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quinta-feira, novembro 16, 2006

Revista BlackWater Novembro no ar!


O nova edição da revista virtual BlackWater mantém a linha inovadora e promete levar o internauta mais fundo que qualquer um já ficou nos tubos de Teahupoo.



A BlackWater selecionou as melhores fotos aquáticas já vistas desse tubo cabuloso. Um ângulo ousado onde o leitor se sente na pele dos melhores surfistas do mundo.

A matéria do Tahiti conta ainda com depoimentos chocantes do melhores tube riders da atualidade. Mas não foram somente os surfistas que impressionaram em Teahupoo.

A sessão Vision estréia na revista para apresentar o autor dessas fotos incríveis e ainda conta um pouco mais sobre o olhar atrás das lentes. São mais de 100 páginas repletas de fotos e muita cultura para os surfistas de alma.

Seguindo viagem, Fábulas do Surfe fará você pensar. Uma analise lúdica leva todos ao inimaginário da magia e beleza do esporte dos reis. Depois de muitos contos e lorotas, uma grande polêmica aterrisou na redação. O que leva um surfista a escolher o lugar mais crowd da praia para surfar?

Depois do fatídico incidente com o campeão brasileiro de longboard, Olimpinho, a BW não podía deixar de registrar esse momento e prestar uma singela homenagem.

E ainda nessa edição, Blackgallery com altas fotos, Reality show, onde o artista é você e Snapshots, uma visão casual do seu surfista preferido.

Para saber mais acesse http://www.blackwater.com.br/

segunda-feira, novembro 13, 2006

Centros de cuidado paliativo já buscam minimizar dor de paciente terminal

André Bernardo





Rio - A resolução do Conselho Federal de Medicina que permite aos médicos suspender tratamentos que prolonguem inutilmente a vida de pacientes terminais — anunciada quinta-feira — oficializa prática, a ortotanásia, já utilizada por muitos profissionais. O cuidado paliativo, procedimento reconhecido pela Organização Mundial de Saúde desde 1990, busca oferecer a doentes sem chances de cura melhor qualidade de vida através do controle da dor e do sofrimento.

“Considero a resolução do CFM uma grande vitória porque vai deixar o médico mais confortável para fazer o que tem de ser feito. Mesmo assim, é bom que se diga que o ideal é só adotar o tratamento paliativo depois de esgotadas todas as possibilidades do tratamento curativo. Em alguns casos, não faz sentido tratar o intratável”, afirma Maria Goretti Sales Maciel, presidente da Academia Nacional de Cuidados Paliativos (ANCP).

Para ela, o tratamento paliativo só é indicado em casos de doenças graves, como câncer — responsável por 80% dos atendimentos nas cerca de 40 unidades de saúde que oferecem o serviço em todo o País —, Aids, insuficiência pulmonar crônica e alguns males neurológicos, progressivos e degenerativos, como Parkinson e Alzheimer. Mesmo assim, ressalva Maria Goretti, desde que o paciente ou a sua família concorde com a decisão, que deve constar no prontuário médico.

No Rio, a prática do cuidado paliativo é exercida no Hospital do Câncer 4, em Vila Isabel. Criado pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) em 1998, o HC4 é a primeira unidade pública paliativa do Brasil e atende uma média de 1.150 pacientes por mês — 560 têm atendimento domiciliar. Segundo a vice-diretora da unidade, Teresa Reis, a decisão de escolher o melhor local para morrer é do paciente e sua família.
“Não temos a perspectiva de aumentar a sobrevida de pacientes terminais, que é normalmente de seis meses. O que buscamos é um modelo mais humanizado de atendimento, de preferência longe do ambiente hospitalar, normalmente mais depressivo. Em alguns casos, a família não tem estrutura emocional e prefere que o paciente seja atendido no hospital”, ressalva Teresa.

Iniciativa nasceu em hospital da Inglaterra
A primeira instituição destinada a oferecer cuidados paliativos a pacientes incuráveis e suas famílias foi o Saint Christopher Hospice, fundado em Londres, em 1967. Com o lema “Dar mais vida aos dias do que acrescentar mais dias à vida”, o hospital logo se tornou referência no atendimento a doentes em estágio terminal. “Para a medicina paliativa, manter o paciente ligado a aparelhos desnecessariamente é uma prática desproporcional. Não adotamos a entubação, por exemplo, porque ela só prolonga o sofrimento. Em casos de insuficiência respiratória, a dor é tratada com medicamentos e sedação, que trazem conforto ao paciente”, afirma Teresa Reis. Só na Inglaterra existem 470 dessas unidades. Nos EUA, são 5 mil.

sexta-feira, novembro 10, 2006

INDO.DOC

Escrito e dirigido por André Pires e Leondre Campos, o documentário mostra os efeitos da tragédia ocorrida na Indonésia, afetada diretamente pelo Tsunami de 26 de dezembro de 2004 e pelo terremoto de 28 de março que deu-se na mesma região. O filme narra a viagem de um grupo de voluntariosos amigos surfistas ao ponto zero da destruição promovida por estas duas tragédias. Uma verdadeira e arriscada aventura em busca das ondas mágicas, praias paradisíacas e, principalmente, dos relatos de um povo afetado diretamente pela maior tragédia natural da história recente.

Indo.doc é uma expedição aos mais profundos confins das áreas atingidas por dois dos maiores cataclismos ocorridos na Ásia. Em meio a um território devastado, zonas de guerra e terras arrasadas, este inusitado grupo de amigos apresenta histórias e imagens impressionantes de um local e um povo vítimas da fúria da natureza.

Produzido por Lanho (http://www.lanho.com.br) Contato: lanho@lanho.com.br

Trailer: http://www.youtube.com/profile?user=INDODOC

quinta-feira, novembro 09, 2006

Pensando a saúde pública brasileira




Não é que o governo destine pouco a essa área; o problema é de gestão. Quando o presidente Lula disse que a saúde pública brasileira é quase de Primeiro Mundo, ele não estava tão longe da verdade (quem tem dúvidas é só assistir a qualquer filme canadense que mostre um hospital da rede pública do país, começando pelo maravilhoso "As invasões Bárbaras"). O que não ficou claro na fala presidencial é que não é a saúde pública brasileira que é boa, mas a saúde pública de vários países do Primeiro Mundo é que é ruim, burocratizada e por isso ineficiente.

Também é verdade que o custo da medicina vai tomando proporções gigantescas em todo o mundo e por isso os problemas em pagar estas contas não são exclusividade brasileira, mas fazem parte da realidade de países tão ricos quanto os Estados Unidos, a Alemanha, a Itália ou a França.

O que acontece no planeta é ótimo para as pessoas, mas representa uma soma de fatores perversos para qualquer governo. Por conta dos avanços espantosos da medicina nas últimas décadas, as pessoas não morrem mais com a facilidade do passado, o que se reflete na idade média da população mundial. O problema é que uma longevidade maior quer dizer também custos maiores para o Estado, já que as drogas e equipamentos de última geração custam bem mais caro e as pessoas, vivendo mais, usam mais a rede pública de saúde, tomando medicamentos e fazendo exames por períodos inimagináveis até poucos anos atrás.

Esta ciranda compromete as políticas públicas na área da saúde porque a verdade é que a estrutura do sistema, em praticamente todos os países, ainda está baseada nos princípios de bem-estar social adotados pelas políticas de previdência logo após a Segunda Guerra mundial. O drama é que as condições socioeconômicas vigentes durante os anos de 1950 não são mais a realidade e o novo cenário, por ser individualmente muito mais longo, onera as contas dos governos, criando um quadro explosivo em função do aumento quase que irrefreável dos gastos com a medicina moderna.

O Brasil não é exceção à regra. Aqui estas verdades são tão cruéis quanto em qualquer outro lugar do planeta, só que com duas agravantes: nossa capacidade de custear estes aumentos é muito menor que a dos países ricos e nossa população é maior que a da maioria destas nações, sendo que, para piorar as coisas, temos um grande número de pessoas vivendo na linha de pobreza.

Em função das más condições de atendimento na rede pública de saúde, o Brasil desenvolveu, a partir dos anos 1970, um curioso e eficiente segmento de saúde privada, destinado a complementar a saúde pública, tanto em nível de atendimento, como de custeio. Na primeira ponta está a maioria dos hospitais, laboratórios, médicos e paramédicos em atividade no País, que, mesmo estando na iniciativa privada, atendem basicamente à saúde pública; e de outro, os planos de saúde privados, res-ponsáveis pelo custeio de parte importante do total das despesas médico-hospitalares nacionais. Esta cadeia costuma trabalhar com mais eficiência e com custos menores do que os do governo, o que lhe permite atender, proporcionalmente, mais gente e com melhor qualidade do que a média da rede pública.

A resposta para o problema se chama gestão do negócio. Não é que o governo brasileiro destine pouco para a área de saúde. Ao contrário, esta é a área que recebe mais recursos orçamentários. O problema é de administração dos recursos. Uma parte imensa do dinheiro sequer chega nas pontas, se perdendo nos meandros da burocracia, da ineficiência e da corrupção.

A forma de se quebrar isto é um choque de gestão, tomando por base a produtividade, os custos e os procedimentos operacionais dos prestadores de serviços e de controle das despesas dos planos de saúde privados. O que precisa acontecer é uma profunda reformulação das prioridades com os gastos. Uma revolução na gestão dos recursos do setor público se for o caso, inclusive, aumentando as parcerias com a iniciativa privada, pela terceirização de serviços de atendimento em todas as áreas da saúde.

A rede de saúde pública brasileira tem alguns dos melhores hospitais, corpos clínicos e centros de pesquisa da América Latina. O que falta é dar a estas instituições a capacidade de aumentar sua atuação, além de servir de apoio para a atuação de outros operadores menos sofisticados do sistema.

A proposta não é a privatização da saúde pública. Isto não funciona. Saúde pública é assunto de Estado e não pode ser delegado. Mas uma interação mais eficiente entre o governo e a iniciativa privada seria o começo da mudança. (Gazeta Mercantil / SP - Editorial)

quarta-feira, novembro 08, 2006

Plano de saúde recusa criança com Down

O Ministério Público de São Paulo recorreu da decisão de uma juíza de Ribeirão Pires (SP) que deu à operadora de planos de saúde Unihosp o direito de recusar como cliente um bebê com síndrome de Down. O Ministério Público argumenta que a legislação proíbe que qualquer pessoa seja recusada por uma empresa de saúde - a operadora poderia ou ampliar o período de carência ou cobrar uma mensalidade mais alta. O Estado telefonou para a Unihosp no final da tarde de ontem, mas não obteve resposta. fonte:(O Estado de S.Paulo)





segunda-feira, novembro 06, 2006

Warung beach club é o pico!


Recomendo tb o site especializado na parada...clique aqui