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Mostrando postagens de abril, 2012

Um segredo

Não se ama uma pessoa porque ela fez por merecer. Mas porque se você não o fizer morre.

12 passos para superar o fim de um relacionamento

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Serviço de utilidade pública fornecido pela revista Elle. Texto: Michaela Von Schmaedel O que não falta na seção de auto-ajuda das livrarias são títulos sobre como superar o fim de um relacionamento. Afinal, o mundo é um casa-e-separa non-stop, e uma mãozinha nessas horas sempre é bem-vinda. Mas alguns livros, com dicas práticas e espertas, bem que poderiam estar na seção de humor. Como assim? Você aí, se debulhando em lágrimas, e a gente falando em fazer graça da sua desgraça? Calma, garota. O fato é que uma separação, dependendo do ângulo que você olha a coisa, pode tornar a vida bem mais divertida. Ainda mais se o caso já estava mais do que terminado e ruim pra chuchu, como costumam ser os derradeiros meses. Para ajudar nesse período de reabilitação, ELLE fez uma pesquisa, conversou com consultores escolados no assunto e preparou um roteiro com 12 passos rumo à cura da dor-decotovelo - qualquer semelhança com os 12 passos dos Alcoólicos Anônimos é mera coincidência. Então,...

A kiss is just a kiss...

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Sabe quando você possui um objeto muito legal, mas, pela falta de uso, esqueceu-se dele? Hoje me ocorreu o feliz insight de que eu tenho um DVD de Casablanca que não via há uma era – culpa das minhas amigas (vou citar nomes: Ana, Bia, Marô, Boba, Paty e Maria Vitória), porque, quando a gente marcou de assistir, ficamos tipo umas cinco horas conversando e não sobrou tempo para o filme. Revi-o mal lembrando os detalhes, gostando ainda mais do que da primeira vez. Há um outro filme do qual já tratei neste blog, When Harry met Sally, em que os personagens discutem sobre Casablanca. Num primeiro momento, aos 22 anos, Sally defende que Ilsa (Ingrid Bergman) fez bem em embarcar com Lazlo, herói na resistência contra o nazismo, já que não haveria futuro com Rick, bêbado e persona non grata na América. Dez anos depois, a personagem de Meg Ryan se indigna: “Não, eu nunca diria isso! Ela tinha que ficar com o Humphrey Bogart” (a fala não é exatamente esta, mas o sentido sim). Assim como S...

Da vampira

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Eu queria escrever um texto que fosse totalmente autêntico, original, nunca antes escrito (como a vontade do dramaturgo da peça “Do vampiro – variações n. 2”, que está em cartaz no Festival de Teatro de Curitiba) e que ainda fizesse todo sentido para qualquer pessoa que o lesse. Mas acaba sendo só mais um grito no vácuo. Imagem meio gasta em ficções científicas mais cults, admito. As ações não ecoam, porque não há ar, a casa está apertada demais, ninguém se mexa (mais uma vez parafraseando a dita peça – juro que darei o serviço dela no final deste post)! Tudo escuro, só a parca luz que entra pela janela faz um bonito desenho no chão, uma música daquelas românticas antigas, soando bem baixinho, como se deve ser, ao pé do ouvido, arrepio, vontade de chorar apenas uma lágrima. Eu te amo ao som de Frank Sinatra. Isso numa outra vida, quando as coisas cresciam sob o sol. O espelho não reflete mais a imagem que estava tão concreta na sua cabeça. (Vontade não faz verdade.) Não reflete mais...