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"Se todos fizessem o que eu já fiz na selecção, Portugal já era campeão do mundo!”
O metano (ou Gás-dos-pântanos, Hidreto de metila) de densidade 0,722 g/dm³, portanto, mais leve que o oxigênio, tendendo sempre a subir rapidamente. Este é uma gás facilmente inflamável, incolor e contribui 21 vezes mais do que o dióxido de carbono para o efeito estufa.
O odor dos flatos provêm de pequenas quantidades de sulfeto de hidrogênio (gás sulfídrico) e enxofre e os mercaptanos livres na mistura. Quanto mais rica em enxofre for a dieta, mais desses gases vão ser produzidos pelas bactérias no intestino, fazendo portanto com que os gases cheirem mal ainda mais. O odor desagradável, porém, deriva de compostos do enxofre, como o gás sulfídrico.
Pratos como cebola, couve-flor e ovos são notórios por produzirem esses gases. As leguminosas, como o feijão ou grão, por exemplo, produzem grandes quantidades de gases, não necessariamente fétidos, isso se deve à presença de açúcares que os seres humanos não conseguem digerir. Quando esses açúcares chegam aos intestinos, as bactérias produzem uma enorme quantidade de gás. Outros produtores notórios de gases são milho, pimenta, repolho e leite.
Muitos pensam que as eructações, popularmente chamadas de "arroto" são os flatos sendo expelidos pela boca. Mas essa inferência é um conceito popular infundado, já que os gases que formam o flato são produzidos no intestino, e os da eructação, pelo estômago.
Na linguagem coloquial flatulência é muitas vezes referida, em baixo calão, como "pum", "peido", "traque", "bufa", "triscada", "vento", "farpa", "trovoada", "bomba", dentre outros.
Michel Eyquem de Montaigne (28 de Fevereiro de 1533, château de Montaigne, no Périgord - 13 de Setembro de 1592, no mesmo lugar), escritor e ensaista francês, considerado por muitos como o inventor do ensaio pessoal. Nas suas obras e, mais especificamente nos seus "Ensaios", analisou as instituições, as opiniões e os costumes, debruçando-se sobre os dogmas da sua época e tomando a generalidade da humanidade como objecto de estudo. É considerado um céptico e humanista.
Foi presidente da Câmara em Bordéus durante quatro anos. Depois, regressou ao seu castelo e continuou a corrigir e a escrever os Essais, tendo em vista o estilo parisiense de exposição doutrinária. Os seus Ensaios compreendem três volumes (três livros). Os seus Ensaios vieram a público em três versões: Os dois primeiros em 1580 e 1588. Na edição de 1588, aparece o terceiro volume. Em 1595, publica-se uma edição póstuma destes três livros com novos acrescentos.
Os Essais são um auto-retrato. O auto-retrato de um homem, mais do que o auto-retrato do filósofo. Montaigne apresenta-se-nos em toda a sua complexidade e variedade humanas. Procura também encontrar em si o que é singular. Mas ao fazer esse estudo de auto-observação acabou por observar também o Homem no seu todo. Por isso, não nos é de espantar que neles ocorram reflexões tanto sobre os temas mais clássicos e elevados ao lado de pensamentos sobre as ventosidades que o rabo produz. Montaigne é assim um livre pensador, é um pensador sobre o Humano, sobre as suas diversidades e características.
Se por um lado se interessa sobremaneira pela Antiguidade Clássica, esta não é totalmente passadista ou saudosista. O que lhe interessa nos autores antigos, especialmente os latinos mas também gregos, é encontrar máximas e reflexões que o ajudem na sua vida diária e na sua auto-descoberta. Montaigne tenta assim compreender-se, através da introspecção, e tenta assim compreender os Homens.
Montaigne não é um moralista nem um doutrinador. Mas não sendo moralista, não tendo um sistema de conduta, uma moral com princípios rígidos, é um pensador ético. Procura indagar o que está certo ou errado na conduta humana. Propõe-se mais estudar pelos seus ensaios certos assuntos do que dar respostas. No fundo, Montaigne está naquele grupo de pensadores que estão a perguntar em vez de responder e é na sua incerteza em dar respostas que surge um certo cepticismo em Montaigne. Como não está interessado em dar respostas apriorísticas tem uma certa reserva em relação a misticismos e crenças. É de notar um certo alheamento em relação ao Cristianismo e às lutas de religião que se viviam em França. As suas reflexões visam os clássicos e a sua própria contemporaneidade. Tanto fala de um episódio de Cipião como fala de algum acontecimento do seu século como fala de um qualquer seu episódio doméstico.
Registre-se que Michel foi tio pelo lado materno de Santa Joana de Lestonnac.
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E como não é todos os anos que se comemoram 30 Primaveras, há que assinalar este dia com uma pequena surpresa a uma leitora esporádica deste cantinho :)
Por isso: PARABÉNS CARLA!
Beijinhos grandes e um dia muito Feliz
P.S.: Como vês... também estás na net ;)
Queremos começar já no próximo mês de Abril, para que todas consigam arranjar um serão na agenda para esta belissima refeição / diversão!
Ainda não há data nem local, mas certamente conseguiremos algo que seja do agrado de todas.
Fico a aguardar as vossas inscrições e, se quiserem, sugestões!
Bora lá :)