Do Site Oficial do Cruzeiro.
domingo, 1 de janeiro de 2017
Feliz Ano Novo para a maior e mais presente torcida de Minas Gerais
Do Site Oficial do Cruzeiro.
terça-feira, 30 de dezembro de 2014
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
À imensa Nação Azul deste planeta, desejamos BOAS FESTAS!
sábado, 18 de dezembro de 2010
O PROFISSIONALISMO NO BARRO PRETO
A CAMPANHA DO CAMPEÃO
Data Adversário Placar Local Gols do Palestra
28/4 Siderúrgica 3 x 1 Barro Preto Caieira e Niginho (2)
2/6 Villa Nova 1 x 0 Bonfim Alcides
9/6 Sete de Setembro 4 x 1 Barro Preto Niginho, Geraldino, Geninho e Carlos Alberto*
23/6 Atlético 2 x 2 Barro Preto Alcides (2)
30/6 América 2 x 3 Alameda Niginho e Geninho
27/10 Siderúrgica 2 x 3 Praia do Ó Niginho (2)
1/12 América 6 x 0 Barro Preto Niginho (3), Nogueirinha (2) e Alcides
8/12 Villa Nova 2 x 0 Barro Preto Nogueirinha e Zama
29/12 Atlético 3 x 1 Lourdes Alcides e Niginho (2)
5/1 Atlético 1 x 2 Barro Preto Dejardes
12/1 Atlético 2 x 0 Alameda Alcides e Niginho
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Nessa época o Mineiro era chamado de Campeonato da Cidade. |
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
PALESTRA HEGEMÔNICO – A CAMPANHA DO PRIMEIRO TRI
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Cruzeiro de 1928/1929/1930 |
A CAMPANHA DO TRI
1928
Data Adversário Placar Local Gols do Palestra
6/5 Villa Nova 3 x 1 Barro Preto Ninão (3)
3/6 Sport Calafate 11 x 0 Barro Preto Bengala (4), Zezinho e Ninão (6)
17/6 Alves Nogueira 14 x 0 Barro Preto Ninão (10), Bengala (3) e Zezinho
8/7 Sete de Setembro 9 x 1 Barro Preto Ninão (3), Bengala (4) e Zezinho (2)
5/8 América 6 x 4 Barro Preto Ninão (4), Bengala e Zezinho
12/8 Guarany 11 x 1 Barro Preto Nereu, Ninão (4), Bengala (4) e Zezinho (2)
2/9 Atlético 0 x 2 Barro Preto -
11/11 Alves Nogueira 8 x 1 Barro Preto Ninão (4) e Bengala (4)
25/11 Sete de Setembro 2 x 2 Barro Preto Zezinho (2)
2/12 Sport Calafate 6 x 1 Barro Preto Bengala (2), Piorra, Zezinho, Ninão e Eduardo (contra)
9/12 América 2 x 1 Estádio do América Bengala e Ninão
16/12 Atlético 2 x 2 Barro Preto Armandinho e Ninão
23/12 Palmeiras 11 x 1 Barro Preto Armandinho (2), Ninão (4), Bengala (4) e Zezinho
6/1/1929 Villa Nova 6 x 1 Bonfim Bengala (4) e Ninão (2)
Time base: Albino (Geraldo), Nereu, Rizzo; Bento, Pires, Nininho; Piorra (Osti), Ninão, Zezinho, Armandinho e Bengala Técnico: Matturi Fabbi
1929
Data Adversário Placar Local Gols do Palestra
5/5 Alves Nogueira 12 x 0 Barro Preto Bengala (4), Ninão (5), Piorra e Zezinho (2)
26/5 Guarany 7 x 2 Guarany Barro Preto Piorra, Ninão (2), Bengala e Zezinho (3)
9/6 Atlético 3 x 1 Antônio Carlos Ninão e Bengala (2)
23/6 Sport Calafate 3 x 0 Barro Preto Armandinho e Bengala (2)
30/6 Sete de Setembro 5 x 3 Barro Preto Zezinho, Ninão (2), Bengala e Armandinho
7/7 América 3 x 0 Estádio do América Ninão (2) e Bengala
28/7 Palmeiras 8 x 0 Barro Preto Ninão (4), Carazzo, Zezinho (2) e Bengala
11/8 Alves Nogueira 11 x 0 Barro Preto Bengala (2), Carazzo (2) Piorra (2), Ninão (3), Zezinho e Nereu
18/8 Santa Cruz 10 x 2 Barro Preto Carazzo (3), Bengala (4) e Ninão (3)
25/8 Guarany 8 x 1 Barro Preto Ninão (4), Zezinho (3) e Carazzo
8/11 América 3 x 1 Barro Preto Armandinho (2) e Ninão
17/11 Atlético 5 x 2 Barro Preto Ninão (2), Armandinho, Bengala e Binga (contra)
24/11 Sete de Setembro 5 x 0 Barro Preto Ninão (4) e Carazzo
1930
Data Adversário Placar Local Gols do Palestra
20/4 Palmeiras 11 x 0 Barro Preto Ninão (4), Bengala (4), Carazzo, Armandinho e Pires
27/4 Sport Calafate 6 x 0 Barro Preto Ninão (4), Niginho e Carazzo
4/5 Villa Nova 3 x 2 Bomfim Bengala, Pires e Ninão
31/5 Atlético 2 x 1 Antônio Carlos Piorra e Carazzo
8/6 Guarany 3 x 0 Barro Preto Carazzo (2) e Nininho
15/6 Barro Preto 4 x 1 Barro Preto Bengala (2), Piorra e Pires
29/6 Sete de Setembro 3 x 1 Barro Preto Bengala (2) e Malleta
13/7 Palmeiras 12 x 0 Barro Preto Nininho (3), Malleta (6) e Bengala (3)
20/7 Sport Calafate 3 x 1 Barro Preto Carazzo (2) e Calixto
27/7 Villa Nova 5 x 1 Barro Preto Bengala (2), Niginho (2) e Carazo
3/8 Guarany 8 x 0 Ninão (4), Carazzo (2) e Bengala (2)
10/8 Sete de Setembro 8 x 0 Ninão (4), Carazzo (3) e Armandinho
31/8 América 2 x 0 Alameda Ninão e Piorra
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Escudos do Cruzeiro - Palestra e o atual. |
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
A primeira página heróica
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Time do Cruzeiro de 1923 que enfrentou o Flamengo |
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Cruzeiro de 1926 |
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Que 2010 seja um ano AZUL!
Agora entraremos em férias aqui no blog. Voltaremos entre a 2ª e a 3ª semana de janeiro.
Até lá.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Considerações sobre o Cruzeiro em 2009
Bem, o Brasileirão 2009 acabou e o Flamengo foi campeão. Dos 5 primeiros colocados, acertei 3 em minha lista de favoritos, o que dá 60% de aproveitamento. Não inclui o Mengo na minha lista porque realmente não acreditava que os rubro-negros poderiam concorrer com Internacional, São Paulo e Cruzeiro. Mas deu no que deu.
Para, nós, cruzeirenses fica uma amarga sensação de que poderíamos ter levado este caneco, mesmo com todos os percalços enfrentados após a decepcionante derrota para o Estudiantes. Basta contabilizar, por alto, no segundo turno: 6 pontos perdidos no último instante contra o Vitória, Avaí e Grêmio; mais 3 pontos desperdiçados contra o Fluminense nos levariam a 71 pontos, 4 mais que o Flamengo. Ficamos, contudo, apenas com a vaga na pré-Libertadores. Todavia, é importante ressaltar o poder de reação da equipe, saindo da 13ª posição para atingir a 4ª, numa arrancada extraordinária e digna de uma equipe de força e tradição como é o Cruzeiro.
Abaixo, listo uma série de pontos positivos e negativos do Cruzeiro em 2009:
Incapacidade de decidir dentro de casa.
Talvez este tenha sido o maior defeito do Cruzeiro este ano. Depois de ter derrotado Grêmio e São Paulo pela Libertadores, o time azul caiu diante do Estudiantes na final do torneio e não conseguiu mais se recuperar. Deixou escapar pontos importantes no Mineirão diante de adversários diretos na tabela (os próprios São Paulo e Grêmio, mais o Palmeiras), ou perdeu para oponentes fracos (Fluminense e Atlético Paranaense).
A evolução monstruosa da equipe nos jogos fora de casa.
O Cruzeiro está a 10 jogos invicto longe do Mineirão. Acredito que o principal fator para tal marca foi o fato do time ter jogado com mais personalidade e ter sido mais agressivo fora de seus domínios. Claramente, há um dedo do treinador Adílson Batista nesta evolução. A manutenção desta característica será de suma importância para que uma equipe que deseja decidir novamente a Libertadores e lutar pelo título brasileiro.
A manutenção de Adílson Batista no comando.
O treinador paranaense conseguiu levar o Cruzeiro novamente a uma final de Libertadores e garantiu o time – mesmo tendo disputado boa parte da primeiro turno com uma equipe mista – na 4ª posição do Campeonato Brasileiro, o que mostra que Adílson tem domínio sobre o elenco. Não acho justo que a perda da Libertadores seja creditada na conta do treinador celeste. Também concordo que ele ainda inventa nas modificações em determinadas partidas, apesar de suas invencionices terem diminuído significativamente. A manutenção de Adílson e da base do elenco será fator fundamental para a continuação de um estrutura vencedora.
O Cruzeiro conseguiu montar um bom núcleo de jogadores, o que permitiu ao time – mesmo com inúmeras contusões e negociações de jogadores até então titulares (como Wagner e Gérson Magrão) – disputar as cabeceiras de duas competições extremamente difíceis como a Libertadores e o Brasileirão. É óbvio que novas aquisições são necessárias, como um lateral-esquerdo e um lateral-direito, um ou dois zagueiros e um meia-atacante. Do elenco atual, talvez apenas o zagueiro Thiago Heleno (que vive péssima fase) e o hprrível Soares devessem ser negociados. Merecem destaque, porém, o sempre seguro goleiro Fábio, o versátil Marquinhos Paraná, o sempre dedicado Jonathan e o promissor Diego Renan.
O volante conseguiu calar os críticos (eu, inclusive) e se tornou peça fundamental no meio-campo azul, desbancando até mesmo Fabrício (que viveu um péssimo primeiro semestre). Fez gols decisivos contra São Paulo, Estudiantes e Coritiba, além de ser incansável na marcação e na execução de suas tarefas táticas.
Com Kléber contundido, Wellington Paulista e Guérron instáveis e Soares completamente sem ritmo, Ribeiro fez gols importantes – principalmente na arrancada do segundo turno do Brasileiro -, brigou e correu muito. Talvez ainda lhe falte um pouco mais do senso de matador e da eficiência do Gladiador, mas sem dúvida Thiago foi uma peça importantíssima no esquema celeste.
O capitão cruzeirense foi sempre seguro na grande maioria dos jogos, além de marcar gols importantes (contra o São Paulo pela Libertadores, contra o Sport em Recife e principalmente contra o Atlético Paranaense – gol que manteve o Cruzeiro vivo pela vaga na Libertadores). Seu profissionalismo e espírito de luta melhoraram bastante o setor defensivo celeste.
Os vacilos nos últimos minutos dos jogos.
O Cruzeiro deixou escapara, nos últimos instantes de algumas partidas, pontos preciosos que poderiam ter lhe dado o título brasileiro. Foi assim com o Vitória (3-3 após estar vencendo por 3-1 até os 41 do segundo tempo), Grêmio (1-1 com um gol tomado aos 46 da etapa final) e Avaí (outro 1-1 com gol tomado após os 40 do segundo tempo). Um importante ponto a ser corrigido para 2010.
A queda do mito de que “O Cruzeiro não tem raça”.
Um dos argumentos mais batidos da torcida alvinegra é de que o time azul não tem sangue. Depois de 2009, fica difícil afirmar isto. O Cruzeiro se classificou diante de São Paulo e Grêmio na Libertadores em verdadeiras batalhas fora de casa; conseguiu viradas heróicas contra Santo André e Sport; conseguiu um empate heróico contra o Atlético Paranaense no último lance e garantiu o quarto lugar no Brasileirão vencendo, com um jogador a menos (aliás, o Cruzeiro jogou diversas partidas com jogadores a menos), o Santos, na Vila Belmiro. O que não faltou este ano foi doação por parte do time celeste.
(Nossos fregueses, ao contrário, não conseguiram mostrar a sua tão auto-proclamada “raça”. Foram incapazes de mostrar força e vencer jogos nos quais tomaram um gol primeiro, fato que ficou ilustrado nos 3 últimos jogos no Mineirão.
Aliás, outro mito caiu nesse campeonato: O de que a “Massa” empurra o Galo para cima dos adversários no Mineirão. Esta falácia, uma das mais velhas e mais utilizadas pelos penosos e pela Galopress, também foi refutada: mesmo empurrado pela “massa”, o alvinegro não conseguiu vencer Flamengo e Inter, em jogos que poderiam ter dado o título ao Galo. Mesmo com mais de 50.000 sofredores nas duas partidas, o Atlético não conseguiu sequer empatar e despencou pela tabela, sendo ultrapassado pelo Cruzeiro mesmo depois de estar 15 pontos a frente da equipe celeste.
Um terceiro mito que está por cair – e que só não caiu ainda por causa do intenso processo de lavagem cerebral feito pela Galopress – é aquele de que o Galo é um time de “tradição” do futebol brasileiro. Fica difícil afirmar que um time é tradicional se o mesmo não ganha um título de expressão há quase 40 anos. Obviamente, pessoas argumentar que o Atlético não ganha títulos, mas leva muita gente aos estádios. Ora, o Remo do Pará e o ABC de Natal também levam muitos torcedores aos seus jogos, e nem por isso podem ser considerados times tradicionais no contexto nacional. Além do mais, se torcida fosse parâmetro para definir a tradição de um time, a China era a seleção mais importante do mundo. Daqui há 20 anos, se alguém quiser pesquisar os maiores times do futebol brasileiro no final do século XX e começo do século XXI, certamente irá procurar a lista daqueles times que venceram torneios e não daqueles que levaram mais torcedores aos estádios. É claro que este tipo de argumentação não surtirá efeito contra os argumentos apaixonados da Galopress e da alienada torcida atleticana, mas fica aqui a menção.)
O profissionalismo da diretoria cruzeirense.
Tenho certeza de que muitos diretores de outros clubes brasileiros (quem seria?) demitiriam o técnico Adílson Batista após a perda da Libertadores e da sequência fraca no final do primeiro turno do Brasileiro. Contudo, a diretoria celeste não cedeu às pressões da torcida e da Galopress e acreditou num trabalho de longo prazo que já vem surtindo efeito e esteve muito perto dos títulos neste ano. Claro, acredito que se Adílson não for capaz de ganhar a Libertadores ou o Brasileirão no ano que vem, ele não deverá ficar.
Resumindo, 2009 foi um ano no qual o Cruzeiro poderia ter novamente conseguido a Tríplice Coroa, mas que acabou com apenas o título do Mineiro, o vice da Libertadores e um valente 4º lugar no Brasileiro. Para a maioria dos times brasileiros, já seria uma temporada para entrar para a história. Mas, para os padrões celestes, nada mais foi que um ano de oportunidades perdidas.
Saudações celestes!
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Torcedor apaixonado, todo time tem
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Nesta foto do jogo, o "louco" Pato, com a bandagem na cabeça.
Dentro do campo temos a força, a determinação, a vontade, a superação. Do lado de fora não só em torno das quatro linhas que demarcam o espaço futebolístico, mas além, bem além, existe uma grande profusão de torcedores que não acompanham, às vezes, tão de perto, mas estão sempre ligados na vida de seu clube amado.
Gente que é capaz de fazer o que o Pato fez e narra no texto abaixo. Não podemos esquecer disso, torcedores são todos iguais, porque são todos pessoas humanas, com sentimentos e vontades semelhantes, não existem diferenças, por mais que a mídia cacarejante (parte da mídia de BH) tente provar, demonstrar e mascarar que certa torcida secundina mineira, é muito mais apaixonada que qualquer outra.
Fiquem então com esse belo texto. Sintam o que um torcedor apaixonado pelo Cruzeiro (ou por qualquer outro time do planeta) é capaz de fazer. Vamos à leitura.
Sete pontos na cabeça, três no campo!
O time celeste vinha de um resultado embaraçoso. No sábado anterior, saímos derrotados da Arena da Baixada por 1 a 0. Esse placar deixou cético alguns torcedores quanto ao título. Eu não me incluía nesse grupo.
Na segunda-feira, já tinha adquirido os ingressos. Coloco no plural, pois foram comigo meu primo, meu amigo e minha, até então, “futura namorada”—que nunca tinha ido ao estádio.
Chegou o grande dia. Na quarta-feira acordei cedo. Fui ao trabalho, mas o tempo não passava, ele era meu pior inimigo. Entrava escondido no MSN para conversar sobre o jogo. Por sorte—ou não—meu chefe me liberou mais cedo para ir ao Judô, mesmo sabendo que naquele dia eu mataria aula da faculdade para ir ver o Cruzeiro.
Ao entrar no tatame, fui treinar com um amigo. Tudo decorria bem, até que, na empolgação, ele me aplica um golpe (seoi-nague) e caio de cabeça na parede. Já levanto meio tonto. Ele, preocupado, corre para me socorrer. De repente, vejo sangue escorrendo pelos meus olhos. E só consigo pensar no jogo que começaria às 22h.
Com muita teimosia, resolvi ir ao hospital para “costurarem minha cabeça”. Para mim, nada mais importava, a não ser o jogo de mais tarde. As enfermeiras demoravam demais com aqueles processos de sutura.
Na hora da angústia você só quer que acabem logo—e eles nunca terminam. A cada minuto ficava mais tenso, não pela dor, pois pouco me preocupava com ela, mas pelo tempo que era meu inimigo.
Eu só conseguia soltar a mesma frase : “Tá tudo ok, pode enfiar a agulha ai na cabeça, que eu quero ir ao Mineirão”. Por sorte chega o médico, isso eram 18h50min—na hora do aperto você sabe até o horário. Ele, que devia ser um atleticano doente—sim, para torcer pro alvinegro mineiro tem que ser doente, e muito— teimava em falar comigo que eu não poderia ir ao estádio.
Por fim, sabendo que de nada iria adiantar suas palavras, ele me dá um ok para ir ao jogo—desde que ficasse sentado nas cadeiras. Era impossível. Concordei com ele, mesmo sabendo que não iria obedecê-lo, peguei o carro e fui buscar meus amigos.
Quando cheguei à casa da Mariana—hoje minha namorada— escuto dela que eu era louco, moleque, que tinha sete pontos na cabeça e não tinha a proporção do que era isso. Discuti com ela no carro, enquanto buscava meu amigo, mas, realmente não tinha proporção de nada, só queria ver o jogo.
Antes de chegar, ainda tive que dar uma parada na farmácia para fazer uma bandagem na cabeça. Nem lembro muito bem desse momento, pois, além da preocupação com o atraso para o jogo, os pontos doíam. Por fim, chegamos a tempo. Subi as arquibancadas afoito, com medo de que o corte na cabeça fosse apenas uma premissa de um dia de azar que poderia ocorrer ali.
Ainda bem que o Cruzeiro não me decepcionou. Com apenas 13 segundos de jogo, o time celeste me deu a certeza de que todo esforço valera a pena, após o meia Wágner acertar um chute no canto do goleiro Vitor. O resultado final todos conhecem, 3 a 0—fora o baile. Ficou para a história. Não sei para a do futebol, mas para a minha, pois foi o dia que levei ao pé da letra a música que vinha das arquibancadas: “Hoje, larguei tudo pra te ver, faço isso por amor, dou a vida por você”.
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
BOM NATAL, FELIZ ANO NOVO!
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Que o seu Natal seja de paz e harmonia!
Que 2008 seja um ano cheio de realizações e alegrias!
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Que possamos estar mais um ano juntos promovendo a paz e o entendimento entre os homens!
BOM NATAL, FELIZ 2008!
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Por mais que estas frases sejam continuamente ao longo de anos repetidas, nós as utlizamos para desejar a você e todos os que lhes são caros, tudo que elas significam.
VOLTAMOS EM 2008!
OBRIGADO PELO APOIO. QUE EM 2008 POSSAMOS CONTINUAR NOSSA MISSÃO, MERECENDO SUA ATENÇÃO.
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