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segunda-feira, maio 29, 2006

A COPA ESTÁ CHEGANDO!

Com ela o site mais legal do evento já está no ar. O copa.blogspot.com vai trazer a visão alternativa de um bando de maluco que resolveram criar o blog para entreter os amigos. Quem quiser dar uma olhada nas perolas escritas por la só clicar aqui.

Have fun!



Estarei no arquipelago de Mentawaii(procurem no mapa!) durante as peladas mas mando noticia de lá.


sexta-feira, maio 26, 2006

De Londres a Paris



O big rider Laird Hamilton inventou um novo desafio. Dessa vez o “maluco havaiano” vai ajudar a conseguir dinheiro para um documentário que mostra a luta pela cura do autismo.

Depois de dropar a maior onda do século em Teahupoo, Laird acaba de anunciar seu mais novo feito histórico. Ele vai remar e pedalar de Londres a Paris. Ele irá pedalar de Londres a Paris e o trecho do canal inglês será feito em stand up paddle surfing, o que significa remada em pé na prancha. Total de: 425km

Para cada kilometro remado ou pedalado Laird estará contribuindo para o novo filme chamado "BEAUTIFUL SON", documetário de Don e Julina King sobre a cura do autismo.

O casal de filmakers havaianos tem um filho autista. O documentário pretende mostrar no filme a luta de várias pessoas e médicos que tem filhos doentes, inclusive usando o próprio exemplo do casal. Segundo a Academia Americana de Pediatria 1 em cada 166 crianças são autistas.

“Faz muito tempo que gostaria de fazer essa travessia. È um desafio fisico, uma missão que vale a pena. Também é uma grande oportunidade para chamar atenção sobre a doença e esse filme maravilhoso.Estou honrado de participar como eu posso"- Laird Hamilton

Maiores informações ou para fazer uma doação acesse: www.beautifulson.com

terça-feira, maio 16, 2006




This site is dedicated to the subculture within surfing that is represented in the switch-foot publication. Switch-foot is a collective of like-minded people giving respect to the history of surfing, music, art, surfing legends and surfing photography while retaining independence and creativity.

Para avaliar umas dos sites mais maneiros de surfe clique aqui







segunda-feira, maio 15, 2006

Whisky com gelo por favor


Bebida muito apreciada na Escócia, o whisky ou malte puro é o combustível de muitos amigos para um embalo noturno.Na Escócia são produzidos 160 milhões de garrafas por ano e 2% se evaporam por ano, em todo país. Isto explica o ar revigorante que a Escócia possui*. Não sou simpatizante da mistura de bebida alcoólica com esportes mas a historia que vou lhes contar, infelizmente, tem.

Data: O Dia Mundial do Trabalho foi criado em 1889, por um Congresso Socialista realizado em Paris. A data foi escolhida em homenagem à greve geral, que aconteceu em 1º de maio de 1886, em Chicago, o principal centro industrial dos Estados Unidos naquela época*. Local: Praia de Grumari, litoral do Rio de Janeiro. Boas ondas rolando, clima de descontração na água. Um atleta profissional brasileiro no meio da galera contava como foi sua viagem a Escócia para disputar o Oneill Highland Pro,etapa de 4 estrelas do WQS.

Para começar o brasileiro não se informou que a companhia aérea que faz o trecho até onde ele desejava surfar não transportava pranchas.Isso tudo seria óbvio se a nossa turma “tupiniquim” não fosse tão “tupiniquim” assim. Teve que voltar até a cidade anterior para de lá pegar um carro, com as pranchas a bordo, dirigiu por seis horas (sem mapa, no frio, sozinho) até o local do evento.

Chegando na pálida cidade de Thurso, sua bateria entrava na água. Depois de quase 24 horas de avião e carro, ele teria que apresentar a melhor performance possível para avançar para próxima fase numa água mais fria que cú de foca. Detalhe: a roupa de borracha que trazia era de 3 mm. O mínimo usado nas águas de Thurso são peças de 5mm com botinhas, gorro e luvas. Pediu emprestado para o primeiro local que viu no palanque. Perdeu.

Perguntado qual foi a maior atração do campeonato ele me disse entusiasmado: “Whisky, claro”. Ops!
Fontes*: Associação Brasileira de Colecionadores de Whisky
IBGE / Ministério do Trabalho

quinta-feira, maio 11, 2006

Extinção dos dinossauros



O surf mundial está no auge, seja pelo conteúdo humano ou da indústria. Nunca assistimos tantas super-produções no cinema, surfe em Cuba, itália, Egito. Aviões, helicópteros, super barcos, ondas alucinantes. Verdadeiros astros são construídos pela mídia. Atletas de até 18 anos ganhando mais que lendas vivas do esporte ganharam durante toda carreira. A indústria lança roupas de neoprene de qualidades lunáticas, o surf wear é pano de frente para diversas campanhas de moda e seriados de tvs pelo mundo afora. Celebridades de Hollywood tentam surfar e participam de campeonatos em ilhas paradisíacas ciceroneados por Kelly Slater. Na internet sites dos mais diversos gostos tem transmissão ao vivo de lugares inóspitos como Fiji ou Escócia. O Brasil segue a tendência e tenta empatar em linhas tortas o tão aclamado “the best year of surfing history”. Todos da geração 90 em diante vibram e movimentam gigabytes de informações sobre o esporte dos reis e suas incríveis aventuras. Isso tudo é novidade?É. Mas tem gente que prefere reviver o passado.

Em todos os esportes existe a tão famosa “old school”. Veteranos “malas” que já estão velhos demais para dropar Teahupoo ou remar incessantemente em Snapper Rocks. No país do futebol existe um grupo de sessentões que não conseguem apreciar o gosto de redbull na cerveja. Brotoejas midiaticas, eles ocupam cargos que consideram de prestigio na mídia (nem todos...) para produzir um conteúdo ultrapassado como professores chatos de história do primário. Mickey Dora para cá, Simon Anderson para lá, meus anos 80 no Hawaii, minha primeira onda em Uluwatu. Quem quer saber de pranchas tocos, biquilhas a 30km por hora ouvindo Jimmy Hendrix e Jonh Coltrane quando você pode ouvir Ben Harper , 2pac, Sepultura e até Rob Machado tocando enquanto assiste surfistas do calibre de Jamie Obrien, Bruce Irons e Adriano Mineirinho destroçando ondas de algum lugar nunca antes visto com qualidade de 24 quadros por segundo?

È difícil para nova geração ler, assistir e agüentar tanta história de um período que não vivemos e que não parece nem um pouco com as novas pranchas de epoxy que aterrisam no novo avião da Billabong em algum lugar de Papua Nova Guiné. Estava outro dia surfando com um amigo em um dia de ondas grandes no litoral do RJ quando um série grande entrou. Exclamamos simultaneamente:
- Sem jet-ski nessas ondas não tem graça!

A revolução industrial, o domínio das maquinas é agora. Jet Skis, câmeras de foto de 270º graus, repelente de tubarões. O século 21 é o presente, o tempo que devemos comentar, julgar, criticar e idolatrar. O que passou está muito bem empoeirado, digo catalogado e damos os parabéns para tanto esforço que resultou em milhões de dólares para nossa geração:
- Podia ser bem melhor, o crowd está pior, está faltando investimento em categoria de base!Tudo isso deve ser argumentado por algum “old school” quando colocarem os olhos nessa coluna.

O surfe só pode crescer se todos nós trabalharmos juntos e acreditarmos que o nosso tempo é o melhor para ser surfista, trabalhar com o esporte ou ser apenas surfistas de final de semana. Criticas ao tempo de hoje são infudadas. Os ‘masters’ sabem muito, tem alguns que até dublam bons surfistas quando o mar sobe, porém infelizmente vocês nasceram na época errada!Exaltem a nova geração, pois com certeza seu filho ainda vai pedir para comprar o cd do Jack Johnson e a fish especial para aéreos em marolas assinados por Ozzie Wright. Não sabe quem é Ozzie Wright? Você é
‘old school’, sorry!

quarta-feira, maio 10, 2006

Vergonha nacional



Bruce Irons mostrando como se honra os milhões de dollares de salário.












Todos brasileiros rodaram em Teahupoo.Bando de pregos deveriam perder os patrocinios e correr o Lanho Surf Pro.
Não teve um brasileiro que mostrou nem chance de avançar para o terceiro round do Men's Foster ASP World Tour, Billabong Pro, que acontece no pico de Teahupoo,no Tahiti.Com performances ridiculas, os canarinhos foram caíndo um a um. Paulo MOura chegou no apice da mediocridade ficando NULO, o que significa 0.00 pts de média na bateria contra o rei do surf mundial Kelly Slater. O que o mestre pensa quando ve que seu adversário de terceiro mundo não pegou ondas?EU não sei.Dá pena.


Algume sabe como copiar e colar um texto no blogger?O meu nao aceita.

quinta-feira, maio 04, 2006

Quanto vale o show?

CAdeiras (cat 1)na arquibancada em Berlim para ver o jogo da Final da Copa do mundo $6750! Categorias 2 e 3 (seja la o q isso signifique) já estão esgotados!

X

Area VIP do Billabong Pro $3000!

quarta-feira, maio 03, 2006



Documentary Film About Surfing and Survival
In FAVELA BREAKS (currently in pre-production) we follow Michael and his group of teenage surfing friends around Morro do Cantagalo, one of Rio's 700 shantytowns and stronghold of ubiquitous drug gang Comando Vermelho (Red Command). We go surfing together. We join them at Rio's frenetic funk balls inside the slums. And we even dodge a few bullets along the way.

Many of Michael's friends have succumbed to the temptations of joining the drug trade. Tuta is one such kid - he's chosen a gun over a surfboard. His new life as a drug lord is a far cry from the days when he used to ride the pointbreak waves of Arpoador Beach. Though he still gets in the water, the police and rival gangs keep him busy most of the time.

According to Michael, Tuta's days are probably numbered. He's seen it all before. Since 1987 an astounding 4,000 children have been killed in Rio's drugs war. Many kids die before they're old enough to finish school or even buy beer.

Will the rest of the gang make it?
Welcome to FAVELA BREAKS.



terça-feira, maio 02, 2006

Mexico libera consumo de drogas, clique aqui