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segunda-feira, abril 04, 2011

my baby got a name!finally!

COMO TOMAR A DECISÃO DE SER SOLTEIRO NA VISÃO DE UM EXECUTIVO

As pessoas pensam e raciocinam antes de agir. É por esse motivo que o entendimento de como tomam suas decisões pode ajudar a explicar e a prever seus comportamentos.

Um dos vieses que mais afetam a tomada de decisão é a escala de comprometimento. A s pessoas aumentam seu comprometimento com ações mal sucedidas (namorar, casar) quando se vêem como responsáveis pelo fracasso (você disse a muito tempo atrás: quer namorar,casar comigo?).As pessoas desperdiçam muita energia para recuperar o prejuízo na tentativa de demonstrar que sua decisão inicial não estava errada e não ter de admitir um erro. Ex: imagine que um amigo esteja namorando uma moça há quatro anos. Embora admita que as coisas não vão bem entre os dois, ele decide em casar com ela.Sua justificativa: “Investi muito nesse relacionamento”.

Você além de errar por escala de comprometimento, foi afetado pelo erro de ancoragem, onde é tendência fixarmos em uma informação como ponto de partida (ela é certa para mim) e a dificuldade de nos ajustarmos diante de informações posteriores (não agüento mais ela)

Para fugir disso, um amigo (no caso eu) te mostra como seu terceiro erro foi a evidência confirmadora, onde buscamos informações que corroborem nossas escolhas anteriores (ela é fiel,legal,gostosa)e desprezamos aquelas que as contestam(ela é piranha, chata, baranga).

Mesmo assim a tendência das pessoas é julgar as coisas com as informações mais disponíveis (ela falando todo dia para você que te ama), mas esse é o quarto erro, viés de disponibilidade.

O ser humano tem dificuldade de lidar com acaso (pegar mulher na balada). A maioria prefere acreditar que tem algum controle sobre o mundo e sobre o próprio destino. A tendência em acreditar que podemos prever o resultado de eventos aleatórios chama-se erro de aleatoriedade.

E se você leu até aqui e continua namorando ainda, é claro que você comete mais esse erro. A aversão ao risco. Essa é a tendência de preferir um ganho certo de uma quantidade moderada (sua namorada bunda murcha) a um resultado mais arriscado, mesmo que este tenha uma compensação mais alta (uma gostosa com bunda “pele de golfinho”).

E por último, leia o exemplo abaixo para ter certeza que você cometeu o ultimo erro clássico de tomadas de decisões pela visão do mundo corporativo. Sempre que uma ação sobe muito, ou cai muito, é comum ouvir frases do tipo: “sabia que isso ia ocorrer” e “deveria ter comprado esse papel, era evidente que ele se valorizaria”. Os executivos de Wall Street também levaram culpa por supostamente não ter exagerado o que agora parece óbvio: que os preços do mercado imobiliário estavam inflados, que muitos empréstimos arriscados tinham sido feitos e que o valor de muitas ‘garantias’ foi baseado em suposições frágeis. Apesar de poder haver algum mérito nas criticas, com freqüência as coisas parecem claras demais quando analisadas depois que já aconteceram. Como escreveu Malcom Gladwell, autor de Blink e de The Tipping Point: “O que parece claro quando visto de uma perspectiva tardia é raramente claro antes do fato acontecido”.

Ou seja, depois que você estiver separado com filhos e em depressão, NÃO ME LIGUE PARA SAIR NA BALADA COM VOCÊ. Por que aqui eu provo que você cometeu o último erro clássico da gestão moderna, a compreensão tardia.

Conclusão corporativa: Ajuste seu estilo decisório para compatibilizá-lo com a cultura de sua região.

Conclusão real: se fode ai teu liso!

sexta-feira, abril 01, 2011

Tip 2 Tip - Seven Ghosts: The Teaser