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segunda-feira, março 29, 2004


to na fita la no site do minduim!

sexta-feira, março 26, 2004

Nos bastidores de uma entrevista de trabalho (aliás quem souber de algum emprego dando sopa por aí...)encontro amiga de velha data, a playboy girl do mês, Dani Bananinha:
(esqueci de como cola photo-alguem me lembre!)
RECOMENDA-SE LEITURA FOLHEANO A REVISTA:


Vitor: Oi Dani, quanto tempo, como vai?
Dani:Oi Vi, tudo bem, graças a Deus!E vc que fazes por estas bandas?
Vitor:Voltei da austrália há pouco e procuro emprego.
Dani:Surfando muito?
Vitor:Sempre, se não eu morro.
Dani: Que bom , dá pra ver.
Vitor: Que isso...-timidamente. VC eu não preciso nem falar, é conhecimento nacional.
Dani: Vc gostou?Se insinuando de roupa de trabalho(bikini!)
Vitor: Ficou linda, adorei.Se eu te falasse...Olhando a peça de baixo acima.
Dani: O quê, conta? colocando a mão no ombro meu.
Vitor: E pensar que tem gente que vê ao vivo.
Dani: Porque até parece que vc gostaria?recuando e sentando no sofá onde se via a cor branquinha de sua micro calçinha.
Vitor: Muito.sentando do lado da moça que se derrete por dentro
Dani:Mas vai custar caro?
Vitor:Imagino tudo que é bom tem um preço.Além de tudo a firma aqui é menor que a playboy né?
Dani: Eu sei mas o corpinho é o mesmo- Chegando junto e me beijando loucamente
Vitor :Eu sei mas o prazer aqui será muito maior.Aos beijos e chupadas com a mão na parte interna da coxa da amiga.
Dani: Então a gente faz um descontinho.


Escreva o final do papo no coments.

“Só não vale "aí vc caiu da cama, ou coisa do gênero.”

quarta-feira, março 24, 2004

Baba ovo search

Devido a presença do Steven Spielberg dos videos de surf no Rio, estes dois dias que passaram revelou qu a comunidade carioca do esporte tem um faro incrivel para detectar cheior de gringo na área.Depois do show vip de Donavan na BArra, hoje eles surfaram em Sao Conrado mas depois de um minuto o crowd de pregos com sindrome de "Darlene" apareceram com esperanças de serem estrelas de um filme sem papéis para brasileiros.

Pensando nisso escrevi um rápido pensamento sobre as histórias que os surfistas contam.

Surfar uma onda é a coisa mais real do mundo

Tente achar algo mais real? Há poucos momentos na vida que você tem que estar mais ligado, envolvido... presente. Pare por um segundo e seu futuro será desastroso num piscar de olhos. Surfar uma onda é uma arte e não dá tempo de bobear.


Na teoria, o surfe é baseado em fatos concretos: os movimentos coordenados do surfista, a medida precisa de cada prancha, a forma da bancada de coral, forca e direção do vento. Tudo isso existe, não é fruto da nossa imaginação. Entretanto ainda há vários fatores relacionados ao surfe que não poderíamos dizer o mesmo: as mirabolantes histórias de trips incríveis as quais os fatos nem sempre batem com o a verdadeira versão, a famosa “sabedoria” adquirida após tantos anos em contato com o mar. Esse é a verdadeira fonte de inspiração para tantas historias não tão “reais” quanto parecem.


Hoje em dia a gíria popular é o famoso “K.ô”. Existem duas palavras chaves: o quase e o se. “Se o vento virasse... quase saí daquele tubo” e por aí vai. As lendas de surfistas ainda não se consagraram como as dos nossos amigos pescadores mas em compensação no quesito imaginação não estamos muito longe. Mitos vivem na memória daquelas histórias maravilhosas que só os surfistas sabem contar e só outra espécime consegue captar. Histórias que ao serem contadas são automaticamente imaginadas pelo ouvinte e projetadas como um sonho. Todas cativantes, longas e interessantes demais para não acreditar.


O mundo do surfe é cheio de mitos, mais do que qualquer outra atividade humana. Não se sabe ou certo quem começou, mas na minha opinião este costume veio da época hippie, a qual emoção e o verdadeiro espírito do surfe ainda existiam e valiam mais que qualquer coisa. Na real, o mito desafia o fato. Normalmente as grandes historias místicas evitam explicações factuais. E nem todas são tão legais quanto uma bela lorota surfistica. Quando mais novo eu costumava ouvir histórias de um surfista da época do Píer de Ipanema. Este grande surfista costumava contar fatos mirabolantes sobre suas viagens incríveis e sobre seu super amigos com apelidos hilários. Uma clássica era sobre uma exotica viagem ao sul há muito tempo atrás.
- “O flat predominava no Rio por mais de dois meses. Mas eu já acompanhava um bom swell no sul do Brasil mas que com certeza traria uma corrente forte e água muito fria.” - o surfista previu.
- “Eu e mais quatro amigos entramos no meu fusca, colocamos as pranchas dentro e dirigimos do RJ ate o sul do pais. Durante uma semana pegamos altas ondas e não tiramos a roupa de borrachas nem para dormir devido ao frio que reinava no lugar.”


Isso é uma coisa impossível de acontecer. Isto poderia até ser verdade pensando na maneira espetacular que ele contava suas aventuras. Mas este velho amigo e surfista criava em nós, grommets na época, dúvidas maiores que a nossa compreensão e espírito. Quem de nós duvidaria de tanta convicção? Assim ele nos preparou para vida de histórias do mundo surf como ninguém mais poderia.


A sociedade moderna sempre baseou-se em livros para obter a verdade. Mas nem sempre foi assim.O maior dos mitos do surf é sua própria criação ou descoberta. Os polinésios, supostamente os criadores/inventores/pioneiros do ato de deslizar sobre ondas não tinha linguagem escrita. Então acreditavam no poder da palavra oral e suas fábulas de grandes embarcações, temporais e swells gigantescos se desenrolaram com o tempo até que alguém as escreveu e o mito nasceu. Anos depois muitos já acreditam que surfistas adoram se torturar contando casos extraordinários sobre aquele mar clássico de ontem...Quem não já deu uma “aumentadinha” sobre aquele mar, ou aquele vaca que virou um quase aéreo com a mão na borda? Aquela viagem de barco que seu camarada não pode ir porque tinha que trabalhar. “Po tava melhor que G-land na temporada passada, mas a câmera não funcionou, eu juro!”.Se você não fizer, alguém o contará por você. Você estava lá, ficou a olhar aquele pico maravilhoso flat, mas reparou em cada detalhe para poder contar exatamente como era e fazer sua lenda soar verídica.


Pouca gente tem tempo de ler sobre a mitologia do surfe, ouvir surfistas mais experientes e suas histórias sensacionais. Alguns alegam que isso é coisa de prego, outros acham que é tudo pura lorota. Absurdo. Surfar engloba um entendimento entre a verdade e a mentira, o real e o mágico. Sem isso, o surfe seria apenas o ato de deslizar sobre as ondas.


quarta-feira, março 17, 2004

Hoje foi um dia muito lindo. Inspiração. Surf de 1,5m abrindo, agua quente,prancha zero e altas gringas topless na praia. Só queria dividir isso com vcs e dizer que a vida é uma só!!!!Não esqueçam, nao percam a juventude atrás de mesas de escritórios. Ha muita vida lá fora. So se vive uma vez e a juventude é a melhor hora de se aproveitar!

terça-feira, março 02, 2004

o recado foi dado. obrigado a todos. este site entrara em funcionamento assim que a fabrica de ideias tiver motivo para funcionar.

obrigado

a gerencia