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segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Judiciária Investiga PSP



A detenção de um agente da Polícia de Segurança Pública pelo assalto a residência de um antigo chefe das Finanças na vila de Lousã levou suspeitas de ligações criminosas entre vários agentes da PSP de Coimbra. 

Segundo o Diário de Notícias, a Polícia Judiciária está, por isso, a investigar crimes semelhantes registados na Lousã e em Miranda do Corvo. 

A Polícia Judiciária está a investigar a possível ligação de outros agentes da PSP, designadamente do comando distrital de Coimbra, a assaltos a residências na Lousã. 

Sendo que, sublinha o jornal, oficialmente impera o silêncio absoluto. 

O caso que terá espoletado esta investigação ocorreu quando o agente da PSP, José Nogueira, foi detido pela GNR por suspeita de ser protagonista de um violento assalto à residência de um antigo chefe de Finanças da Lousã. 

Enquanto o individuo aguarda a colocação de uma pulseira electrónica, os investigadores da brigada de combate ao banditismo da PJ estão a analisar a possibilidade de existir por trás deste assalto um grupo criminoso formado por outros agentes. 

Segundo o DN, a Judiciária já interrogou, pelo menos, um polícia residente na Lousã e que tal como José Nogueira, está de baixa médica. Em causa podem estar suspeitas da prática de crimes de peculato.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

GNR Investiga Bombeiros




Dois bombeiros da corporação de Penedono, um de Vila Nova de Paiva, e os comandantes das corporações de Farejinhas e de Moimenta da Beira estão a ser investigados, pela GNR e pelo Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), por eventual uso indevido da técnica de contrafogo no combate a incêndios este Verão. 

A denúncia, conta o Jornal de Notícias, foi feita pelo presidente da Federação Distrital de Bombeiros de Viseu, frisando que estes operacionais “não são criminosos”. “O SEPNA tem identificado uma série de bombeiros do distrito de Viseu, que estão a ser perseguidos por causa do uso de contrafogo nos incêndios florestais”. 

A acusação é do presidente da Federação Distrital de Bombeiros de Viseu, Rebelo Marinho, que contesta a investigação, sustentado que “os bombeiros não são criminosos, [pelo que] é uma humilhação estarem sujeitos a interrogatórios e serem confrontados com fotografias tiradas dos incêndios, com o objectivo de serem conduzidos processos nos tribunais”. 

Sob investigação, estão dois bombeiros da corporação de Penedono, um de Vila Nova de Paiva, e os comandantes das corporações de Farejinha (Castro Daire) e de Moimenta da Beira. 

O chefe do SEPNA em Viseu, o tenente-coronel José Machado, esclareceu que uma das missões da entidade que dirige “é investigar as causas dos incêndios e procuramos todas, incluindo o uso do contrafogo, que temos de verificar se foi ou não autorizado”. 

Saliente-se que, esta técnica, que visa criar uma área queimada para travar o incêndio quando este chega ao local, pode ser aplicada por bombeiros e elementos dos serviços florestais desde que autorizados pela Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), o que caso não se verifique pode ser punível com um a oito anos de prisão. 

Contudo, Rebelo Marinho não acredita que a “ANPC, que nem sempre pode estar no terreno, faça melhor avaliação do uso do contrafogo do que os bombeiros que estão no teatro de operações”, por isso apelou à alteração da lei.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Universidade de Coimbra Faz Investigação Para Força Aérea dos EUA



Investigadores desenvolvem estudo sobre efeitos de nanopartículas de prata. 

Investigadores de Coimbra estão a desenvolver um estudo para a Força Aérea dos Estados Unidos (EUA) sobre o impacto da exposição a nanopartículas de prata na saúde humana, anunciou esta segunda-feira a Universidade de Coimbra. 

A investigação, que está a ser feita no Mitolab, "laboratório de referência internacional no estudo da mitocôndria", pretende avaliar se "a exposição continuada a nanopartículas de prata, muito utilizadas em equipamentos militares, é prejudicial à saúde humana", afirma a Universidade de Coimbra (UC), numa nota esta segunda-feira divulgada. 

Envolvendo uma equipa de sete investigadores da UC, liderada pelo catedrático Carlos Palmeira, o trabalho para o Departamento de Investigação Científica da Força Aérea Americana (US Air Force Office of Scientific Research) é financiado pelo European Office of Aerospace Research and Development (EOARD), "elo de ligação entre a comunidade científica e a Força Aérea, a nível mundial". 

Para analisarem a evolução do nível de toxicidade no interior das células, os investigadores recorreram a "um conjunto de modelos animais (ratos)", que foram expostos a "diferentes concentrações de nanopartículas de prata, durante dez semanas", adianta a UC. 

O contacto permanente dos animais com nanopartículas de prata "permite apurar se há bioacumulação e quais os seus efeitos junto das células de órgãos vitais do organismo como rins, coração, fígado e pulmões", refere Carlos Palmeira, sublinhando que a investigação visa "perceber quais as células afetadas (se há algum tipo de especificidade), e em que medida, por forma a estudar medidas profiláticas".