Já que a moda é falar do Free Jazz, mesmo que seja para dizer que não foi, vou falar também. Indico aqui a leitura do blog Lanho sobre o assunto. Mas o negócio é que o evento contou com a presença das melhores gatas do Rio. Estima-se que mais de 50 mil pessoas passaram pelo evento. O palco Cream, como o nome mesmo já disse foi o CREME. Ou melhor o puro CREME do milho. Única decepção ficou por conta do show do DJ Patife, ídolo, que tocou as 23:00 e ninguém viu nem ouviu. Mas ao contrário do showzinho comédia da Macy Gray, um lenga lenga danado, deprê, ninguém pega ninguém e zero frenesi, os comandantes de pick ups fizeram a alegria da galera. Jonh Carter deixou o palco ovacionado, o cara arrebentou e deixou Norman Cook (FatBoySlim para o povão) com uma difícil tarefa de fazer melhor. Mas o cara é foda e arrebentou.
Frenesi máximo.Todos devidamente embalados, dançaram até amanhecer no ritmo techno. As moças também compareceram e não fizeram por menos. Que eu saiba ninguém saiu de chibaba. Mas teve gente que não conseguiu beijar e dançar a mesmo tempo. Da elite do jornalismo a azaração do palco Cream, Ana Paula Padrão foi o destaque da noite. Na ala masculina, o thug máximo B Negão compareceu e meu cumprimento. A bonequice foi tanta que fiquei sabendo de gente que caiu no chão, apagou, teve caganeira e de manhã quis pular a grade do aeroporto da Infraero para entrar num avião e viajar para onde este estivesse indo. Sorte que a grade era alta demais. Isso que é viajem!
Galera frenética no Free Jazz

