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sábado, 18 de julho de 2020

Hungaroring
























A Hungria recebendo a Fórmula 1 pela primeira vez.

200.000 pessoas!

sexta-feira, 17 de julho de 2020

Tá doido!



Pode puxar!

Grama

























Circuito de Hungaroring nos anos oitenta.

Zebrinha e grama alta, parecendo mais um canteiro.

Interessante.

Historicamente os brasileiros costumam se dar bem na Hungria.

Piquet, Senna e Barrichello já subiram no lugar mais alto do pódium por lá.

terça-feira, 7 de agosto de 2018

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Húngaras




























Retratos.

Não foi só a corrida.

Dificuldade para a geração de Magnussen e Vandoorne.

A tensão da torcida embolou os lugares.

E ainda aconteceram os testes.

Há muita qualidade vindo por aí.

O simpático e humilde Lando Norris.

A esperança de Robert Kubica.

E o talentoso Charles Leclerc.

Acho que todos estarão em breve no grid da Fórmula 1.

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Fado

























Há muito tempo atrás num autódromo muito, muito distante...

2007.

Hungaroring foi o palco escolhido pelo destino.

Ali Fernando Alonso teve sua vida mudada.

Uma trajetória vencedora se tornou uma coleção de destinos equivocados.

O espanhol nunca imaginou que sobre aquele menino havia uma profecia.

Seu jovem companheiro iria ganhar o mundo.

Havia uma guerra dentro da McLaren.

Ferdi sabia que os britânicos protegeriam os seus.

Vingança.

Chantagem.

Houve de tudo em Budapeste.

Passado.

No presente a história se repete.

Outro cenário.

Claro.

E personagens.

Mas também é tempo para decisões.

O destino sorri novamente ao brincar de embaralhar os caminhos.

A Ferrari precisa ser excelente.

Se vencer, melhor ainda.

E assim convencer Sebastian Vettel.








terça-feira, 25 de julho de 2017

Clipping





























C'est la vie.

DTM, WEC, WTCC...

Não importa muito a sigla.

São menores.

Auf Wiedersehen

A Mercedes anunciou de forma abrupta que deixará a tradicional categoria
de carros de turismo da Alemanha e moverá suas forças para a Fórmula E.

Depois do acontecido, faz sentido.

A noviça categoria elétrica ainda oferece menos visibilidade que a Deutsche
Tourenwagen Masters.

Mas demonstra capacidade de crescimento por desejar atingir todo o planeta
com seu calendário.

Invadindo as ruas das cidades.

E ainda permite o ganho de mais uma plataforma para preparação de pilotos
numa categoria de monoposto.

Lembre-se que Pascal Wehrlein e Esteban Ocon tiveram passagem pela DTM.

Nos próximos anos os meninos cuidados pela Estrela de Prata deverão estagiar
nos elétricos.

Detalhe.

A mudança está sendo feita de forma cuidadosa.

Pois o plano da marca alemã é dominar tanto a F1 quanto a Fórmula E.

Olhando os pilotos da marca que competem na DTM, somente os austríaco
Lucas Auer possui possibilidade de ascensão hoje.

Auer estará nos testes de Hungaroring da Fórmula 1 pilotando uma Force India.

Repare que BWT (que pinta os carros de rosa) já sabendo de toda a movimentação
(Mercedes - DTM) se antecipou e fechou acordo de patrocínio com o time de Vijay
Mallya (Force India).

Garantindo assim sua presença num time ligado a Mercedes na F1.

Para fechar, o nome de Nico Rosberg foi citado como sendo ligado nessa tomada.

Será?

Senta e Toma um Café

A Honda diz duas coisas.

Que fica com a McLaren em 2018.

E que ainda conversa com a Sauber.

A Vaga na Williams

Foi interessante ouvir de Jenson Button que ele possui proposta da Williams.

Outro dia falei de Alonso.

Claire parece buscar uma estrela para atrair patrocinadores.

Em suas palavras.

"Qualquer motorista que fizer o mesmo que Felipe (Massa), estará apto
a tomar o cockpit no próximo ano."

Assim nada certo para 2018.

Filho Pródigo

Falando nisso, Valtteri Bottas precisa confirmar seu posto na Mercedes.

Pelo que eu entendi, não há volta para Grove.

Teste

Mais uma da Williams.

Luca Ghiotto foi escalado ao lado de Felipe Massa nos testes da Hungria.

Italiano e piloto da F2.

Registros.

Ghiotto disputou de forma ferrenha o título da GP3 com Esteban Ocon
em 2015.

E por pouco não teve uma chance com a Red Bull depois disso.

(Helmut Marko, por vezes, é severo demais)

Futuquei a história e não achei nada demais.

Porém eu sei que tem coisa aí.

Ninguém consegue um teste do nada sem mais nem menos.

Conta

"Não entendo como temos (F1) apenas 5 patrocinadores e a Nascar possui 43."

Chase Carey.

Conta 2

A UPS renovou seu acordo com a Ferrari.

A Philip Morris continua sendo o maior apoiador.

Se você não sabe, a dona da marca Marlboro ainda tem contrato até 2019
com a Scuderia Italiana.

Hungria

Sem pânico.

Nós ainda temos algo.

A tendência é vermos Ferrari e Mercedes mais próximas.

Por conta das características do autódromo.

Que é bem diferente de Silverstone.

Mais.

Como a potência do motor não deverá ser o fator determinante, e nessa
altura do campeonato, todos esperam que Red Bull e McLaren apresentem
uma performance melhor do que nas praças anteriores devido ao fator
aerodinâmico.

O crescimento das Flechas de Prata é evidente.

Trouxe sucessivas melhorias no peso, aerodinâmica e mecânica em Barcelona
e Montreal.

Outro fator que fez diferença contra a Ferrari, depois da Áustria, é o questionamento
na FIA sobre o fundo do carro, que acabou tendo que ser alterado com uma pequena
vedação que deixou Gina mais instável.

Achar o setup ficou difícil e trabalhar no limite dificulta o trato dos pneus.

Mostrar que acharam o caminho novamente é essencial para os italianos.

O Holandês Voador

A movimentação do mercado deve obrigar a Red Bull a rever seus planos
com Max Verstappen.

Sim.

Há um contrato sem brechas até 2019.

Entretanto ele precisa receber tratamento de estrela para continuar.

E isso significa novos valores.

Já aconteceu algo parecido no passado na mesma casa do energético
quando Vettel começou a colecionar vitórias.

E títulos.

Os novos vencimentos de Verstappen não devem chegar ainda aos
30 ou 40 milhões de euros anuais dos campeões.

Algo em torno de 20 milhões de euros a partir do ano que vem, com
uma renovação para mais três temporadas deve fechar o acordo.

Assim o holandês estaria com 100 milhões de euros na conta ao final
do novo ciclo (2022).

Nada mal.




















sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Foi
























A vizinhança detectou movimentos estranhos em Hungaroring.

Mais tarde o som deixou claro que na pista andava um bólido da Fórmula 1.

Piloto (capacete branco), carro (branco), caminhões e equipe sem qualquer
identificação.

Acho que Lance Stroll começou o seu programa de testes com uma Williams
de 2014.

A estreia na categoria máxima do automobilismo está próxima.

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Duelo








































Bom dia petrolheads!

Ayrton Senna e Nelson Piquet.

1986.

Hungria.

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Clipping




























Reparou na diferença?

A largura do pneu do ano que vem chama a atenção!

E muda tudo.

Por isso os times já estão trabalhando firme para a próxima temporada.

Adrian Newey não esconde sua empolgação.

Para não passar em branco, nos últimos dias, Pierre Gasly conduziu o RB10
no circuito de Valellunga seguindo com a programação de testes da Pirelli.

A Force India anda fazendo experimentos no túnel de vento da Toyota
localizado na Alemanha.

Falando nisso, a relação (ou a falta dela) túnel de vento / pista tem sido a
causa dos maiores problemas da Williams em 2016.

A Petrobras parece firme em continuar na categoria máxima do automobilismo.

Além da tentativa de criar um vínculo com a Renault através da Toro Rosso,
os números mostram que seus investimentos tendem a crescer na Fórmula 1.

Do ano passado pra cá, já houve um aumento de 8 milhões de euros no
seu aporte.

A procura por novas frentes demonstra que o montante pode ultrapassar
facilmente 30 milhões de euros anuais em 2017.

Esteban Ocon, figurinha carimbada na Renault para o ano que vem, foi
confirmado no primeiro treino livre na Hungria.

Aliás, os atuais dois pilotos da escuderia francesa seguem com o futuro
incerto.

Hungaroring com novos sensores em algumas curvas.

A FIA pode ter gostado da brincadeira de vigiar quem gosta de ultrapassar
os limites da pista.

Com todas as portas fechadas, Felipe Nasr parece abraçar a Sauber.

(apesar de um boato - boato!! - com a Haas)

O brasileiro admite a necessidade do patrocínio do Banco do Brasil para
seguir ao lado de Marcus Ericsson na próxima temporada.

Sauber que foi vendida para a Longbow Finance S.A.

Empresa que é o braço financeiro da Tetra Pak.

Mas por que uma instituição financeira compraria o time de Hinwil?

Lembra da Genii Capital com a Lotus?

É a mesma coisa.

O luxuoso paddock da Fórmula 1 é um dos melhores ambientes do mundo
para fomentação de novos negócios.

Um lugar mágico para encantar clientes.

Atrair novos investidores a olharem para sua vitrine e adquirirem seu produto.

Simples.

O Tordo diz que James Allison pode dizer adeus a qualquer momento para
a Ferrari.

O projetista inglês tem ido pouco em Maranello.

Suas faltas são constantes.

Talvez os motivos estejam na atual situação da Scuderia Italiana mais a
perda recente de sua esposa.

Ou uma proposta da McLaren.

Não sei.

O que sei é que James Key (Toro Rosso) recebeu uma proposta dos italianos.

Recusada.

(assim como fez Ross Brawn)

Brawn que chegou a dizer que a Ferrari precisa de tranquilidade.

Um recado.

Sebastian Vettel não está indiferente para a falta de rumo.

É de sua estirpe (assim como Alonso e Hamilton) querer vencer sempre.

Ele vai esperar o bólido do ano que vem.

E ver os resultados.

Mas em todo caso já sondou Toto Wolff para saber até quando ele pretende
contar com Nico Rosberg.

Lewis pode não ter gostado da aproximação do rival.

E, marcando território, disse querer ficar na Mercedes por mais cinco
temporadas.

Interessante.

O mercado de pilotos?

Lance Stroll e Jenson Button colocam suas sombras sobre a Williams.

Sergio Perez se recusa a confirmar sua permanência na Force India,
apesar de Vijay Mallya ter dito que ele continua.

(o mexicano trata de uma possibilidade com a Renault)

E a Manor já começou a leiloar o lugar de Haryanto.

Por fim.

Um exemplo de ousadia para o ano que vem.

Asas da imaginação!












sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Rascunho Atrasado























O Team Haas.

Com a cabeça de Teddy Mayer e as mãos de Patrick Tambay e Alan Jones.

Coração Ford.

1985.

Estamos naquele período de vácuo.

Entre o final da temporada e o início dos testes de inverno.

As notícias diminuem.

O Blog não vai parar.

Há muito no estoque.

Falta tempo para escrever mais!

Agora foi a vez de Toto Wolff confirmar a informação de que Max Verstappen
está na mira da Mercedes.

Informação conhecida dos leitores deste espaço.

Porém o comandante da Mercedes não vai brigar pela promessa.

Wolff quer que Verstappen resolva com a Red Bull se quer sair ou não.

Você sabia que (antes do veto de Ron Dennis) a Honda disse para a Red Bull
que o preço da sua unidade de força era de 35 milhões de euros?

Falando ainda sobre os energéticos, quem encerrou sua relação com a Red Bull
foi o português Felix da Costa.

Depois de Peugeot e Audi, agora é a vez da Jaguar se juntar à Fórmula E.

A marca inglesa está sendo conduzida pela Williams, que fornece as baterias
para a categoria elétrica.

Outra.

A Mahindra passou a ser controladora do lendário estúdio Pininfarina.

Novos tempos.

Palco da melhor corrida de 2015, o circuito de Hungaroring foi todo reformado.

Colocaram até um asfalto novo.

Navegando dentro do portfólio da Volkswagen, Stefano Domenicali poderá
trocar a Audi pela Lamborghini.

Aldo Costa não quer saber de mudanças no regulamento para 2017.

O desenhista do foguete da Mercedes está mais do que feliz com o Status Quo.

Os acionistas da Aston Martin não estão empolgados com essa tal de Fórmula 1.

Por fim.

Na confusão entre os pilotos da Mercedes em Spa-Francorchamps do ano passado,
Flavio Briatore elaborou uma proposta de troca.

A Ferrari cederia Fernando Alonso para que Lewis Hamilton deixasse a estrela de
prata e rumasse para Maranello.

A própria Scuderia Italiana tratou de matar tal possibilidade.

Em segredo, o acordo com Sebastian Vettel já havia sido concretizado.

Briatore não desistiu.

As insatisfações recentes de Toto Wolff trazem uma nova esperança.

A McLaren não ficaria triste se algo do tipo acontecer.

Apesar das aparências, existem muitos questionamentos sobre o piloto
espanhol.

Possibilidade?

A esperança é a última que morre.

Mas morre.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Tá doido!





















Índole.

s.f. Reunião de características e particularidades do indivíduo
que estão presentes desde o nascimento; caráter.

Figurado. Propensão natural, disposição, inclinação, gênio,
temperamento.

sexta-feira, 21 de março de 2014

Quebrando as regras


























Ontem estava vendo a reprise de algumas etapas da Fórmula 3 deste ano.

Um dos degraus para se chegar a Fórmula 1.

Fiquei pensando como a base costuma premiar pilotos que possuem um certo estilo
de pilotagem.

Os conservadores.

Diferente da maioria eles acumulam pontos.

Evitam as confusões.

A ânsia desesperada pela vitória.

Os arroubos da juventude que na maioria das vezes termina em bobagem.

Não são impetuosos.

Preservam seu equipamento.

E assim vão herdando posições.

Ao final da temporada estão lá, no topo do ranking.

Em destaque.

Sendo cobiçados pela Fórmula 1.

Categoria que também sempre premiou essa postura.

Basta olhar os grandes campeões.

Juan Manuel Fangio, Jackie Stewart, Emerson Fittipaldi, Niki Lauda, Nelson Piquet...

Outros que sempre pilotaram no limite, mesmo sendo rápidos, acabaram por abrir mão
de títulos.

Veio na sua mente Gilles Villeneuve? Nigel Mansell?

É isso.

Mas então aconteceu a ruptura.

Veio o divisor de águas.

Apareceu um piloto que andava no fio da navalha e vencia!

Corridas, campeonatos!

Acabou com a lógica.

Ayrton Senna mudou a Fórmula 1.

Para sempre.

A categoria subiu um degrau.

Depois dele, se alguém quisesse vencer precisava fazer mais.

A zona de conforto havia terminado.

E ninguém gostou da mudança.

Para ultrapassá-lo na Hungria, Piquet teve que fazer a manobra mais linda
da história da categoria.

Fugindo de seu "Modus Operandi".

De suas linhas limpas de pilotagem.

Não havia outra maneira.

Era isso ou aceitar a derrota.

Prost, gato escaldado, usou cláusulas de contrato para evitar o embate.

O nível subiu.

O público percebeu.

E gostou do que estava vendo.

Foi assim que o cara se tornou um mito.

Não falo do Brasil.

No mundo inteiro.

Japão, Austrália, toda Europa, Estados Unidos...

Vieram então dois fatos.

A morte de Senna e a escalada de Michael Schumacher.

Somados, esses dois acontecimentos quase mataram a categoria.

As pessoas estavam mal acostumadas.

E a Era Schumacher trouxe a mesmice e o enfado de volta.

Um robô pilotando a máquina perfeita.

Uma chatice sem tamanho.

Ao final de seu sétimo título mundial apenas os viciados continuavam em
frente a TV.

Quem aguentava assistir aquilo?

Ainda bem que acabou.

Surgiram então novos rostos.

Fernando Alonso, Sebastian Vettel e Lewis Hamilton.

Pilotos que combinam a audácia com a técnica refinada.

Com eles toda uma geração de afobados.

Que ótimo!

Quando Jenson Button, fugindo de suas características, caçou Vettel no Canadá,
na temporada passada, minha mente viajou.

Fui até 1986.

Em Hungaroring.

Porque se esperasse, o inglês nunca venceria a corrida.

A Fórmula 1 voltou a respirar os bons ares da competição.

Torço para que continue assim.

Premiando a ousadia.

Deixando de lado pilotos insípidos.

Porque enquanto pudermos ver tipos imprevisíveis vencendo, seremos 
mais felizes.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Up to Date























Alonso x Red Bull

Primeiro duas coisas:

1 - Vazou bonito. Tudo que estamos lendo sobre o contato do piloto espanhol com a
Red Bull é verdade.

2 - Agora, sair da Ferrari é outra história.

A coisa toda pegou muito mal. O assédio da Red Bull e a possibilidade aberta por
Alonso e seu empresário.

Tudo indica que há muita insatisfação dentro da Scuderia Italiana.

O piloto não cansa de elogiar Adrian Newey e seu trabalho.

Se isso não causa um mal estar entre os italianos podemos dizer que todos têm sangue
de barata.

O que sabemos não ser verdade.

O verão europeu promete.

Tá com dinheiro?

A Ferrari apertou a Sauber.

Quer receber o que lhe é devido.

E não é pouco...

Pneus F1

Alguns falam em movimentos da Michelin.

No entanto a Pirelli está selando acordos com as equipes.

Preto no Branco

A Hungria renovou seu acordo com a Fórmula 1 até 2021.

Posso adiantar que com valores bem mais em conta que em outras praças.

Apoio

Com as contas no limite, a Lotus não esconde de ninguém suas dificuldades em
acompanhar as evoluções das equipes mais ricas.

O alívio pode estar próximo.

Existe um grande patrocinador chegando.

Os valores envolvidos são bem altos e por isso a negociação tem sido demorada.

O Cara

Falando em Lotus, a evolução de Romain Grosjean salta aos olhos.

Menos um?

A legislação local sobre impostos pode fazer com que o GP da Índia deixe o calendário
da Fórmula 1.

Mundo Árabe

Estão falando em usar a pista de Dubai para testes.

Felipe Massa

Por que o Nicolas Todt, empresário do brasileiro, não procura a Red Bull também?

Do jeito que a coisa está...

Na foto: quem seria o favorito?

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Colorido











































Bom dia a todos.

Pro feriado não passar em branco!

terça-feira, 24 de julho de 2012

Up to date























Bom dia a todos.

Arrumando a casa

Os acordos de bastidores com Bernie Ecclestone estão atrasando a vida da Mercedes.

Mas tudo parece estar sendo resolvido.

Outra pedra no sapato é o caso Schumacher.

O desejo é se livrar do heptacampeão.

Assim poderão ir com força total caçar um piloto de ponta no mercado.

Fogo baixo

A Ferrari quer acabar com as especulações sobre Felipe Massa.

Pelo menos por enquanto.

Na cabeça de Maranello, nada deve atrapalhar a caminhada de Fernando Alonso.

No entanto fontes dizem que Galvão Bueno está certo.

O piloto brasileiro está realmente sob avaliação.

Suas performances em Hockenheim e Hungaroring vão pesar na decisão.

Na foto: antes da internet, as pessoas se sentavam juntas e conversavam.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Instagram



















Bom dia a todos.

Hungria. 1994.

O italiano Alessandro Zanardi com sua Lotus.

domingo, 31 de julho de 2011

Up to date






















Movimentada essa corrida na Hungria. Culpa da chuva que deu um tempero especial a coisa.
No Twitter, coloquei no palpite que Lewis Hamilton venceria. Quando soube que a pista estava
molhada, pensei: acertei fácil!

Porém, não foi nada disso e Button cruzou a linha de chegada em primeiro. A McLaren teve
um poder de recuperação na temporada que mostra a sua grandeza. E acho que o culpado é
esse que se pode ver clicando aqui .

Não gosto do Button e acho o Hamilton infinitamente superior a ele. Mas, até por ser muito
novo, acho que Lewis ainda precisa de um escudeiro e não de um adversário dentro da equipe.
Enquanto não for assim, a Red Bull agradece.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Magyar

















A Fórmula 1 desembarca na Hungria para a última etapa da temporada antes da parada
de agosto.

O circuito de Hungaroring, que foi construído em apenas dez meses, não era a primeira
opção de Bernie Ecclestone no bloco socialista para receber a Fórmula 1.

Seu desejo, na época, era que a corrida acontecesse na União Soviética.

Porém, a burocracia e a dificuldade de se achar a localização ideal alteraram seus planos.

Parece ser um sonho antigo levar o circo para Moscou.

Talvez, a imagem que vem a memória de todos em Hungaroring, seja a da ultrapassagem
lendária de Nelson Piquet sobre Ayrton Senna, em 1986.

Ao final da prova, o francês Alain Prost deu declarações se rendendo ao talento dos brasileiros.

Os dois estavam dando um verdadeiro show naquela temporada.

Sobre a pista, Senna comentou certa vez:

"Não se pode errar nem um milésimo.

É ficar próximo ao guard-rail a cada segundo, com manobras a todo instante, sem tempo de
olhar o retrovisor.

Se errar, tá fora da pista".

O sobrinho que se cuide...

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Limite























Uma imagem de Senna passando da zebra e jogando terra e grama pra todo lado. Seu
histórico na fórmula 1, com 3 tíulos mundiais, 41 vitórias, 65 pole positions e a marca de
6 vitórias em Mônaco (uma das poucas que Schumacher não bateu), é impressionante,
mesmo 17 anos após sua morte.

É uma pena que nunca chegaremos a saber até onde iriam esses números, devido ao acidente
em Ímola. A lembrança que eu tenho dele é que sempre andava no limite, tirando o máximo
do carro. A foto é de 1986, no circuto de Hungaroring.