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Casa Velha, o nosso restaurante preferido na Lousã




Gostamos de tascas, tasquinhas, restaurantes. Locais onde se coma bem. Não muito, mas bem. E que não sejamos embarretados. Não conta o tamanho da casa, mas as propostas de pratos e a nossa realização estomacal. O modo como somos atendidos também conta. No final, é importantíssimo não haver surpresas indesejadas. Escolhi falar deste porque merece, está dentro dos nossos critérios. Os pratos aqui, no Casa Velha, são todos muito bem confeccionados.
Um dia de férias, com um sol mais refreado, tínhamos saído de casa já tarde, com destino à Lousã, em busca de um talho novo, o Esporão. Queria apresentar-me à dona, Maria Olinda, conhecê-la pessoalmente. Coisas da Internet. Encontrar o talho não foi difícil. A dona é que não estava. Mas estavam o filho e a futura nora. Uma simpatia de casal. Mas isso é outra estória. Para não perdermos tudo, fomos almoçar ao Casa Velha. Gostamos deste espaço por ser rústico e de cor azul, pelo profissionalismo e pela simpatia. A ementa regional está recheada de sabores irresistíveis e à hora do almoço as sugestões do dia esgotam-se, se for a um Sábado então ... até porque a relação preço-qualidade parece-nos real. Saímos sempre com a sensação de não termos sido embarretados. É isso.
Degustei uns filetes de bacalhau fresco (pela 1ª vez) com arroz de berbigão, a correr, no ponto. Marido, é mais carne, escolheu uma carne de porco de serrabulho. Carne macia, poucos temperos. Não resisti e provei um pouco de pão encharcado em molho. Huuuum! O vinho, das Caves Messias, deixou-se escorregar. Sobremesas, já não havia a tigelada ... Cafés e ála para casa.

Recomendo a visita.