Surfista pega prisão perpétua. Ajude a libertá-lo!
O surfista australiano Mark Scanlon, de 47 anos, está preso na República das Maldivas desde o dia 27 de julho de 2000, depois de ser flagrado com 57 gramas de óleo de cannabis (maconha). Nas Maldivas, posse acima de um grama de qualquer droga dá prisão perpétua.
Scanlon é local de Sydney e passou a maior parte de sua vida viajando pelo mundo atrás de ondas perfeitas. Mark chegou a naufragar nas Maldivas nos anos 70 e passou os últimos anos trabalhando com turismo na região. Sua história de surfista viajante foi, inclusive, publicada recentemente pela revista americana Surfer's Journal. Ele estava voltando da Índia para as Maldivas, quando sua bagagem foi revistada pelas autoridades e o óleo de cannabis encontrado, há 21 meses.
Assim que Mark foi preso, as condições do presídio no Atol de Maafushi 320 feet mais pareciam o "inferno na terra" e lembravam muito o filme "Expresso da Meia-Noite". Sua cela consistia em um espaço de cerca de 100 metros quadrados, dividido com mais 85 presos, incluindo assassinos, estupradores e revolucionários do Sri Lanka. Havia apenas três vasos sanitários e não era permitido aos presos sair nem para tomar sol. Também era proibido qualquer tipo de leitura (exceto o Alcorão), usar o telefone e enviar e receber cartas. Como refeição, apenas arroz boiando no curry. Nada de frutas, vegetais ou carne. No princípio, Mark podia ver a esposa apenas uma hora a cada mês - agora, é permitida uma visita mais longa uma vez por mês. Meses mais tarde, Mark foi transferido para outra cela mais habitável. Onde ele está atualmente, há um pátio para tomar sol, apenas mais quatro pessoas na cela, ventilador e colchões.
Segundo sua esposa, Andrews, "Mark está profundamente arrependido e admite que não pensou nas conseqüências de sua atitude e no efeito que ela teria sobre as pessoas que ama". Andrews tem trabalhado sem descanso para tentar levar o marido de volta para casa. "Foi um enorme erro e Mark está pagando muito caro por isso. Mas ele não tinha intenção de revender o óleo, o que pode ser constatado pela pequena quantidade que foi apreendida. Era apenas para uso pessoal", diz ela.
Andrews tem procurado inúmeros canais diplomáticos para libertar o esposo. O governo australiano pediu ao presidente das Maldivas a extradição de Mark, mas o pedido foi negado. Ela agora pede a todos que enviem cartas ao primeiro-ministro australiano, John Howard, solicitando esforços diplomáticos para conseguir a deportação de Mark para a Austrália.
Se você quiser ajudar, envie mensagens para o primeiro-ministro australiano (www.pm.gov.au/your_feedback/feedback.htm ). Se você não sabe inglês, há um modelo de mensagem. Clique aqui, copie e cole na mensagem.
Também visite o site criado para ajudar na libertação de Mark Scanlon (www.freemarkscanlon.com). Lá você poderá deixar sua mensagem para Mark e saber outras maneiras de ajudá-lo. Um irmão surfista está condenado à prisão perpétua por causa de 57 gramas de óleo de cannabis e você não vai fazer nada?
Shawn Shamlou
Carta em inglês
Subject: Mark Scanlon, an Australian Citizen Imprisoned in the Republic of the Maldives
Dear Prime Minister Mr. Howard,
I am writing to you to respectfully request that you and the Australian Government please take additional and firmer actions to have Mark Scanlon deported from the Maldives back to Australia.
I am not condoning what Mark has done. However I am concerned that the Life Sentence he received was unduly harsh. I generally agree with the concept of harsh penalties for people who deal in drugs, however, in Mark's case, clearly the amount of drugs that he had in his possession was an amount sufficient for personal use only. I understand that Mark has never been in trouble with the authorities in Australia or overseas for any drug or other offence. He has fully co-operated with Police and Authorities and has been a model prisoner. In short, he has to date accepted his punishment for a very foolish mistake. He had admitted that it was for his own personal use and he never intended to harm or influence anyone else.
As an Australian Citizen he deserves the Governments best persistent efforts to bring him home. This may be achieved by arranging him to be transferred back to an Australian Institution. Possibly a personal phone call from yourself to his Excellency Preisdent Gayoom may assist in facilitating this request.
Australia and the Maldives enjoy a friendly, cordial relationship. Australia, over the years, has offered assistance to the Maldives in the way of Financial Aid and Health, Environment and Educational programs.
I implore you as a humanitarian and a statesman with a reputation for fair play and assisting the underdog to take a direct interest in this case. With your personal involvement I am certain that Mark would be allowed to return to Australia and his family and friends.
I apologise for the use of a standard format but please do not see my lack of originality as a reflection of my sincerity concerning Mark and his plight.
I humbly request that you respond to this letter and let me know what actions are being taken to bring Mark home.
I would like to thank you in advance for your consideration of my request.
P.S=JA MANDEI A MINHA MESAGEM, VAMOS AJUDAR O CARINHA, PELO AMOR DE DEUS!
QUEM TEM BLOG, PUBLIQUE ESTA MENSAGEM, SE NAO MANDE PARA SUA LISTA DE EMAIL!