Pois agora o nosso franciscano e ético senador resolveu
buscar novos interlocutores. Está com vontade de falar com as paredes do Senado e com retratos de defuntos de duvidosa trajetória política. Talvez o senador esteja pensando em se desculpar com os defuntos por ter apadrinhado Yeda, Fogaça, Rigotto e Britto. Sem falar no seu próprio governo, tão ruim quanto incompleto. Ou, mais provável, talvez esteja pensando em fazer um inflamado e abstrato discurso sobre ética para as indefesas paredes ouvirem. Pobres paredes.
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