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quinta-feira, 9 de julho de 2015

UM PAÍS QUE ODEIA OS SEUS CIDADÃOS

Por José Goulão no seu blog  Mundo Cão.

Há um país que odeia os seus cidadãos. Outros haverá, mas fixemo-nos neste que dá pelo nome de Portugal, se gaba de ser muito antigo, muito cheio de história, saudoso de tempos imperiais e que, em cima destas glórias, maltrata os seus cidadãos.
Quando se escreve país não se faz alusão a uma entidade abstracta, mítica, mas sim aos seus dirigentes que, através de gerações e sob diferentes rótulos políticos, têm como traço de união o ódio aos seus concidadãos.
A acusação é grave, mas os comportamentos em causa são-no ainda mais. Tal ódio ressalta de estudos sociológicos apresentados tempos atrás de tempos e que, merecendo as reservas que exige a inexactidão inerente às ciências humanas, têm a credibilidade de corresponder ao que cada cidadão, se tiver os sentidos despertos para a realidade envolvente, vai captando dia após dia.
Dizem as investigações mais recentes, cujos resultados foram divulgados apenas há meia dúzia de horas, que Portugal é o país com maior taxa de emigração entre os 28 da União Europeia, o país que demonstra menos apetência por livros e outras coisas da cultura, o país onde 20 por cento da sua força de trabalho tem um vínculo precário – isto é, um estado paredes meias com o trabalho escravo.

sábado, 7 de junho de 2014

Lá como cá...



...hoje como ontem!
Muitos pobres continuam a sobreviver nos caixotes do lixo.

Afinal, a Europa que nos prometeram solidária, prospera e amiga dos mais desprotegidos, apenas nos empurra contra o muro da solidão, da precariedade, do desalento, do desemprego e da miséria. Enquanto nos palácios, os agiotas e negociantes da alta finança se vão divertindo, com quem lhes vai coçando a micose e servindo o champagne em bandejas milionárias.