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12 novembro, 2013

COMEMORAÇÕES CENTENÁRIAS. Programa Oficial : 1940. [Lisboa], Secção de Propaganda e Recepção : Comissão Executiva dos Centenários, 1940. In-4.º (25cm) de [100] p. ; [1] desdob. ; il. ; B.
1.ª edição.
Capa e Planta de Fred Kradolfer.
Ilustrações de Bernardo Marques e Carlos Botelho.
Fotografias de Horácio Novaes, Judah Benoliel e Carvalho Henriques.
Contém desdobrável com planta do recinto da Exposição.
Bonita edição impressa em papel de qualidade extra, superiormente ilustrada com desenhos e fotografias a p.b.
“Resolveu a Comissão Executiva, a que tenho a honra de presidir, que se publicasse, além da edição de vulgarização que corre impressa em várias línguas, uma edição especial do programa das Comemorações, destinada a perpetuar, nas bibliotecas, arquivos, museus e outras instituições congéneres de Portugal e dos países estrangeiros, a memória do nosso jubileu nacional, e a tornar conhecida, na sua expressão sinóptica, a forma porque os portugueses de 1940 conceberam e levaram a efeito a celebração dos oito séculos de existência histórica da Nação.
Essa concepção é, aliás, simples. No presente ano, rico de efemérides, três factos dominantes se comemoram: a fundação da nacionalidade (1140); os fastígio do Império (1540); a restauração da independência depois do colapso de sessenta anos representado pela monarquia dualista (1640). Consequentemente, o programa estabelece a sucessão lógica de três Épocas: a Época medieval; a Época imperial; a Época brigantina (regresso à plenitude da soberania sob a égide da estirpe de Bragança). E, atendendo a que outros actos e solenidades se situavam, no programa calendário, fora destas três épocas, previu-se a organização de um período intermédio no qual se incluiu, entre outras celebrações, a do sexto centenário da batalha do Salado, em que Portugal eficazmente colaborou na defesa da Espanha cristã (1340).”
(Excerto da introdução de Júlio Dantas)
Exemplar brochado, com as folhas unidas por cordão, em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível

30 janeiro, 2012

ECOS DA SEMANA DE BOTELHO : 1928-1950. Apresentado por José-Augusto França. Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian-Centro de Arte Moderna, 1989. In-fólio (30 cm) de [230] p. ; todo il. ; B.
1.ª edição.
Catálogo publicado por ocasião da exposição "Ecos da Semana de Botelho 1928-1950”, realizada no CAM de 20 de Julho a 3 de Setembro de 1989. Contém uma selecção dos «Ecos da Semana», publicados no Sempre Fixe entre 1928 e 1950.
"Durante vinte e dois anos e meio, de 17 de Maio de 1928 ao fim do ano de 1950, Carlos Botelho publicou os seus «Ecos da Semana» na oitava (salvo algumas excepções) página d’«O Sempre Fixe» que viera à luz em meados de 26, justamente no fim da I República. […] «Ecos da Semana» são um duplo, e triplo, diário - do autor, entre os seus 29 e 51 anos de idade, e dum país (ou dum mundo), ao longo dum regime político firmando-se, firmado e abalado já, ao fim dos «Ecos», e duma história universal cortada por guerras, do Japão, a Etiópia, de Espanha, a nova Grande Guerra. Mas também, e sobretudo, um diário no não-dito. Menos pelo que as tesouras da Censura cortam do que pelo que o autor não desenha, no seu discurso tácito - que é o discurso nacional possível, para além de oficial, sempre, por natureza historiográfica, falso, e ainda para mais obrigações de totalitarismo instituído."
(Excerto de prefácio) 
Exemplar estimado, em brochura, com as capas plastificadas. Assinatura de posse na f. anterrosto.
Invulgar.
Indisponível