Memórias de muitos anos de reportagens. Reflexões sobre o presente. Saudades das redacções. Histórias.
Hakuna mkate kwa freaks.











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sábado, outubro 22, 2011

DIGNIDADE (reportagem no Sudão)

quarta-feira, julho 20, 2011

Não sei, meus filhos, que mundo será o vosso...

terça-feira, maio 03, 2011


http://letrasdeferro.blogspot.com/2011/05/intervencao-de-carlos-narciso-na.html

quarta-feira, março 23, 2011

segunda-feira, março 14, 2011

quarta-feira, abril 28, 2010

À conversa (no virtual)

cliquem na imagem (para poderem ler sem lupa...)


domingo, abril 04, 2010

A Man With a Dream

Foi o último discurso em 3 de Abril de 1968, 24 horas antes de ser assassinado.

quarta-feira, março 10, 2010

terça-feira, março 09, 2010

Sarmento não era escuteiro


A minha avozinha dizia que quando se “zangam as comadres, descobrem-se as verdades”, e não é que é verdade? Vejam só o que foi dizer ao Parlamento o presidente da PT, Henrique Granadeiro… que, quanto a pressões governamentais, sim tinha sentido, mas no tempo do Governo de Durão Barroso quando o ministro que tutelava a Comunicação Social, Morais Sarmento, tentou obrigar a PT a despedir três directores de jornais pertencentes ao grupo Lusomundo, a saber… Leite Pereira, Pedro Tadeu e Joaquim Vieira. Na sequência dessas pressões, Granadeiro pediu a demissão do cargo para não ter que aturar mais aquele ministro. Lembro que foi Morais Sarmento quem saneou Emídio Rangel, apenas porque aquele director da RTP não lhe “aparava os golpes”.
Seria isto um plano arquitectado para controlar os media?

Fraquinho


Então, respigando o que foi dito por Moniz no Parlamento, temos que, em tempos, ainda Sócrates era só ministro do Ambiente, terá tentado evitar a emissão de uma reportagem sobre um aterro sanitário algures no Alentejo… e que, António Costa, na época em que era ministro da Administração Interna, terá tentado impedir uma outra reportagem, alegando que estava cheia de incorrecções. Neste segundo caso, temos que a suspeita foi investigada, mas as investigações judiciais acabaram por dar razão ao ministro e arquivaram o caso.
É isto o arquétipo de um plano para controlar a comunicação social? Parece-me fraquinho…

domingo, fevereiro 28, 2010

Euskadi Ta Askatasuna


Um tipo que se chama Ibon Gogeascoechea foi preso em França. Leio nos jornais que é o “chefe”, o “nº1” da ETA. Periodicamente, os jornais anunciam a detenção de chefes da ETA. Os governos espanhóis, de direita ou de esquerda e desde os tempos da ditadura, prometem uma solução definitiva para a questão basca e… falham. Hoje, Espanha tem aliados em todo o lado, nomeadamente nos países vizinhos, Portugal e França prendem bascos e extraditam-nos. Tratam-nos como se fossem criminosos comuns. Mas não são. E enquanto a questão basca não for encarada como um problema político, não haverá solução.
Espanha tem mais de 800 bascos encarcerados. Os bascos não são mais de 3 milhões… ou seja, 2,7% dos bascos estão presos… Se isto não é um problema político, não sei o que será… Gostaria de ver a comunidade internacional preocupada com esta questão, preocupada em encontrar uma solução negociada e não, apenas, preocupada em esmagar um anseio de Liberdade que, olhando para a História dos povos, jamais será completamente afogado.

sábado, fevereiro 13, 2010

Pinheiro Chagas dixit (muy antigo Primeiro-Ministro)


Está absolutamente demonstrado que só os poderes enfraquecidos perseguem a imprensa e, por outro lado, está igualmente demonstrado que nem por isso se tornam mais robustos e que, ao contrário, acabam quase sempre por se declarar vencidos. Só os poderes enfraquecidos temem a imprensa porque a imprensa não é para temer. - João Pinheiro Chagas (1863/1925)

quinta-feira, fevereiro 11, 2010

Liberdade em perigo? Ou Justiça em perigo?


Há aqui um paradoxo absurdo neste drama das escutas do caso “Face Oculta”. Por um lado, os envolvidos pela suspeita querem que os preceitos legais do segredo de justiça não sejam aplicados, que as transcrições sejam integralmente publicitadas e publicadas na imprensa. O juiz que tem o caso não deixa. Simultaneamente, ele ou alguém que tem acesso ao processo, passa para os jornais excertos das escutas, parcelas que não sabemos bem se estão descontextualizadas ou, mesmo, se são verdadeiras. Se a coisa fosse feita às claras, seria o próprio juiz, ou alguém por ele, a validar as transcrições, a colar o selo e a remeter o envelope para as redacções. E evitava-se este estendal à volta de um segredo de justiça que ninguém respeita e evitavam-se providências cautelares e alegações de que a liberdade de expressão está em perigo.

terça-feira, fevereiro 09, 2010

Ali Babá


Sócrates tem de perceber que de nada lhe serve condenar o mensageiro, quando o autor da mensagem prossegue impune. E também tem de perceber que de nada lhe serve argumentar contra o crime da publicação de escutas, mesmo que tenham sido escutas ilegais, se o conteúdo dessas conversas for política ou socialmente relevante. A velha máxima de que “à mulher de César não lhe basta ser séria, tem de parecer séria” aplica-se que nem uma luva a este primeiro-ministro.

segunda-feira, fevereiro 08, 2010

terça-feira, fevereiro 02, 2010

Calhandreiros

O Mário Crespo tem o direito de escrever o que lhe vai pela alma e o primeiro-ministro o direito de pensar que o Mário é um “débil mental”. Isto não significa que aquilo que o Mário escreveu seja verdade nem que o primeiro-ministro tenha o direito de considerar o jornalista como “um problema a solucionar”.
O problema é que esta história é, de facto, uma “calhandrice” e descortinar a verdade é das tais tarefas difíceis de concretizar, até porque cada qual tem a sua… O Mário considera a fonte credível e publicou. Mas pode estar a beber de uma fonte “inquinada”, isso não podemos avaliar porque o Mário não a revelou. Só o facto da crónica ter sido publicada num site do PSD indicia o aproveitamento político da questão.
Para mim, trata-se de um fait divers pouco dignificante. Para todos os intervenientes.
Ainda assim, acho que devemos escutar o piar do pássaro. Não para o repetir, mas para aprender.

domingo, janeiro 31, 2010

Manif muito sonora, em Belém

Reportagem de telemóvel em punho.

sábado, janeiro 09, 2010

Ideias purificadoras

Rectificar significa emendar, corrigir alguma coisa que está errada. Isto, em linguagem corrente. No meio científico, rectificar pode significar purificar, nomeadamente quando se pretende depurar algum componente químico de um líquido, destilando-o.
Dito isto, chego a pensar que aquilo que aparentemente é uma gralha do Diário de Notícias (no título do inquérito que promove hoje na edição online), pode não ser. Não faltam por aí apologistas do veto presidencial à lei que legaliza o casamento gay. Seria uma maneira de rectificar algo impuro.
Mas, já agora, reparem no "andamento" do inquérito (a meio da tarde de hoje): o "não" vai à frente com 672 votos, o que significará que existem mais leitores do DN a preferir que Cavaco "rectifique" as intenções dos partidos da esquerda parlamentar que votaram a favor do casamento gay.
Vamos ver o que faz Cavaco.
Mas, espero que a gralha seja mesmo gralha e que a ideia teria sido escrever ratificar (que significa confirmar, validar). É mau errar no vocabulário, mas é pior fazer de um jornal papel impróprio até para embrulhar castanhas assadas.

sábado, novembro 21, 2009

E o Porto aqui tão perto...


Iniciativa do blog Aventar.




Dia 5 de Dezembro, no Clube Literário do Porto, junto à Ribeira. Vasco Lourenço já confirmou que vai lá estar. Eu também gostava de ir...

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Jornalista; Licenciado em Relações Internacionais; Mestrando em Novos Média

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