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21 fevereiro, 2025

REGULAMENTO OFICIAL DAS EXPOSIÇÕES CANINAS EM PORTUGAL. (Aprovado pela S. C. do C. C. P. em 16 de Fevereiro de 1939) -
CLUB DOS CAÇADORES PORTUGUESES : Secção de Canicultura, Membro associado e representante em Portugal da Fédération Cynologique Internationale e Representante do Kennel Club. [Lisboa], Club dos Caçadores Portugueses : Secção de Canicultura, 1939. In-8.º (18x11,5 cm) de 54, [2] p. ; B.
1.ª edição.
Livro histórico, por certo com tiragem reduzida. Trata-se da edição original, trilingue (português/inglês/francês), do primeiro regulamento de certames caninos em Portugal, publicado no mesmo ano da assinatura do acordo do C. C. P. com o Kennel Club - organização internacional de criadores de cães que se preocupa com a criação, registo, exposição e promoção dos animais -, que conferiu à Secção de Canicultura nacional a qualidade de seu "representante".
Junta-se adenda ao regulamento datada de 1940 (6 pp.): "Alterações ao Regulamento de Exposições aprovadas pela S. C. do C. C. P. na Sessão Plena de 5 de Abril de 1940".
"Artigo 1.º As Exposições Caninas têm por fim:
a) Despertar e cultivar, no público, o gôsto pela cinologia, estimulando-a por meio de prémios;
b) orientar e educar os canicultores segundo as boas normas da produção canina;
c) fomentar o melhoramento das raças caninas e, em especial, das raças nacionais;
d) habilitar, por meio de julgamentos e classificações, a Secção de Canicultura do Club dos Caçadores Portugueses (S. C. do C. C. CP.) a proclamar os campiões."
(Capítulo I - Dos fins e da organização - Artigo 1.º)
Índice:
Regulamento: I - Dos Fins e da Organização; II - Da Inscrição; III - Das Classes, dos Grupos e suas Divisões: IV - Da Admissão; V - Dos Juízes e seus auxiliares; VI - Do Julgamento e Classificação; VII - Dos Prémios e Diplomas; VIII - Das Penalidades; IX - Das Disposições Gerais. | Resumo em Inglês - Show rules of interest to foreign judges | Resumo em Francês - Extrait du règlement des expositions intéressant les juges étrangers | Lista A - Primeiro Grupo: Cães estrangeiros de guarda e utilidade. Segundo Grupo: Cães nacionais de guarda e utilidade. Terceiro Grupo: Terriers. Quarto Grupo: Cães de levante e côrso - Primeira Divisão: Raças estrangeiras; - Segunda Divisão: Raças nacionais. Quinto Grupo: Cães de parar - Primeira Divisão: Raças estrangeiras continentais; - Segunda Divisão: Raça nacional. Sexto Grupo: Cães britânicos para caça a tiro - Primeira Divisão/Segunda Divisão. Sétimo Grupo: Galgos. Oitavo Grupo: Baixotes (Teckel, Dachshund). Nono Grupo: Luxo. | Lista B - [40 raças caninas, nacionais e estrangeiras, onde se incluem o Cão d'Água, Serra da Estrêla e Podengo].
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Muito raro.
Peça de colecção.
85€

04 fevereiro, 2024

PROGRAMA da 15.ª EXPOSIÇÃO CANINA INTERNACIONAL DO NORTE - C. A. C. - C. A. C. I. B.
Nos Jardins da Quinta da Conceição, Leça da Palmeira. Em 15 e 16 de Julho 1967
. [S.l.], [s.n. - Composto e impresso na Imprensa Portugal-Brasil - Venda Nova - Amadora], 1967. In-8.º (21x12,5 cm) de 16, [4] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Certame canino organizado pela Comissão Municipal de Turismo de Matosinhos.
Exposição organizada de harmonia com os Regulamentos e com a aprovação do Club Português de Canicultura, Entidade dirigente da Canicultura em Portugal e Províncias Ultramarinas, reconhecida oficialmente pelo Governo."
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Muito invulgar.
Com interesse bibliográfico.
Indisponível

15 agosto, 2023

PROGRAMA-CATÁLOGO DA 49.ª EXPOSIÇÃO CANINA INTERNACIONAL DE LISBOA : Inverno de 1968. C. A. C. - C. A. C. I. B. -
13 e 14 de Janeiro : Feira Internacional de Lisboa
. [S.l.], [s.n. - Composto e impresso nas Oficinas Gráficas da Livraria Bertrand (Imprensa Portugal-Brasil) - Venda Nova - Amadora], 1967. In-8.º (20x12,5 cm) de 63, [3] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Certame canino realizado na FIL (Lisboa).
"Exposição de Campeonato Internacional, patrocinada pela Sociedade dos Especialistas de Pequenos Animais, regida pelos regulamentos do Clube Português de Canicultura, aberta aos exemplares e todas as raças e variedades oficialmente reconhecidas, registados ou não em livros de origens."
Livro ilustrado com publicidade alusiva ao tema canino.
Junta-se o "Bilhete de Admissão" à exposição, um folheto dos produtos Cooper e um prospecto do programa da Exposição Canina de Cruft, a realizar no Olympia, Londres, (8 a 11 de Fevereiro).
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Muito invulgar.
Com interesse para a bibliografia canina.
Indisponível

09 novembro, 2022

PROGRAMA-CATÁLOGO DA 47.ª EXPOSIÇÃO CANINA INTERNACIONAL DE LISBOA : Inverno de 1967. C. A. C. - C. A. C. I. B. -
21 e 22 de Janeiro : Feira Internacional de Lisboa
. [S.l.], [s.n. - Imprensa Portugal-Brasil - Venda Nova - Amadora], 1967. In-8.º (21x13 cm) de 72 p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Certame realizado na FIL (Lisboa).
"Exposição de Campeonato Internacional, patrocinada pelo jornal Diário de Lisboa, regida pelos regulamentos do Clube Português de Canicultura, aberta aos exemplares e todas as raças e variedades oficialmente reconhecidas, registados ou não em livros de origens."
Livro ilustrado com publicidade alusiva ao tema canino.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Muito invulgar.
Indisponível

29 outubro, 2022

BOLETIM DO CLUBE PORTUGUÊS DO CÃO DE SERRA DE AIRES. N.º 1 [N.º 2]. Director: Manuel José Loureiro Borges. Algés - Lisboa, C.P.C.S.A., 1991-1992. 2 vols in-8.º (21x15 cm) de 40 p. (I) e 28 p. (II) ; il. ; B.
1.ª edição.
Primeira publicação conhecida dedicada em exclusivo ao Cão da Serra de Aires, raça portuguesa originária do Alentejo, porventura das menos conhecidas do panorama canino nacional. Com estalão da raça definido em 1954, apenas em 1990 foi criado o C.P.C.S.A. - o Clube do Cão da Serra de Aires.
Boletins policopiados, de produção "caseira", fruto do entusiasmo de um pequeno grupo de apreciadores da raça, fundadores do Clube, que resolveram elaborar algo sobre o assunto para divulgação e memória.
Estes dois volumes é tudo quanto foi publicado.
"Cão de gado originário do Alentejo, utilizado na condução e guarda de rebanhos de ovelhas e cabras, de suínos, de bovinos e de equinos.
É perfeitamente adaptado à grande amplitude térmica desta região e dotado de uma grande resistência, o que lhe permite percorrer longas distâncias na condução do gado pela planície Alentejana.
Excecionalmente inteligente e muito vivo. De uma dedicação extrema ao pastor e ao rebanho que lhe é confiado; é distante perante os estranhos e vigilante de noite.
Hoje em dia é também um excelente cão de companhia, de desporto e de guarda. Distingue-se pela forma hábil como conduz e mantém o gado nas pastagens e como encontra os animais tresmalhados. Sempre atento, sinaliza com sucesso a proximidade de predadores. Executa o seu trabalho com prazer."
(Fonte: https://www.cpc.pt/racas/racas-portuguesas/cao-serra-aires/)
Livros ilustrados ao longo do texto com desenhos e reprodução de fotografias de espécies representativos da raça.
No Vol. I estão inclusos os Estatutos do Clube e o Estalão da Raça do Cão de Serra de Aires.
"Numa canicultura moderna e civilizada que se quer construir em Portugal, o trabalho dos Clubes de Raça será fundamental! Cremos, mesmo que o dos Clubes dedicados às Raças Portuguesas, deverá ter um papel primordial, não só porque são únicos (alguns deles) no mundo inteiro, mas sobretudo porque defendem uma parte do nosso Património Cultural e etnográfico, enquanto País. [...] Estudando a fundo o Serra d'Aires, compreenderemos melhor a solidão assumida do antigo Pastor da Planície alentejana.
Foi exactamente com este espírito que um grupo de amigos, e amigos do Serra de Aires, resolveu fundar o Clube Português do Cão de Serra de Aires."
(Excerto de Vol. I - Editorial)
"À primeira vista parece que têm qualquer coisa de macaco!
Com franjas enormes, olhos amendoados muito expressivos e um ar divertido, estas criaturas facilmente cativam aqueles que têm o privilégio de as vir a conhecer.
São animais de fácil convivência e docilidade, embora reservados para os estranhos.
Por terem uma memória prodigiosa, tornam-se orgulhosos e ciosos do que é seu! São indiscutivelmente francos, meigos e simpáticos, sendo por isso óptimos cães de companhia.
O "Cão da Serra de Aires" não está muito difundido no estrangeiro e é injustamente mal conhecido em Portugal. De facto, ele é mais popular junto dos pastores, nas regiões da Beira Interior, Beira Baixa e Alentejo, onde faz parte integrante do ambiente, ajudando o Homem na tarefa difícil e ingrata de condução e guarda de rebanhos, varas e manadas."
(Excerto de Vol. II - O Cão da Serra de Aires: Uma Raça Portuguesa)
"O Cão da Serra de Aires, nas suas exclusivas peculiaridades que o diferenciam e evidenciam a nível mundial – é o único cão pastor de pêlo comprido que não apresenta sub-pêlo - alia de forma referencial duas características: beleza e funcionalidade. De cão humilde, com excepcionais aptidões para o trabalho, fez uma notável transição para exposições de morfologia, obtendo resultados gloriosos em campeonatos nacionais e internacionais, sem, contudo, perder as suas características diferenciadoras de cão de pastor de condução de rebanhos. Dotado de uma inteligência excepcional, a sua personalidade é marcante. É um cão rústico e versátil, onde sobressai a sua grande adaptabilidade. [...]
De temperamento vincado, é de grande fidelidade ao seu dono, dele se dizendo que “é cão de um só dono”, expressão comum, por muitos amiúde repetida. [...]
Originário do Alentejo, mais concretamente da freguesia de Santo Aleixo, concelho de Monforte, as suas origens perdem-se na memória, dos tempos e das pessoas. O seu nome advém do Monte de Serra de Aires, propriedade do Conde de Castro Guimarães. Perdura uma teoria que o cão actual, na sua morfologia bem distinta e fixada, deriva de um pequeno cão de pastoreio existente no Alentejo, que o Conde de Castro Guimarães, através de um seu feitor de origem francesa, melhorou, cruzando-o com cães originários de França, da raça Berger de Brie, conhecido, também, por Briard. [...]
Sem nunca ter sido um cão muito conhecido fora da sua região de origem, como cão de trabalho o Cão da Serra de Aires era muito popular e utilizado, abarcando a sua distribuição as planuras do Alentejo e do Ribatejo. Essencial para a condução dos rebanhos entre zonas de pastagem, a sua grande inteligência tornava-o exímio no seu controle durante a passagem pela bordadura e proximidade de terrenos cultivados.
Fiel ao rebanho e ao dono, territorial, discreto e reservado, por norma, não dá a mão a estranhos. Estas características foram, por certo, procuradas e perpetuadas nos cruzamentos de sucessivas gerações, muito por força do grande isolamento que a imensidão das planícies alentejanas sempre impôs aos seus residentes. [...]
A partir da década de 50-60 do Século XX, as novas práticas agrícolas e a extensa utilização de aramado na delimitação das propriedades ditaram o declínio dos efectivos da raça. A sua função já não era tão necessária. Mas foi nesta altura, que um aturado trabalho de prospecção permitiu identificar os animais que serviram de referência à elaboração do primeiro estalão da raça, publicado em 1954. [...]
O Cão da Serra de Aires é, inquestionavelmente, um relevante componente do património genético português. A sua tipicidade e unicidade conferem-lhe atributos exclusivos que importa defender e preservar. A sua história é uma história de sobrevivência. Uma sobrevivência amoldada por uma rusticidade construída nas agruras da adversidade, que um temperamento convicto e uma inteligência excepcional guindou para um lugar cimeiro e referencial das raças portuguesas."
(Fonte: https://cpcsa.pt/?page_id=998)
Sumário - Vol. I:
Editorial. | Orgãos Sociais. | Estatutos do C.P.C.S.A. | Estalão do Cão de Serra de Aires. | Resultados da 1.ª Monográfica do Cão de Serra de Aires. | O Cão de Serra de Aires na Holanda. | 2.ª Exposição Monográfica do Cão de Serra e Aires. | A Monográfica da Holanda.
Sumário - Vol. II:
Editorial. | Orgãos Sociais. | Testemunho de um Velho Apaixonado por Cães. | O Cão da Serra de Aires: Uma Raça Portuguesa. | 1.ª Especial de Serra de Aires. | O Cão da Serra de Aires na Holanda. | Resultados da 2.ª Exposição Monográfica.
Exemplares brochados em bom estado de conservação. Capa 1.º vol. apresenta desgaste na superfície.
Muito raro.
Sem registo na Biblioteca Nacional.
Peça de colecção.
Indisponível

12 julho, 2021

CABRAL, António - CÃES PORTUGUESES (Chiens Portugais) (Portuguese Dogs) : ESTALÕES DAS SUAS RAÇAS (Standards des Races) (Standards of Breeds). Coordenação e notas de... 3.ª edição actualizada. Lisboa, Clube Português de Canicultura, 1978. In-8.º (22 cm) de 193, [3] p. ; [29] f. il. ; il. ; B.
Terceira edição desta obra de referência da canicultura nacional, bastante mais actualizada e aumentada que as suas antecessoras (1955 e 1965).
Livro ilustrado no texto, e em separado com 29 folhas impressas sobre papel couché reproduzindo fotografias a p.b. e a cores dos exemplares das raças estudadas.
Exemplar valorizado pela dedicatória autógrafa do autor.
"Com a publicação dos estalões dos cães portugueses, a Secção de Canicultura cumpre uma das suas atribuições de maior projecção no fomento da canicultura nacional, penitencia-se de só agora o fazer, se o tempo lhe perdoar, e homenageia os criadores e proprietários de cães, que, sem uma orientação facilmente disponível ou de todo vazia, conseguiram, com pouca desordenada variação, manter nas raças caninas indígenas características étnicas, permitindo actualizar ou elaborar os seus indispensáveis estalões.
Não abrange esta publicação a totalidade dos cães das raças portuguesas que muitos pensam existir, mas o quase desaparecimento de algumas – Fila da Terceira – e o seu cruzamento dominante com raças semelhantes, que outras extinguiram – galgo anglo-luso, galgo indígena e barbaças – resumem este livro à publicação apenas dos estalões do Cão de água, do Cão da Serra de Aires, do Cão de Castro Laboreiro, do Cão da Serra da Estrela, do Rafeiro do Alentejo, do Podengo Português e do Perdigueiro Português."
(Excerto do Prefácio da 1.ª edição)
"Nova edição dos Cães Portugueses, que testemunha, quanto as edições anteriores contribuíram para a fixação das características morfológicas e funcionais das raças das raças caninas autoctenes."
(Excerto do Prefácio da 3.ª edição)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível

17 setembro, 2020

BARROSO, P.ᵉ Domingos - O PERGIGUEIRO PORTUGUÊS. 2.ª edição : revista e aumentada. Porto, Gazeta das Aldeias, 1962. In-8.º (19,5 cm) de 174, [4] p. ; [1+32] f. il. ; B.
Monografia sobre o Perdigueiro Português, uma das mais completas e emblemáticas obras de canicultura que sobre a raça se publicou entre nós. Trata-se da segunda edição, preferível à primeira porque mais aumentada em texto e gravuras.
Ilustrada em separado com o retrato do autor + 32 estampas reproduzindo desenhos e fotografias de magníficos exemplares da raça.
"A Paleontologia prova-nos que o cão existe sobre a terra pelo menos desde o tempo em que sobre a mesma terra existe o homem.
Mais: - que, já nas recuadas épocas da Pré-história, havia diferentes raças de cães, possìvelmente também com diversas utilizações.
Mas, donde nos veio ele ou, se alguém o prefere, donde nos vieram elas?
As opiniões dividem-se. Uns dizem-no oriundo do lobo."
(Excerto do Cap. I, A origem do cão)
"Quando nasceu o perdigueiro?...
Perguntar não custa muito. O responder é que às vezes tem as suas dificuldades. [...]
A acção do cão, na caça das aves como em qualquer outra, tem forçosamente que ser modelada por e para os nossos meios de ataque.
E o primeiro de todos os meios de ataque à disposição do homem que a nós, europeus, parece exigir um perdigueiro foi, com certeza, a altanaria. Podia, por isso, muito bem ter nascido com ela. A asa e a garra dos voláteis de presa são o complemento natural do olfacto do cão."
(Excerto do Cap. II, Se o cão foi logo o perdigueiro)

Índice: Uma conversa em família. | I - A origem do cão. II - Se o cão foi logo o perdigueiro. III - Se o perdigueiro nasceu na Ásia. IV - De quando e onde nasceu o perdigueiro. V - Da facilidade de certas transmutações. VI - De como o sabujo se porta na berlinda. VII - Em que o cão de água nos dá um ar da sua graça. VIII - De um fidalgo cem por cento, que não tem a certeza quem seja seu pai. IX - De um pobre de Cristo caído nas bocas do mundo e das queixas que o mundo alega. X - Em que se encontra um cavalheiro de nome podengo. XI - Em que o leitor pode descansar um bocadinho, a ver a paisagem. XII - Em que o podengo encarrilha, definitivamente, no caminho do perdigueiro. XIII - De uma pergunta, encontrada à ventaneira... XIV - ... e uma resposta pelo sistema de conta-gotas. XV - Duma boa cara e dum bom coração... XVI - Enfim, o nosso perdigueiro! XVII - Uma silhueta que se recomenda. XVIII - Aromas e cabeças. XIX - Cabeças e aromas. XX - Uma conformação robusta. XXI - Semelhanças ou diferenças? XXII - Esperteza e instinto. XXIII - Sua humildade e mais partes. XXIV - Da sua precocidade. XXV - Do ensino a dar-se-lhes. XXVI - Degenerescência ou falta de cuidado? XXVII - Cruzamentos estranhos. XXVIII - A origem do pointer. XXIX - O que há a fazer?
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas sujas com pequenos defeitos.
Invulgar e muito apreciado.
Indisponível

10 junho, 2020

BARROSO, P.ᵉ Domingos - O PERGIGUEIRO PORTUGUÊS. 3.ª edição. Revista e Aumentada. Porto, Gazeta das Aldeias, 1990. In-8.º (20 cm) de 188, [4] p. ; [38] f. il. ; B.
Monografia sobre o Perdigueiro Português, uma das mais completas e apreciadas obras de canicultura que sobre a raça se publicou entre nós. Trata-se da terceira edição, preferível às anteriores porque mais aumentada em texto e ilustrações. Inclui no final do livro o Estalão Morfológico e o Estalão de Trabalho do Perdigueiro Português.
Ilustrada em separado com 38 gravuras, incluindo o retrato do autor no início do livro, e desenhos e fotografias de magníficos exemplares da raça.
"A reedição do Livro O Perdigueiro Português, obra de há muito esgotada, quando da passagem  do centenário do nascimento do autor (20/02/1889 - 20/02/1989), tem um valor didático mas sobretudo histórico e simbólico.
Muitos dos desejos expressos há mais de quarenta anos pelo Padre Domingos Barroso, tornaram-se uma realidade e, felizmente para o cão de parar nacional as opiniões que este livro contém, ajudaram ao apuramento e selecção das suas inexcedíveis qualidades cinegéticas, aspectos que aliados à melhoria morfológica alcançada, fizeram do nosso perdigueiro, um cão homogéneo e equilibrado, detentor de uma beleza funcional que desperta indiscutivelmente a preferência do caçador português e suscita um crescente interesse além-fronteiras.
Ao reeditar esta obra, a Associação do Perdigueiro Português, procurou mantê-la na íntegra, apesar das dificuldades resultantes do passar dos anos sobre o material utilizado.
A aprovação dos Estalões de Beleza (revisão de 1962) e de Trabalho (1988), obrigam à sua publicação na íntegra e em anexo, acompanhados de algumas fotografias actualizadas de exemplares típicos."
(Excerto da Nota introdutória)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível

09 maio, 2019

TORRES, José Pinto Machado - O CÃO : nas suas relações com o homem. Breves considerações sobre a transmissibilidade d'algumas doenças e a sua prophylaxia. Dissertação inaugural apresentada á Escola Medico-Cirurgica do Porto. Porto, Imprensa Nacional de Jayme Vasconcellos & Irmão, 1907. In-8.º (21cm) de 71, [3] p. ; B.
1.ª edição.
Interessante tese académica sobre as principais doenças que acometem os cães, e os cuidados a ter para evitar o contágio humano.
"A raiva é uma doença virulenta, de natureza microbiana, cujo germen, ainda desconhecido, parece atacar de preferencia os centros nervosos.
Alguns auctores já teem descripto para esta doença um microbio; no emtanto as suas affirmações não teem sido confirmadas. Dizemos, todavia, que esta doença é de natureza microbiana, porque a sua marcha, o seu modo de propagação, a attenuação do virus rabico faz-nos admittir essa hypothese, apesar do micro-organismo ser ainda desconhecido.
A raiva póde observar-se n'um grande numero de animaes - lobo, gato, boi, cavallo, porco, e sobretudo no cão - e transmitte-se ordinariamente pela mordedura d'esses animaes raivosos.
A raiva no homem é quasi sempre transmittida pelo cão; parece-nos, pois, conveniente conhecer os symptomas da doença n'este animal."
(Excerto de Raiva)
Matérias:
[Preâmbulo]. - Taenias. - Sarna. - Tinhas. - Actinomycose. - Tuberculose. - Raiva. - Doenças diversas. - Proposições.
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capa apresenta risco a lápis de cor azul.
Raro.
Sem registo na Bibiloteca Nacional.
Indisponível

29 agosto, 2018

COSTA, Moisés do Nascimento - ENSINO DO CÃO PERDIGUEIRO. Porto, Porto Editora, 1984. In-8.º (20,5cm) de 95, [1] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Importante trabalho sobre o ensino do cão de caça Perdigueiro Português.
Ilustrado com um desenho no final - «nomenclatura do cão», e com 16 fotografias a cores distribuídas por oito páginas de texto impressas sobre papel couché.
"Este pequeno livro não tem qualquer pretensão literária. É um trabalho modesto e simples. Poderia mesmo dizer, plagiando um antigo reclame da televisão, que é um livro para todo o caçador que saiba ler, mesmo que saiba ler pouco.
A tentativa deste trabalho fundamenta-se em razões muito simples: primeiro, a natural paixão que sinto pelo cão perdigueiro; depois, devido ao considerável número de pessoas que regularmente se me vêm dirigindo: uns para comprar cães já caçados, outros para disso me encarregarem, e ainda outros pedindo esclarecimentos ou literatura emprestada. Por outro lado, também não é raro saírem do meu canil cachorros cuja sorte e destino me deixam triste e preocupado."
(Excerto da Introdução)
Índice: Introdução. Aquisição do cachorro: - Afectividade; - Alimentação; Alojamento. O cachorro come terra. Os vermes. A desmama. Trazer à mão: - 1.ª fase; - 2.ª fase: O lançamento do objectivo; Imobilização. - Advertência. Ensinar o cachorro a caçar. A paragem. O «fica». A busca: larga ou curta? Cães de ventos ou peugueiros. Os castigos. O caçador e o cão. O dente doce. Características e aptidões dos perdigueiros mais conhecidos e usados no nosso país. Nomenclatura do cão. Conclusão.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar e muito procurado.
Indisponível

13 setembro, 2017

PARRA, Joaquim - CÃES DA SERRA DA ESTRELA / MAGALHÃES, Cruz - HERMINIO E  SEUS DESCENDENTES. Produto liquido da venda para a Cruz Vermelha e Estrela Vermelha. Lisboa, Livraria Ferin, 1916. In-4.º (24,5cm) de 32 p. ; mto il. ; B.
1.ª edição.
Importante e curiosíssima monografia, porventura a primeira que entre nós se publicou sobre a raça canina Serra da Estrela. Belíssima edição, totalmente impressa sobre papel couché, muito ilustrada com exemplares da raça - cães e cachorros -, incluindo o 'Herminio', "soberbo animal, e um magestoso tipo de cão Serra da Estela", todos propriedade de Cruz Magalhães.
Tiragem: 300 exemplares, numerados e rubricados pelos autores, ao preço de 50 centavos.
O presente exemplar (n.º 167) ostenta uma dedicatória manuscrita dos autores a António José de Almeida, o sexto Presidente da República.
Cruz Magalhães foi talvez o primeiro criador desta raça, com excepção dos pastores da serra. De assinalar que, ao longo dos anos, Cruz Magalhães foi oferecendo para "leilão" ao jornal O Século, preciosos animais, descendentes do Herminio, revertendo as receitas, elevadas para a época, para o plano de assistência aos feridos da Grande Guerra.
"Pertenço ao numero daqueles, felizmente muitos, que não se envergonham de terem nascido nesta linda Terra Portuguesa.
Ha alguns individuos, poucos, para honra nossa e vergonha deles, que lamentam não serem oriundos doutra Patria; snobs, imbecis, sem meritos que os recomendem, mas blasonando de desiludidos, dando-se ares de pessoas de cerebro acima do vulgar, que nada fazem bem, e que choramingam, com gritinhos de donzelas histericas, por não terem nascido noutro País, por terem vergonha de serem Portuguêses, como se qualquer outro País os suportasse, ou se honrasse em possuir  semelhantes exemplares!
Pois por não ser dêsses é que me vejo metidos nestes trabalhos, o que muito me honra, e devido sobretudo, á bôa amizade do meu particular amigo Cruz Magalhães, que muito já tem feito, havendo muito ainda a esperar da sua tenaz bôa vontade em favor na nossa querida Patria... pois, como ia dizendo, a ele principalmente devo o ver-me obrigado a escrever a respeito de um progresso, para que tem concorrido a sua persistencia e bôa vontade: não só a propaganda do cão da Serra da Estrela, mas a sua aclimatação em regiões tão temperadas como a cidade de Lisboa e seus arredores.
Cruz Magalhães conseguiu, á custa de uma insistente vontade, a aquisição de um lindo exemplar: o Herminio, um soberbo animal e um magestoso tipo de cão Serra da Estrela. [...]
Cruz Magalhães não é um comerciante, nada faz com fins lucrativos, e apenas com um intento patriotico: mostrar que temos cá muita coisa que bem cuidada não só supre como excede muiyas que vamos buscar lá fóra. [...]
Pois com perseverança, cuidados higienicos e criteriosa bôa vontade, Cruz Magalhães conseguiu o seu desiderato, mostrar com orgulho de Português amante da sua Patria, que o cão Serra da Estrela se aclimata em toda a parte, desde que com ele se tenham os cuidados, que a bôa higiene aconselha. Não se imagine que os exemplares que para a subscrição da guerra - aberta pelo jornal O Seculo - foram expostos no «Salão do Sport» da Rua do Ouro, terem sido alvo de excessivos cuidados no que diz respeito a essa especie de exageros doentios, que muitos donos, e principalmente donas, dão aos seus animais, e que tanto os prejudicam, não, Cruz Magalhães dá-lhes bom ar, bôa alimentação, muita liberdade, e nada mais!"
(excerto do prólogo de Joaquim Parra)
Exemplar  brochado em bom estado de conservação. Capas com manchas.
Muito raro.
A Biblioteca Nacional possui apenas um exemplar no seu acervo.
Indisponível

29 julho, 2017

MARQUES, Manuel Fernandes - O CÃO DA SERRA DA ESTRÊLA : estalão da raça. Separata da «Revista de Medicina Veterinária» (N.º 268). Subsídios para o estudo das raças caninas nacionais. Lisboa, Tip. Henrique Torres, 1934. In-8.º (22 cm) de 37, [1] p. ; [2] f. il. ; [2] desd. ; il. ; B.
1.ª edição independente.
Trata-se da primeira monografia dedicada ao estalão da raça do Cão da Serra da Estrela, publicada após a fundação do L. O. P., em 1932.
Ilustrado no texto com esboços, tabelas e fichas de classificação, e em separado, com 2 desdobráveis contendo desenhos do animal e desenhos esquemáticos, e 2 folhas impressas sobre papel couché contendo fotogravuras de exemplares da raça.
"Como fizéssemos parte da Comissão Técnica do L. P. O., e a necessidade da organização dos estalões se fizésse sentir, visto os produtores precisarem de se orientar na criação selectiva das raças, foi-nos dada a incumbência de, como relator, apresentar o estalão do «Serra da Estrêla».
Não é coisa fácil organizar um documento de tal natureza, dadas as dificuldades que surgem ao procurar-se a necessária bibliografia para conveniente documentação.
É muito escasso o que se tem escrito sôbre o Cão da Serra da Estrêla, e de tal fórma deficiente, que é quási inaproveitável para o fim que nos propuzemos.
Necessário se tornava, por conseguinte, para darmos um carácter de seriedade ao nosso trabalho, irmos junto do solar da raça observar de perto alguns exemplares no seu meio natural onde, sob os cuidados dos pastores, nascem, crescem, se multiplicam e morrem.
De facto, assim fizémos; e em peregrinação cinotécnica percorremos vários pontos do país e, em especial, a Serra da Estrêla e suas imediações, detendo-nos em todos os sítios que nos mereceram interêsse, alguns bem longe e de escabroso acesso, a-pezar-de os dizerem pertolinho, colhendo directamente preciosos elementos que nos levaram a organizar o estalão adeante indicado."
(Excerto da introdução)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Raro.
Indisponível