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sábado, 22 de janeiro de 2011

Balanço e saldão!

Que saudade da blogosfera! Não só de escrever não, de visitar meus blogs favoritos e comentá-los, infelizmente, o tempo anda curto demais, contudo, ainda hei de fazer surpresas, disso não duvido, basta esperar e confiar!

Por ora, prefiro registrar para a posteridade o que consegui com o Viraletras nos seus (quase) dois anos de existência. Creio que os que têm seus blogs o fazem da mesma forma, se não através de posts, provavelmente de outras maneiras, mas, o importante é que esse balanço seja feito e tenha, ao final, um saldo positivo!

Em 2009 escrevi muito, participei de várias blogagens coletivas e eventos, queria conhecer mais a vida e a experiência dos que blogam, sob meu ponto de vista, deixei torrentes estancadas de sentimentos e pensamentos tomarem conta do espaço, fluíram até sem rumo algumas vezes, em outras fui surpreendida pelo modo como me permiti escrever e como blogueiros absorviam o teor daqueles posts, fiquei feliz e aliviada, pois, naquele ano ainda pesavam a perda e o luto com a morte de minha mãe e essa, em especial, tenha sido a mola propulsora. Entretanto, escrever faz parte dessa blogueira desde a infância, brincar com as palavras usando de alguns recursos que a aprendizagem na faculdade me proporcionou, deixar de lado as mesmas regras e dar outros significados aos textos, enfim, tudo isso fez e continuará a fazer a diferença, continuarei amadurecendo em cada parágrafo que escrevo porque sei que nunca um é igual ao outro, embora o estilo seja delineado de alguma maneira, as mesmas palavras em um contexto específico ganham formas e significados variados, eis aí a beleza dessa arte, concorda?

Ano passado escrevi bem menos, praticamente um terço em relação a 2009 e não lamento por isso, precisei tirar o pé do acelerador e foi conscientemente. Mesmo assim, não deixei que a qualidade de meus posts também se reduzissem, pelo contrário, sempre prezo pelo melhor que ofereço, não gosto das coisas feitas ao léu. O positivo de 2010 é que me senti uma blogueira mais independente, resultado das experiências do meu primeiro ano na blogosfera, com certeza!

Não fiz grandes planos para o Viraletras em 2011, exceto o de que quero continuar escrevendo e aprendendo, lendo e comentando sempre que possível meus blogs favoritos, despertando mais a leitura e a escrita em minha vida pessoal porque é um dos hábitos que alimenta minh’alma, aliás, de 2010 pra cá tenho me empenhado em ler os muitos livros que adquiri, acho até que exagerei, porém, costumo dizer para não me colocar de frente para as prateleiras cheias de títulos que enlouqueço!(rs).

Concluindo, no geral, meu saldo está mais para credor porque tenho pautado a vida no sentido de encontrar a paz e dela colher seus frutos, pois, não importa o que fazemos, se isto não conforta, não alegra, não satisfaz, então, não valerá a pena insistirmos neste caminho.

Façamos sempre um balanço, não só dos nossos blogs, mas, de nossa vida pessoal, da carreira profissional e de tantas outras vertentes, ao contrário do que se pensa muitas vezes, teremos mais crédito do que débito. De resto, é possível (e até necessário!) mudar sempre e tudo começa assim: o que tenho, o que devo e o que excede para doar!

Na matemática da vida é preciso muito mais que uma calculadora! É preciso cabeça e coração! Fonte da imagem: Google

sábado, 8 de maio de 2010

Próxima parada: Maternidade! Quem embarcar não desce mais…

Definir o “ser mãe” é algo que beira o superficial quando proposto apenas em palavras. Amo as palavras, elas nos ajudam de tantos modos que não sei se conseguiria viver sem, não imagino o mundo de outra maneira, porém, dizer o que significa a maternidade é quase impossível se as palavras ditas ou escritas não se conectarem de um jeito todo especial com essa realidade. Eu digo que quero amamentar, proteger, cuidar, corrigir, amparar, educar, aconselhar, amar e tantos outros verbos repletos de bons conceitos, de  atitudes positivas, de algo maior que nós mesmas…

São palavras que ganham significado específico a partir do momento em que temos nos braços aquele pequenino ser, indefeso e ingênuo – um anjinho! Sim, bebês são anjos para mim, acredito que sejam para todas as mães, pois, naquele instante no qual se costuma dizer “agora a ficha caiu! Sou mãe! Como faço?”, existe dentro de cada mulher disposta a aceitar essa dádiva uma força propulsora que é despertada com o nascimento, até então a gravidez é um período de transições, de ansiedades, de preparo, mas, não se compara com o que acontece depois dela. Mesmo a mais consciente, a mais instruída, a mais forte das mulheres tende a se desequilibrar, a perder o chão, a temer tudo e todos quando assume tão importante papel tornando-se mãe. Milhões de dúvidas e preocupações em cada passo, entretanto, aquela criança consegue trazer paz e alegria em meio a isso! Estranho que num minuto tudo pareça caótico, especialmente quando estreamos esse papel, e no minuto seguinte as coisas encontrem seu lugar.

Gostaria de definir com palavras os sentimentos que invadem nosso ser, contudo, são tantos e tão variados que sem uma alegoria seria difícil e, nesse ponto, penso que ser mãe é embarcar numa montanha-russa readaptada! Com altos, baixos, loops, ziguezagues, trechos sinuosos, além de  muitos em linhas retas e tranquilas! Por vezes levamos sustos enormes com solavancos inesperados, e ai daquelas que não puserem o cinto de segurança! Em outras somos levadas pela emoção, soltamos os braços e gritamos, descabeladas, feito loucas! Só não enfartamos com tudo isso porque descobrimos que há trechos de calmaria nessa montanha-russa, revigorantes e até relaxantes, em que é possível sentir a brisa ao invés das rajadas de vento, e, exatamente por conta deles, nos recompomos, ajeitamos a cabeleira, respiramos fundo e nos preparamos para a próxima volta, já que sabemos, depois de algumas experiências, como é enfrentar essa viagem. Subiu? Não tem volta, hein! Tem quem queira até repetir a dose mais de uma vez! Tem quem ache o brinquedo sem graça e não queira embarcar, mas, quem pôde tem uma visão bem diferente do mundo, visto através de outros olhinhos!

Desejo a cada mamãe um dia muito feliz, aliás, muitos dias felizes! Aproveite bem o embarque!

Vamos nessa!!!Uhuuuu!!!

"A emoção de SER MÃE é uma inexplicável aventura!" Fonte da imagem: Google

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Tertúlia Virtual - PRAZER

Pequenos Prazeres, GRANDES SENSAÇÕES!


Prazer em conhecê-la, Tertúlia!
Esta é a primeira vez que participo do evento. Se pretendo continuar? Claro! Busco prazer lendo e escrevendo, a sensação que tenho assemelha-se à dança, preciso de um par que saiba conduzir, que seja gentil e goste tanto disso quanto eu.
Quer melhor oportunidade para tal?
O prazer de fazer o que se gosta pode ser diferente do prazer em gostar do que se faz? O que me diz? Eu penso que sim.
Acredito que seja único em cada pessoa e em cada momento. Por vezes, o prazer é que nos encontra vida afora, assim mesmo, sem termos procurado por ele, sem grandes esforços e, se estivermos prontos para recebê-lo, poderemos nos deleitar ao encontrar a pessoa amada, a melhor amiga ou amigo, ao esbarrar nas felizes “coincidências” de nossos monótonos dias.
Quanto prazer nos cerca sem que saibamos da sua sutil existência, concorda? Alguns tão pequenos e tão singelos...passamos por eles e nem os notamos... que pena! Poderíamos ter potencializado essa sensação se tivéssemos percebido antes.
Prazer inigualável encontra-se no pedaço de bolo de chocolate feito por mãos carinhosas; no passeio ao lado de alguém tão especial; ao ver o riso gostoso de seu bebê; ao presentear quem se ama; ao oferecer a mão amiga e receber um coração agradecido; ao dedicar-se de corpo e alma e ouvir um elogio, ou ainda, elogiar quem se dedicou igualmente; compartilhar, com alegria, palavras como: “Bom dia! Boa tarde! Boa noite! Por gentileza! Como está? Posso ajudar? Conte com minha amizade. Obrigada (o). Seja feliz!”, entre tantas e tantas outras formas de expressão do prazer que não seria possível mensurá-las todas. E você, quais incluiria nesta lista infindável?
Ora, estou a falar de modo positivo do prazer, deste tipo que constrói e edifica, tanto em nós quanto nos outros. Entretanto, muitos procuram ou encontram satisfação no desprazer. Pessoas cuja índole desvirtuou-se, ficou às avessas, tornou-se torpe... consomem precioso tempo, delas e de seu próximo, trazendo à tona toda ruína humana, fazendo pouco caso, maltratando, espezinhando... a esse tipo de pessoa posso dizer com todas as letras: é um desprazer conhecê-la! Quanto mais distante, melhor! Além disso, não é hígido viver ao lado de gente assim: pode contaminar nossa mente, nossa alma... correremos o risco da perda do prazer evolutivo, do prazer criador, do prazer desafiador, dos tantos prazeres que nos mantêm vivazes.
Pessoas aborrecidas, tristes ou deprimidas não sentem prazer. Sentem? Duvido. E o problema é este. Fomos feitos para o prazer na proporção em que ele foi feito por nós e para nós. Ficamos totalmente dependentes, então, quem consegue viver sem? Por essa razão digo que se encontrarmos prazer nas pequenas coisas, mais fácil será encontrá-lo nas grandes. Mais gratos seremos. Mais felizes também.
E, concluindo, foi um prazer participar! Até o próximo tema! Que seja tão prazeroso quanto este!