radicaes ou moderados, os programmas republicanos não resolvem a questão social. A fórmula republicana burgueza, que se sustenta ser o unico remedio para os males que ora affligem esta nacionalidade, não resolve entre nós o problema da miseria; isto é: - com a implantação da republica burgueza não terá sido concluida a missão do partido socialista."
(Excerto de Fixação da attitude do partido socialista perante a acção e propagando dos partidos monarchicos e republicanos)
Matérias:
Duas palavras. | I - Fixação da attitude do partido socialista perante a acção e propagando dos partidos monarchicos e republicanos. | II - O que valem em principio as concentrações politicas? III - Qual a melhor fórma do partido levantar as sua cooperativas e de as guiar no Ideal Socialista? | Conclusões.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Raro.
A BNP tem registado 1 exemplar na sua base de dados.
Com interesse histórico e político.
20€

14 março, 2021

MELO, Costa e - GENTE DE TOGA E BECA (fogachos de lareira forense). Prefácio de António Almeida Santos
. Aveiro, Edição da Câmara Municipal de Aveiro, 1994. In-8.º (22 cm) de 162, [6] p. ; B.
1.ª edição.
Memórias do foro de Manuel Costa e Melo, advogado e escritor, histórico fundador do Partido Socialista.
Livro muito valorizado pela sua dedicatória autógrafa.
"É sabido que o continente tem ou pode ter a ver com o conteúdo. Ainda assim, não se esperam subtilezas de um peso pesado. Pois bem: pesado e bem, robusto como só ele, tonitruante como um Júpiter e senhor de um murro de mesa que tem escavacado algumas, é o meu Camarada, colega e amigo Costa e Melo. Não obstante, registou a patente de um temperamento sensível, de um coração generoso, de uma alma de artista. Surpresas do criador. [...]
Manifestamente, escreve como quem se recria. Tanto que, por vezes, sentimos pena de que o seu discurso não flua mais enxuto.
Surge-me agora com estes seus "fogachos da lareira forense" a que chamou "Gente de Toga e Beca".
Dito o mesmo sem arte, gente do foro, magistrados e advogados com quem trabalhou, privou ou a quem simplesmente conheceu."
(Excerto do Prefácio)
"A permanência ao longo de meio século, pelos corredores, salas, ficheiros, livros e almas de repartições, tribunais e escritórios, deu-me um baú bem atulhado de recordações onde encontro, sempre que o abro, algo que faz sorrir, pensar e às vezes chorar. [...]
Os fogachos aí ficam e com eles, a verdade que têm, aquela que eu vi com os olhos ou ouvi com os ouvidos e, não poucas vezes, como coração a sangrar ou a rir."
(Excerto do preâmbulo)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar e muito interessante.
Indisponível

02 maio, 2020

GNECCO, Azedo - DEFINIÇÕES E ESCLARECIMENTOS. Por... Lisboa, Instituto Geral das Artes Graphicas, Sociedade Cooperativa Limitada, [190-]. In-8.º (15 cm) de 14, [2] p. ; B. Bibliotheca Socialista, N.º 5
1.ª edição.
Raríssimo opúsculo da autoria de Azedo Gneco, membro fundador do Partido Socialista Português, cuja acção política e pedagógica não teve divulgação impressa. Tanto quanto foi possível apurar, não existe bibliografia conhecida do destacado dirigente socialista.
"Convencionou-se chamar movimento operario ao conjuncto de esforços pela remodelação egualitaria das sociedades, hoje baseadas na preponderancia do Capital. Este movimento, empirico e apaixonado nos seus primeiros dias, como o fôra durante o largo periodo da sua gestação, tornou-se ultimamente scientifico, positivo e tranquillo, tendo adquirido todos os elementos componentes do seu triumpho e da estabilidade da sua victoria."
(Excerto de Individualismo e Socialismo)
Matérias:
Individualismo e Socialismo. | A acção politica. | A Republica Social : palestra.
Eudóxio César Azedo Gneco (1849-1911). "Nasceu em Samora Correia (Benavente) em 1849 e faleceu em Lisboa a 29 de Junho de 1911. Foi gravador de profissão, medalhista e aprendiz de escultor e a partir de 1865 trabalhou como operário gravador na Casa da Moeda de Lisboa. Em 1871, na sequência da visita a Lisboa de três dirigentes socialistas espanhóis, vindos como emissários da Associação Internacional dos Trabalhadores (I Internacional), aderiu às ideias revolucionárias defendidas por aquela associação. Participou no esforço conjunto com a Fraternidade Operaria (FO), liderada por José Fontana, tentando levar a cabo em Portugal um trabalho de organização e teorização revolucionária do proletariado. Com esse objectivo, colaborou intensamente no Pensamento Social, o jornal da Fraternidade Operária. Estabeleceu contactos próximos com a Associação Internacional dos Trabalhadores (AIT), sendo, em 18 de Março de 1873, eleito secretário-geral da Associação Socialista, a secção lisboeta da AIT. Dando seguimento às orientações do Congresso de Haia, a 10 de Janeiro de 1875, foi um dos fundadores do Partido Socialista Português, aderente à Primeira Internacional, de orientação marxista, mas com forte presença federalista e proudhoniana. Durante a década de 1870, Azedo Gneco manteve relações epistolares com Karl Marx e com Friederich Engels. Manteve-se na liderança do partido até 1878. Em 1896 participou como delegado português no Congresso Socialista realizado em Londres. Regressou à estrutura dirigente do socialismo português em 1895, já numa facção dissidente, passando em 1905 a fazer parte da Federação Regional do Sul do Partido Socialista Português, da qual foi dirigente em 1907, 1909 e 1910. Azedo Gneco foi por diversas vezes candidato a deputado, mas nunca conseguiu os votos necessários para ser eleito."
(Fonte: centeneariodarepublica.pt)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Muito raro.
Sem registo na BNP, ou em qualquer outra fonte bibliográfica.
Com interesse histórico.
Indisponível

22 julho, 2018

MATEUS, Rui - CONTOS PROIBIDOS : memórias de um PS desconhecido. 2.ª edição. Lisboa, Dom Quixote, 1996. In-4.º (24 cm) de 457, [1] p. ; [32] p. il. ; il. ; B. Col. Caminhos da Memória, 9
Livro maldito da política portuguesa, os Contos Proibidos : memórias de um PS desconhecido, foi posto à venda a 27 de Janeiro de 1996. Obra polémica e incómoda, sobretudo para o Partido Socialista, de cujos quadros o autor era originário, e seu fundador, conheceu duas reedições nesse ano que esgotaram rapidamente. Entre outros assuntos, muito se falou de corrupção e tráfico de influências, comprometendo seriamente Mário Soares e outras figuras de relevo do partido. Estranhamente, (ou talvez não), o livro não voltaria a ser reeditado.
Livro profusamente ilustrado no texto e em separado.
"Para além da ausência de regras que permitam, pela via individual, o acesso de cidadãos à actividade política,não existem regras idóneas de financiamento dos partidos nem de transparência para os políticos. Um pouco à semelhança dos "pilares morais" do regime, a Maçonaria e a Opus Dei, tudo se decide às escondidas, como se o direito dos cidadãos à informação completa e rigorosa de como são financiados as suas instituições e dos rendimentos dos seus governantes e dos seus magistrados se tratasse de algo suspeito, de algo subversivo."
(Retirado da contracapa)
Rui Fernando Pereira Mateus (Covilhã, 16 de Abril de 1944). "Foi um político português, actualmente retirado da política, lecciona nos EUA. Em 1996, na sequência do caso do Fax de Macau e do processo judicial relativo, publicou o livro Contos Proibidos : memórias de um PS desconhecido, Publicações Dom Quixote, Lisboa. De uma família ligada à indústria de lanifícios, Rui Mateus estudou na Covilhã, frequentando o Colégio Moderno da Covilhã, até 1961, quando obteve uma bolsa de estudos para os Estados Unidos através da American Field Services, para Cedars Rapids, no Iowa, onde permaneceu até 1963. Durante a sua estadia conheceu o presidente John F. Kennedy numa recepção a e estudantes estrangeiros, nos jardins da Casa Branca. Regressa a Portugal com 18 anos, mas decide abandonar o país pouco depois, refratário à Guerra Colonial. Parte assim para um exílio de cerca de uma década: primeiro para Inglaterra, depois para a Suécia, onde viria a completar uma licenciatura em Ciências Sociais e Políticas, pela Universidade de Lund. Em ambos os países criou e organizou grupos da Ação Socialista. Em 1973, na Alemanha, foi um dos fundadores do PS, ligação que iria durar vários anos, e que o levaria a exercer vários cargos, sobretudo na área das relações internacionais. Foi eleito deputado pelo mesmo partido, nas legislaturas iniciadas em 1979, pelo distrito de Leiria; e em 1980, 1983 e 1985. Pertenceu a várias comissões e grupos de trabalho da Internacional Socialista. Envolvido no Caso do Fax de Macau, abandonou a política. O seu polémico livro "Contos Proibidos", posto à venda a 27 de Janeiro de 1996, e que desmistificava a imagem de herói nacional que era atribuída a Mário Soares, foi o único livro da história da literatura portuguesa que, curiosamente, esgotou no dia do lançamento. O livro proibido que revela as «façanhas» de Mário Soares e seus acólitos entre as décadas de 70 e 90 do século passado."
(Fonte: Wikipédia)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Na capa, as duas primeiras letras da palavra "Memórias" encontram-se algo desvanecidas.
Invulgar e muito procurado.
Indisponível

03 dezembro, 2015

TORGA, Miguel - DUAS INTERVENÇÕES. Coimbra, Publicação do Secretariado da Zona Centro, 1974. In-8º (21cm) de [12] p. ; [1] p. il. ; B. Colecção Socialismo e Liberdade, I
Discursos proferidos por Miguel Torga no 1.º Comício Socialista de Coimbra, presidido pelo próprio, em 1-6-74 e em Sabrosa, em 30-6-74.
"Meus Amigos: Gostaria de esclarecer desde já que, não sendo filiado no Partido, presido a esta reunião na simples qualidade de homem socialista que sempre fui. Homem mais sensível a a uma ética que a uma ideologia, mais espontaneamente fraterno do que disciplinarmente correligionário, mais atento ao imperativo dinâmico de vozes remotas do que ao momentâneo encantamento dos ecos doutrinários..."

(excerto do discurso de Coimbra)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.

15€

16 agosto, 2011

DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS E PROGRAMA DO PARTIDO SOCIALISTA. [Lisboa], Textos "Portugal Socialista", 1973. In-8.º (20,5cm) de 65, [2] p. ; B. 
Documento político com interesse histórico.
Índice:
- Declaração de princípios. - Introdução. - Uma política económica ao serviço do trabalhador. - Uma política social ao serviço do povo. - Uma política institucional ao serviço do cidadão. - Uma política internacional ao serviço da humanidade.
"A transformação da Acção Socialista Portuguesa em Partido Socialista ocorreu a 19 de Abril de 1973. Deliberada em congresso da A.S.P realizado na Alemanha, não foi uma decisão consensual para os vinte e sete delegados aí presentes. A Declaração de Princípios e Programa do Partido Socialista, aprovados em Agosto de 1973, resultaram de diversas contribuições de militantes e simpatizantes do interior e do exterior. Na Declaração de Princípios afirmava-se a defesa do socialismo em liberdade, ao mesmo tempo que se defendia como objectivo último uma sociedade sem classes e o marxismo era aceite como "inspiração teórica predominante", embora permanentemente repensado. O Programa reflectia, assim, um compromisso entre o sistema parlamentar da Europa Ocidental e uma estratégia de ruptura com a organização capitalista da economia." (psvilareal.com)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas ligeiramente oxidadas.
Invulgar.
Indisponível