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12 outubro, 2017

SELVAGEM, Carlos – TROPA D’ÁFRICA (jornal de campanha dum voluntário do Niassa). 4.ª edição. Paris : Lisboa, Livrarias Aillaud e Bertrand, 1925. In-8.º (18,5 cm) de 367, [1] p. ; [12] f. il. ; il. ; E.
Memórias do autor, soldado em África durante a Grande Guerra.
Livro ilustrado com desenhos no texto e fotogravuras em separado.
"Aos sargentos e soldados do meu pelotão a cavalo;
Aos meus camaradas da Expedição ao Niassa;
Aos soldados portugueses da Grande Guerra;
Á memória de todos aqueles que, pela glória das quinas Portuguesas, teem mordido o pó em terras d’Além-mar."
(Homenagem do autor)
"Dia de embarque!...
Dia de lágrimas, dia de balbúrdia, de mil impressões tumultuosas e contrárias, com pragas furiosas sôbre os galegos, mil contas que surgem à última hora, uma compra que ia esquecendo, um abraço que esqueceu, e, por fim, um automóvel que nos despeja no cais, com o resto da bagagem, a cabeça esvaída, o boné para a nuca, arrazado de emoções."
(Excerto do texto)
Carlos Selvagem (1890-1973). Pseudónimo de Carlos Tavares de Andrade Afonso dos Santos. "Foi um militar, jornalista, escritor, autor dramático e historiador. Frequentou o Colégio Militar entre 1901 e 1907 onde lhe deram a alcunha (Selvagem) que mais tarde veio a incorporar no pseudónimo literário que adoptou. Formou-se em Cavalaria pela Escola do Exército e participou no Niassa e no norte de Moçambique na frente africana da Primeira Guerra Mundial."
Encadernação editorial inteira de percalina com ferros gravados a seco e a ouro nas pastas e na lombada. Assinatura de posse na guarda e na f. rosto.
Exemplar em bom estado geral de conservação.
Invulgar e muito apreciado.
Com interesse histórico.
Indisponível

08 fevereiro, 2014

SELVAGEM, Carlos – TROPA D’ÁFRICA (jornal de campanha dum voluntário ao Niassa). 2.ª edição - 3.º milhar. Porto, Renascença Portuguesa ; Rio de Janeiro, Luso-Brasiliana, 1920. In-8.º (18,5cm) de 367, [1] p. ; [12] f. il. ; il. ; E.
Ilustrado com desenhos no texto e fotogravuras em separado.
Memórias do autor, soldado em África durante a Grande Guerra.
“Aos sargentos e soldados do meu pelotão a cavalo;
Aos meus camaradas da Expedição ao Niassa;
Aos soldados portugueses da Grande Guerra;
Á memória de todos aqueles que, pela glória das quinas Portuguesas, teem mordido o pó em terras d’Alêm-mar.”
(Homenagem do autor)
“Dia de embarque!...
Dia de lágrimas, dia de balbúrdia, de mil impressões tumultuosas e contrárias, com pragas furiosas sôbre os galegos, mil contas que surgem à última hora, uma compra que ia esquecendo, um abraço que esqueceu, e, por fim, um automóvel que nos despeja no cais, com o resto da bagagem, a cabeça esvaída, o boné para a nuca, arrazado de emoções.”
(excerto do texto)
Carlos Selvagem (1890-1973), pseudónimo de Carlos Tavares de Andrade Afonso dos Santos, “Foi um militar, jornalista, escritor, autor dramático e historiador. Frequentou o Colégio Militar entre 1901 e 1907 onde lhe deram a alcunha (Selvagem) que mais tarde veio a incorporar no pseudónimo literário que adoptou. Formou-se em Cavalaria pela Escola do Exército e participou no Niassa e no norte de Moçambique na frente africana da Primeira Guerra Mundial.”
Encadernação editorial inteira de percalina com ferros gravados a seco e a ouro na pasta frontal e na lombada. Conserva a capa de brochura.
Exemplar em bom estado geral de conservação.
Invulgar e muito apreciado.
Com interesse histórico.
Indisponível

09 abril, 2013

SELVAGEM, Carlos – A BATALHA DE LA LYS E O MARECHAL GOMES DA COSTA. Palavras proferidas no acto de descerramento da lápida votiva na Cripta dos Combatentes em 9 de Abril de 1963. Lisboa, [s.n. – Composto e imp. na Tipografia da L.C. G.G.], 1963. In-8º (21cm) de 16 p. ; B.
“Aqui nos achamos pois convocados a uma comovente cerimónia, a que, para se lhe conferir o mais alto significado patriótico e militar, ocorreu à Direcção da Liga a inspiração feliz de reservá-la para o dia de hoje, data sagrada de mais um aniversário do sangrento prélio em que alguns milhares de soldados portugueses, sob o comando do General Gomes da Costa, mais uma vez souberam honrar, com soberba intrepidez, pelo sacrifício do sangue e da própria vida, as nobres tradições militares da velha grei, orgulhosa dos seus oito séculos de vida heroica. Assim, no mesmo acto votivo e no mesmo solene e austero cenário dum mausoléu de heróis, se entrelaçarão, os loiros das duas piedosas e gloriosas evocações – a do grande chefe militar que à honra e aos sagrados interesses da Pátria consagrou exaustivamente toda a sua vida de abnegados sacrifícios e as energias todas do corpo e da alma, e a dos milhares de humildes, anónimos combatentes que, pelo mesmo sagrado culto da Pátria então verteram o seu generoso sangue ou abnegadamente caíram para sempre, de armas na mão, no sangrento chão da batalha.”
(excerto do texto)

NO I CENTENÁRIO
DO MARECHAL
MANUEL DE OLIVEIRA GOMES DA COSTA
ÍNCLITO CIDADÃO
INTRÉPIDO SOLDADO
HOMENAGEM DA
LIGA DOS COMBATENTES
14 de Janeiro de 1863                     14 de Janeiro de 1963
Inscrição na lápida inaugurada

Exemplar brochado em bom estado de conservação. Falha de papel na parte inferior do livro, junto à lombada.
Raro.
Indisponível