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05 novembro, 2023

A SÉ CATEDRAL DE LAMEGO -
GUIA DO VISITANTE
. [Lamego], Edição da Paroquial da Sé, 1966. In-8.º (21x15 cm) de 23, [1] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Interessante guia da Sé de Lamego.
Acompanha a descrição pormenorizada do monumento fotografias a p.b. de alguns dos locais mais emblemáticos que integram o conjunto.
"Erigida no século XII, é constituída pela igreja de três naves, capela-mor, capela do Santíssimo Sacramento, sacristia e sacristia-pequena, torre dos sinos, claustro e suas capelas, casa do cabido, cartório e outros edifícios." (Introdução)
"O bispado de Lamego é de fundação antiquíssima e, pelo menos, já existia pelos anos de 572 da era de Cristo. Tomada a cidade pelos Mouros em 982, ficou sem prelado e assim continuou até que, depois de ter sido reconquistada por D. Fernando Magno em 1038 e de ter sido edificada a nova catedral por mandado do Conde D. Henrique, foi restaurada, sendo o seu primeiro bispo D. Mendo, eleito cerca de 1146."
(Excerto de Reconstituição Histórica)
Índice:
[Introdução] | Torre | Frontaria | Naves | Capela-mor | Capela do Santíssimo Sacramento | Sacristia | Sacristia-pequena | Claustro | Capelas do claustro: Capela de São Nicolau; Capela de Santo António | Coro-alto | Reconstituição Histórica | Notas.
Exemplar em brochura, bem conservado.
Muito invulgar.
15€

16 agosto, 2021

PESSANHA, D. José - A IGREJA DE NOSSA SENHORA DO POPOLO DAS CALDAS DA RAINHA EM 1656. Descripção e inventarios publicados por... Socio effectivo da Real Associação dos Archeologos Portuguezes e correspondente do Instituto de Coimbra. Proprietaria e editora, a Real Associação. Separata do Boletim da Real Associação dos Archeologos Portuguezes. Lisboa, Typ. da Caza da
Moeda e Papel Sellado, 1910. In-4.º (27 cm) de 12 p. ; B.
1.ª edição.
Importante subsídio para a história da Igreja de Nossa Senhora do Pópulo situada nas Caldas da Rainha.
"A Igreja de Nossa Senhora do Pópulo, também referida como Igreja Matriz das Caldas da Rainha (1500), integra o conjunto do Hospital Termal Rainha D. Leonor na freguesia de Nossa Senhora do Pópulo, cidade e concelho das Caldas da Rainha, distrito de Leiria, sub-região do Oeste, Portugal. Foi classificada como Monumento Nacional em 1910 (Decreto de 16-06-1910, DG, n.º 136, de 23-06-1910) e é hoje um dos elementos patrimoniais mais significativos do município.
A povoação de Caldas da Rainha, tal como a sua Misericórdia e Hospital, foram fundados pela rainha D. Leonor em 1485. Dez anos mais tarde o Papa autorizou a fundação de uma capela anexa, também ela sob a invocação de Nossa Senhora do Pópulo; em comunicação direta com o hospital através de um corredor abobadado, destinava-se ao acompanhamento espiritual dos doentes (no dia de chegada, era aí que se confessavam e comungavam para depois iniciarem os tratamentos).
Os elementos essenciais da igreja (nave e capela-mor) ficaram concluídos em 1500; o templo seria elevado a Igreja Matriz em 1510, ano em que foi terminada a torre sineira e instalaram a pia batismal. Diversas obras de beneficiação e reabilitação teriam lugar ao longo dos anos, entre as quais a construção do coro-alto (1544-46), a inclusão de elementos decorativos em talha, pinturas e esculturas (1518, 1533, 1639, 1659, 1675, 1732, 1750, etc.), o revestimento em azulejo (1658-59), ou a instalação de um novo órgão, doado por D. João VI (1825)."
(Fonte: wikipédia)
Opúsculo muito valorizado pela dedicatória autógrafa do autor.
José Maria da Silva Pessanha (Lisboa, 1865-1939). Aristocrata. Académico, professor, historiador de arte e arqueólogo. Publicou, entre outros trabalhos, A História das Indústrias Artísticas em Portugal (1904) e a conferência A Porcelana em Portugal -.A Fábrica da Vista Alegre (1924). Leccionou na Escola de Belas Artes de Lisboa e exerceu funções de conservador da Torre do Tombo.
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Cansado, ligeiramente oxidado.
Raro.
15€

20 setembro, 2019

SEGURADO, Jorge - BOYTAC E A CAPELA DE NOSSA SENHORA DO PÓPULO. [Por]... Da Academia Nacional de Belas-Artes. Lisboa, [s.n.], 1977. In-4.º (28,5 cm) de [4] p. ; [1] f. il. (15-18 pp) ; B.
1.ª edição independente.
Separata de Belas-Artes N.º 31.
Ilustrada extratexto com uma bonita estampa da capela impressa sobre papel couché.
"É na verdade uma sucinta comunicação que faço no intuito de contribuir para o esclarecimento da génese da Capela que a Rainha D. Leonor mandou erguer na notável instituição do Hospital das Caldas da Rainha. [...]
Havendo como há, bem patentes duas unidades de traças com díspares escalas, feições e até de espírito criador, é lógico deduzir-se que dois homens, duas distintas personalidades de artistas, aqui actuaram. O primeiro, naturalmente estabeleceu a traça do conjunto, nas duas fazes de trabalho, quer da planta quer de alçados e ainda, ergueu a Capela-mor como habitualmente se fazia ao iniciar-se a fábrica de uma igreja.
É de supor que esse primeiro mestre do serviço régio de D. João II tenha sido de facto, Mateus Fernandes... [...]
Na realidade, a obra do Hospital de D. Leonor iniciou-se em 1485. Dois anos depois já funcionava. E entretanto Mateus Fernandes em 1497 já está a dirigir as obras do Mosteiro da Batalha. Assim nas Caldas até o final da construção em 1500, alguém na ausência de Mateus Fernandes continuou a ordenar e a erguer o que faltava à capela de Nossa Senhora do Pópulo. Boytac deve ter sido esse alguém e até com autoridade de superintendência nas obras do Rei e completando o que faltava fazer: o corpo da nave e todos os acabamentos exteriores. [...]
Em conclusão: A Capela de Nossa Senhora do Pópulo foi obra, presumivelmente traçada pelo Mestre Mateus Fernandes, tendo tido interferência complementar de Diogo Boytac, patenteando o seu conjunto de personalidades, bem distintas dos dois mestres."
(Excerto do texto)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível

03 abril, 2018

A IGREJA DE PAÇO DE SOUSA - BOLETIM DA DIRECÇÃO GERAL DOS EDIFÍCIOS E MONUMENTOS NACIONAIS. N.º 17 : Setembro de 1939. [Lisboa, Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais : Ministério das Obras Públicas e Comunicações, 1939. In-4.º (25,5cm) de 28, [52] p. il. ; [2] desd. ; B.
1.ª edição.
Monografia sobre a igreja de Paço de Sousa, porventura a mais completa que sobre este templo se publicou, e que integra a apreciada colecção "Boletim" da Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (1935-1990).
Ilustrada no texto com bonitos desenhos e em separado com 61 figuras impressas sobre papel couché - distribuídas por 52 páginas -, duas delas desdobráveis.
"Nos últimos anos do século IX, quando D. Afonso III, rei de Oviedo, firme no propósito de continuar a obra de seu pai e avós, acometia com vária fortuna as hordas agarenas que desesperadamente se opunham ao avanço dos cristãos para o sul da Península, um aventureiro de boa estirpe, o moço Arnulfo, terceiro filho de Gui, duque de Espoleto, e da famosa Agiltrudes de Benavente, transpôs os Pirinéus, atravessou a Biscaia pacificada e apresentou-se no arraial do sucessor de Pelágio, para combater sob a sua signa à frente dos amigos e homens de armas que consigo trouxera. Bem acolhido pelo monarca e cioso de honrar as tradições herdadas de pai e mãi, o voluntário expatriado logo se distinguiu entre os que mais bravamente procuravam exterminar a gente eslamita. Em tôdas as batalhas ou simples fossados, e sobretudo nas encarniçadas pelejas que antecederam a tomada de Lamego, Viseu e Coimbra, sempre os seus feitos de armas confirmaram sem nenhum desar, tanto no campo cristão como no sarraceno, a fama de valor que de além-fronteiras o acompanhara.
Para prender definitivamente ao seu reino um cavaleiro de tamanho esfôrço, D. Afonso III, depois de premiar com generosas doações os serviços que êle lhe prestara, decidiu casá-lo com uma das mais pretendidas donas da sua côrte, a nobre Ermezenda Eriz, filha do Conde de Lugo. Sustituídos assim, por novos e quási indestrutíveis laços, os laços que de longe o atraíam, o filho do Duque de Espoleto fixou-se para sempre nos limites do primeiro reino cristão da Espanha - e foi, pelo crescimento e lustre da sua descendência, um dos cinco mais famosos genearcas da Nobreza de Portugal. Entre linhagistas é conhecido pelo nome de D. Arnaldo de Baião. [...]
Do mais vélho de seus filhos - Goido ou Gui, como o avô - nasceu no segundo quartel do século X, com honras de primogénito, outro varão que entrou na história da família com o nome de Trocosendo Guedas. Êste, depois de haver pelejado contra os sarracenos durante a vida inteira, como os seus maiores, não se descuidou (também como êles) de carear a misericórdia divina com uma grande fundação pia, quando o pêso dos anos o inclinou para a sombra do túmulo. A liberalidade com que realizou êsse desígnio se deve o mosteiro beneditino de Paço de Sousa, edificado quási ao mesmo tempo em que Sueiro Guedas, também filho de Goido, fundava perto de Barcelos, movido por idêntico receio, outra casa monástica igualmente destinada aos religiosos de S. Bento.
A construção do mosteiro de Paço de Sousa, que se diz iniciada em 998, estaria já concluída quando Trocosendo Guedas faleceu? Ignora-se. É lícito supor, entretanto, que os beneditinos se estabeleceram ali durante os últimos anos de vida do fundador e que algumas obras de maior vulto foram depois empreendidas por seus descendentes ou sucessores imediatos, para remate, senão amplificação, dos primitivos."
(Excerto de A igreja de Paço de Sousa (notícia histórica))
Matérias:
A igreja de Paço de Sousa (notícia histórica). A igreja de Paço de Sousa: I - Antes da restauração. II - A restauração. Estampas.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Com interesse histórico.
Indisponível

23 agosto, 2016

MOTTA JUNIOR, José Carlos - MEMORIA HISTORICA DA VIRGEM SANTISSIMA IMMACULADA NOSSA SENHORA DO SAMEIRO. Por... Braga, Imp. Commercial, [1904]. In-8.º (22cm) de 16 p. (inc. capas) ; B.
1.ª edição.
Raro e interessante subsídio para a história do Santuário do Sameiro, publicado por ocasião do cinquentenário da Definição Dogmática da Imaculada Conceição. Inclui um poema inédito - No monte Sameiro.
Na capa: Invulgar fotogravura de época do Santuário.
"A ideia de levantar o monumento á Virgem Immaculada de Nossa Senhora da Conceição na serra do Sameiro foi iniciada pelo Padre Martinho e Padre Manoel, capellão no Bom Jesus do Monte, ao declinar do sol em passeio áquelle formoso local. [...]
Iam os dois sacerdotes de caminhada subindo a alpestre serra do Sameiro, e a sua conversação incidiu sobre o formosissimo horisonte que d'ali se alonga: eis que o Padre Martinho exclama:
Existe em Roma na Piaza de Hespagna, em frente da Propagande Fide, um monumento levantado por Pio IX em honra da Immaculada Conceição, que está colocada sobre uma magnifica columna de marmore, a estatua da Virgem. Em França, na cidade de Puy sobre a rocha Cornelia.
Não seria possivel levantar n'este local um monumento á Virgem da Immaculada Conceição?, pois seria uma empreza que muito concorreria para gloria de Deus e culto da Virgem Immaculada. Ao mesmo tempo testemunharia ás gerações vindouras a dedicação e zelo dos portuguezes pelas glorias da Virgem Immaculada Padroeira do Reino que El-Rei D. João IV mandou jurar este seu privilegio na Universidade de Coimbra."
(excerto do texto)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas frágeis com defeitos.
Raro.
Sem registo na BNP.
Indisponível

09 outubro, 2015

BARREIROS, Cónego Manuel de Aguiar - DUAS OBRAS INCOMPARÁVEIS DE ESCULTURA RELIGIOSA. Braga, [s.n. - imp. Oficinas Gráficas «Pz», Braga], 1946. In-4º (24,5cm) de 14, [2] p. ; [2] f. il. ; B.
1.ª edição.
Ilustrada em separado com duas gravuras alusivas ao tema, impressas sobre papel couché.
"Em «A Alma da Alma do Sameiro» ficou dito que as esculturas do altar e retábulo de Nossa Senhora do Sameiro têm a autoria do extraordinário quanto modesto escultor Américo Gomes. A elas se fez, então, referência, se não pormenorizada, ao menos assás persuasiva da sua grande beleza. Isso, todavia, não impece que a duas delas - o delicioso baixo relevo do frontal do altar e o majestoso grupo da Trindade que, no entablamento do retábulo, se ostenta abrangido pelo ático - não houvera de as acompanhar um estudo especial; que assim o exigem a concepção e execução maravilhosas destes trabalhos de arte, a bem dizer, espiritualizada, numa perfeita aliança da beleza da forma com a beleza da ideia."
(excerto da introdução)
Matérias:
- O baixo relevo da Natividade de Jesus.
- O grupo escultórico da Trindade.
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Ausência da f. anterrosto.
Manuel Aguiar Barreiros (1874-1961). “Fundador do Tesouro-Museu Professor de Arqueologia e Arte no Seminário Conciliar de Braga, Manuel Aguiar Barreiros nasceu na freguesia de Santa Maria Maior, na cidade de Viana do Castelo, em 28 de Junho de 1874, vindo a falecer a 31 de Agosto de 1961, com 87 anos de idade. Ficou sepultado, em Braga, no cemitério de Monte d'Arcos. Foi o principal colaborador do Arcebispo D. Manuel Vieira de Matos (1922-1932) no processo de reconhecimento oficial do Estado da criação do «Tesoiro de Arte Sacra, que ficará a cargo do Cabido da Sé, a fim de ser evitada dispersão dos objectos daquele género de considerável valor artístico ali existentes», como se lê no Decreto de 25.03.1956. Como seu primeiro organizador e director, inventariou e organizou o que existia disperso pela Catedral. Adquiriu várias peças. Algumas, como a Cruz da primeira Missa no Brasil, são oferta sua. Restaurou o que era urgente conservar. Todas foram estudadas, com dedicação e profundidade, e referenciadas, depois, no seu "Catálogo e Guia do Tesouro Museu da Sé Primaz" (1954). Durante vários anos, "A Catedral" (título de uma obra sua) nos seus estilos e pormenores foi objecto de aturado e refinado carinho."
(in http://www.diariodominho.pt)
Invulgar.
Indisponível

19 setembro, 2015

AZEVEDO, António de - O MAUSOLÉU DE S. FRUTUOSO DE BRAGA. Guimarães : 1961-1964. Braga, [s.n. - Livraria Cruz], 1965. In-4º (26,5cm) de 48 p. ; mto il. ; B.
1.ª edição.
Bonita monografia, totalmente impressa sobre papel couché, ilustrada com desenhos no texto e fotogravuras em página inteira.
"A Capela de São Frutuoso ou Capela de São Frutuoso de Montélios, situada em S. Jerónimo de Real (Braga), é uma pequena capela datada da segunda metade do século VII, ou seja pré-românica. «Montélios» é a tradução de «Monte Pequeno». Nas «Inquirições» do rei D. Dinis esse local é chamado de «Montêlhos». Diversas doações do séc. IX e X, falam neste monte, as quais estão patentes no livro ’’Fidei’. Esta capela de traça visigótica, parece ter sido inspirada nos Mausoléus bizantinos. O seu interior pode considerar-se como um verdadeiro exemplar da Arquitectura islâmica. Foi mandada edificar por São Frutuoso, bispo de Braga e de Dume e daí o seu nome actual. Inicialmente foi-lhe dado o nome de capela de São Salvador de Montélios. Durante o século XVII, foi incorporada no Convento de São Francisco.
Ao longo da sua existência, esta capela sofreu diversas alterações. Durante a ocupação moura grande parte deste templo foi destruído, tendo sido reconstruído durante os séculos X e XI, o que lhe deu um aspecto visigótico.
Esta capela foi classificada como Monumento Nacional (Decreto 33 587, DG 63, de 27 de Março de 1944)."

(in wikimapia.org)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível

05 setembro, 2015

BARREIROS, P.e Manuel d'Aguiar - A CAPELLA DOS "COIMBRAS". Dedicada a Nossa Senhora da Conceição da Guia em Braga. Porto, Marques Abreu, 1922. In4º (25cm) de 15, [1] p. ; [12] p. il. ; B.
1.ª edição.
Muito ilustrada com fotografias e desenhos esquemáticos da Capela em folhas separadas do texto.
"Como é sabido, o denominado estylo Manuelino resultou da combinação do estylo ogival florido, ou flamejante, e da Renascença. Foi assim que, em identidade de circumstancias, se constituiram, nos fins do seculo XV e principios do seculo XVI, o Primitivo, na Italia; o de Francisco I, na França; o da Rainha Izabel, na Inglaterra; o Plateresco, na Hespanha.
Distinctos entre si pela feição especial de cada um, não obstante a communidade do ideal acariciado por este periodo de transição, d'entre elles é, sem duvida, para nós e, somos tentados a dizel-o, para todos quantos o teem estudado, o Manuelino o mais interessante. [...]
Do lindo palacete dos Coimbras, demolido, não vae ha muito tempo, pela inesthetica rasoura dos alargamentos camararios, nada remanesce, a não ser as cantarias de algumas suggestivas portas e janellas e o vistoso alfarge do salão nobre, guardados á espera de uma futura reconstrucção, desde logo intentada pelo culto e illustre representante actual da nobre familia, o Ex.mo Snr. D. José de Lencastre.
De pé ficou sómente a capella, a qual, felizmente, as bandeirolas do municipio não abrangeram; e, se é certo já ter desmerecido, que parte, do primitivo donaire, por abafada, no principio do seculo XVIII, pela construcção da capella de Santo Antonio o Esquecido, arrimada, no alto, ao flanco oriental, e, mais ainda, pelo accrescentamento da Egreja parochial de S. João do Souto, que lhe escondeu inteiramente a face do norte, nem por isso ella deixa de  impôr-se á consideração de todos, pelo marcado destaque e peregrina belleza que a caracterisa, sem rival, no paiz."
(excerto do texto)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas sujas, levemente oxidadas.
Invulgar.
Indisponível