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Escrevo este primeiro post a partir do meu novo país de residência nos próximos anos, a Argélia. Mas graças às novas tecnologias, designadamente no domínio da televisão, é-me possível ter aqui todos os canais da TV Cabo. Isto, para dizer que, ao contrário do meu amigo PBH, assisti à final do programa Grandes Portugueses no Domingo na RTP 1.
Confesso que o resultado me surpreendeu, essencialmente pela ampla margem de vitória do ex-Presidente do Conselho. Dizia-se um pouco por todo lado que a votação estaria renhida entre o Prof. Oliveira Salazar e o Dr. Álvaro Cunhal.
Não lamento o resultado, nem faço deste concurso o que ele não é. Perguntou-se aos Portugueses quem é que eles achavam que tinha sido o maior Português de sempre, e eles (os que decidiram participar no programa), democraticamente votaram e expressaram a sua opinião. Quando se dá a palavra ao Povo, deve-se respeitá-la, sobretudo tentar percebê-la, e não criar fantasmas onde eles não existem.
Este concurso não foi um comício de políticos mortos ou ideias passadistas, como diz o PBH. Considero até que foi bastante interessante e confesso que até aprendi com alguns dos documentários que consegui ver. (já agora, os programas ainda podem ser vistos no site da RTP).
Mas dizer, como o fez Odete Santos, que o programa, ou o seu resultado é inconstitucional, pois faz a apologia do fascismo, é de uma estupidez sem medida, reveladora de um mau perder, e sobretudo da falta de respeito do PCP pela opinião dos votantes. Mas isso também não é de admirar, o comunismo nunca foi grande amante da liberdade de opinar, e onde governou, e infelizmente ainda governa, continua a silenciar os cidadãos e a perseguir aqueles que ousam discordar.
Quanto às razões deste resultado, elas foram bem expressas, na sua diversidade por Rosado Fernandes e por Paulo Portas. Subscrevo também, na íntegra o comentário do ASD feito no post anterior.
Já é tempo de em Portugal se começar a fazer uma leitura histórica e imparcial do que foi o Estado Novo, das suas virtudes e defeitos, dos seus aspectos positivos e negativos. Mas volvidos já mais de 30 anos sobre o 25 de Abril, ainda há liberdades que tardam em chegar… Mas só à Direita, porque à Esquerda essa liberdade é total, não só para fazer a apologia das suas ditaduras, como também silenciar as alheias…
Confesso que o resultado me surpreendeu, essencialmente pela ampla margem de vitória do ex-Presidente do Conselho. Dizia-se um pouco por todo lado que a votação estaria renhida entre o Prof. Oliveira Salazar e o Dr. Álvaro Cunhal.
Não lamento o resultado, nem faço deste concurso o que ele não é. Perguntou-se aos Portugueses quem é que eles achavam que tinha sido o maior Português de sempre, e eles (os que decidiram participar no programa), democraticamente votaram e expressaram a sua opinião. Quando se dá a palavra ao Povo, deve-se respeitá-la, sobretudo tentar percebê-la, e não criar fantasmas onde eles não existem.
Este concurso não foi um comício de políticos mortos ou ideias passadistas, como diz o PBH. Considero até que foi bastante interessante e confesso que até aprendi com alguns dos documentários que consegui ver. (já agora, os programas ainda podem ser vistos no site da RTP).
Mas dizer, como o fez Odete Santos, que o programa, ou o seu resultado é inconstitucional, pois faz a apologia do fascismo, é de uma estupidez sem medida, reveladora de um mau perder, e sobretudo da falta de respeito do PCP pela opinião dos votantes. Mas isso também não é de admirar, o comunismo nunca foi grande amante da liberdade de opinar, e onde governou, e infelizmente ainda governa, continua a silenciar os cidadãos e a perseguir aqueles que ousam discordar.
Quanto às razões deste resultado, elas foram bem expressas, na sua diversidade por Rosado Fernandes e por Paulo Portas. Subscrevo também, na íntegra o comentário do ASD feito no post anterior.
Já é tempo de em Portugal se começar a fazer uma leitura histórica e imparcial do que foi o Estado Novo, das suas virtudes e defeitos, dos seus aspectos positivos e negativos. Mas volvidos já mais de 30 anos sobre o 25 de Abril, ainda há liberdades que tardam em chegar… Mas só à Direita, porque à Esquerda essa liberdade é total, não só para fazer a apologia das suas ditaduras, como também silenciar as alheias…