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sexta-feira, fevereiro 21, 2020

A Beleza da Paternidade

Fico sempre emocionado quando vejo aquelas situações em que os filhos olham para os pais como se fossem as pessoas mais lindas e os seus super-heróis. Claramente não é o meu caso. Segundo o meu filho mais velho, o pai é um assaltante procurado pela polícia, e a mãe teve uma trombose. Segundo o meu filho mais novo, o pai é um cagalhoto cheio de grainhas e a mãe uma batata grelada. Enfim... a beleza da paternidade.



terça-feira, março 19, 2019

O Orgulho de Ser Pai

Há quem defenda que os dias disto e daquilo que valem muito pouco... que são meramente manobras de marketing e incentivo ao consumismo, etc. etc. etc. Eu acho que cada um tem direito a ver estes dias da perspetiva que melhor entender, mas eu pessoalmente gosto de ver o lado positivo da coisa, o copo meio cheio.

Este foi um Dia do Pai, como tantos outros Dias do Pai que já passaram. Nos outros dias, não deixo de ser pai nem de ter o meu pai, mas não é por isso que não posso aproveitar esta data para festejar de maneira um bocadinho diferente. De apreciar e de me entregar à indulgência de gozar o facto de ter um pai e de ter filhos (e ser consequentemente o pai deles). Foi isso que fiz.

O dia começou com um beijinho a cada um logo ao acordar (tal como começam e acabam todos os dias). A lembrança da praxe que vale pela alegria de quem a dá, sobretudo o mais velho que já vê as coisas à sua maneira. De seguida, e porque o mais pequeno é isso mesmo... pequeno, tinha na agenda participar numa atividade a dois na escola. Felizmente tive a oportunidade de participar, apesar do horário coincidente com o trabalho. A atividade consistia em ir observar todas as "obras de arte" que tinha preparado para mim, assim como uma canção dedicada à minha pessoa e cantada com uma vozinha nada menos que angelical. Quase uma hora e meia de brincadeira depois era tempo de ir trabalhar. A ameaça de uma lágrima vertida que consegui evitar com uma brincadeira qualquer no momento da despedida, e a promessa de que o Dia do Pai ainda teria continuação.


É impossível um dia correr mal depois de um começo destes. Afinal, quantas vezes temos a possibilidade de começar um dia de trabalho a brincar com os nossos filhos? Durante o dia tive a oportunidade de ligar ao meu próprio Pai, que tem sido e será uma referência para mim no que diz respeito ao desempenho desse papel (só posso esperar que os meus filhos sintam algum dia por mim a mesma admiração que eu sinto pelo meu). Um telefonema, um beijinho e a combinação do jantar "mais logo" para continuar a celebrar.

A chegada a casa e a calorosa e habitual receção dos pequenos, antes de seguir para o restaurante, onde se reuniria uma mesa cheia com uma família feliz. Era novamente tempo de celebração. Já no final do dia e depois das despedidas, tive a oportunidade de registar um "instantâneo" que me ficou gravado na mente e no coração, e que tenho a oportunidade de partilhar aqui. O registo de dois irmãos que partilham entre si o mesmo amor que é partilhado entre e com os pais. É impossível não ver.

domingo, novembro 23, 2014

62 no 22

Ontem foi dia de festa. O meu Pai fez 62 anos e tivemos a felicidade de uma vez mais nos conseguirmos juntar ao almoço e festejar a ocasião. Durante o almoço, por momentos divaguei a pensar no "retrato" que ali se apresentava. Pensei no caminho que todos percorremos nas nossas vidas até chegar ali. Pensei nas várias gerações de pessoas e "pessoínhas" presentes, e na felicidade que nos anos vindouros tal convívio nos poderá continuar a proporcionar. Sabe-me realmente bem estar com os meus e construirmo-nos continuamente uns aos outros - com todos os nossos defeitos e virtudes - através desse convívio. Gostava que fosse assim para sempre! Parabéns, Pai, por seres parte tão importante desta minha construção contínua. Obrigado!

quarta-feira, novembro 05, 2014

Cinco

Ontem o meu pequeno Alex deixou de ser tão pequeno como era. Fez 5 anos. Por muito pensador e filosófico que eu por vezes possa ser em relação à minha vida, à análise do que fiz até hoje e do que gostaria de fazer no futuro, efetivamente uma coisa não tem margem para dúvidas. Ele (Alex) e o Pedro. A existência de ambos. É algo que, depois de acontecer, se revela imprescindível. Se hoje alguém me pedir para idealizar uma vida hipotética, um cenário, em que nenhum deles exista ou existisse, não consigo. Simplesmente porque não consigo abdicar deles, daquilo que são (com base no meu - melhor ou pior - contributo) e representam para mim. Uma gargalhada, um sorriso, um carinho, uma demonstração de afeto ou dependência de nós é algo que não tem equiparação com absolutamente nada. E isto pode parecer egoísta e egocêntrico, e talvez até seja, mas efetivamente não há nada que se assemelhe a estas situações e ao que de bom representam para alguém como eu. O meu pequenino deixou de ser tão pequenino, mas aos meus olhos não. Parabéns, Alexandre. Amo-te muito. Pai.

terça-feira, novembro 04, 2014

Hoje

Hoje foi dia de pensar em mim. E como parte de pensar em mim inclui pensar nos outros, passei o dia com o Alexandre. Desde o início deste ano, marquei este dia de férias e apesar das exigências profissionais, não abdiquei dele. Festejei o aniversário do meu pequenino a 100%. Fui com ele ao Pavilhão do Conhecimento para brincar e vê-lo brincar... almocei com ele, em família... fui com ele ao Oceanário e assisti com prazer a "visita guiada" que fez aos avós que ainda não conheciam... fui com ele brincar... jantei novamente em família, agora mais alargada, e vi o carinho dele para com todos e de todos para com ele, sentindo um enorme prazer e orgulho de ser o seu pai. Hoje foi dia de pensar em mim, pensando mais nele. Porque ele sou eu.

sábado, outubro 04, 2014

Conversas de Pais

Uma das caraterísticas de ser pai é que, se por um lado perdemos a nossa vida social, por outro ganhamos a do(s) nosso(s) filho(s). Hoje foi dia de aniversário de um amigo... do meu filho, que por acaso é filho de um amigo meu, o que melhora a coisa, já que a festa não foi exclusiva para a criançada. Que o digam as várias minis que emborquei e os croquetes, rissóis e chamuças que enfardei durante a tarde e noite. Ainda assim, se neste caso a festarola até foi boa, há sempre alguns aspetos incontornáveis que vão contra a minha essência. São esses aspetos as conversas de papás e mamãs. Sinceramente, e por muito que goste de ser pai (e achar que sou razoavelmente proficiente nesse papel), aborreço-me de morte quando faço uma pergunta tão simples como o nome de uma criança, e fico a saber tudo sobre ela desde a quantidade de vezes que faz cócó por dia até ao número máximo/mínimo de horas que é capaz de dormir. Esta última irrita-me solenemente, já que sou pai de dois que pura e simplesmente acham que dormir é uma cena que não lhes assiste. Tendo em conta este ponto sensível, fico logo com vontade de fazer bonecos de vudu dos pais em questão e espetá-los com cavilhas, mal chego a casa. Eu até percebo que a coisa tem um efeito catártico para os que se queixam das maleitas que os apoquentam, e gabarolas dos que acham que os filhos são os melhores do mundo em tudo o que fazem (mesmo que o que fazem com a idade que têm se resuma a comer, dormir, defecar e urinar - o cócó tem várias cores e tonalidades possíveis que contam uma história sobre a criança. e a urina é prova que a bexiga funciona bem, assim como os restantes órgãos internos). O que incomoda é que esse efeito catártico/gabarolas dependa de terceiros que, ou por falta de vontade de debater o tema nos mesmos termos, ou por falta de paciência para aturar pessoas que só sabem viver através dos outros, simplesmente não estão para aí virados (exemplo: eu). Restou-me esperar que a resposta à minha questão sobre o nome da criança terminasse ao fim de uns 20 minutos de monólogo, para educadamente me retirar e ir buscar outra mini fresquinha, na esperança de esquecer o pouco que ouvi da conversa.

segunda-feira, setembro 29, 2014

Sono dos Justos

O Alexandre adormeceu há pouco. Fui deitá-lo, tarefa que realizo numa base diária, partilhada com a mãe ou os avós. Se quando o Alex era pequeno, esta me parecia uma tarefa que se revelaria dura no futuro (pensar em estar ali 10, 20 minutos ou o tempo que fosse preciso com ele, até que adormecesse), hoje em dia é algo por que anseio todos os dias, que aprendi a apreciar e que vejo como algo muito compensador. Outros pais que me leiam agora podem achar que eu sou maluco, sobretudo por deitar o meu filho e esperar que adormeça, numa base diária, há quase 5 anos. Mas se virem as coisas sob a minha perspetiva, podem acabar por me dar alguma razão. O porquê de considerar esta situação compensadora? Os fatores são tantos que nem sei ao certo por onde começar... Em primeiro lugar, o fato de o meu filho se sentir confiante e descansado por me ter a seu lado enquanto adormece, é uma demonstração do elo que une um filho a um pai de forma inexplicável. Depois, o fato de poder - até naqueles dias mais caóticos - passar alguns minutos 100% dedicado a ele, mesmo quando parece faltar tempo para tudo (quantos pais podem dizer ter estes momentos com os seus filhos todos os dias?). Poder contar-lhe uma história... falar com ele sobre como correu o seu dia... fazer-lhe cócegas... ouvi-lo a rir à gargalhada... abraçá-lo, ser abraçado por ele e ouvir a sua respiração tornar-se mais pesada enquanto adormece num sono profundo apenas digno dos anjos. E quando acorda a meio da noite porque sonhou com algo, apresso-me igualmente a ir ter com ele, para lhe restituir aquele mesmo conforto com que adormeceu... para que saiba que estarei sempre a seu lado... para que saiba que pode contar comigo, mesmo quando tudo parecer escuro à sua volta, mesmo quando julga estar só. Há cinco anos que deito o meu filho e vivo uma das melhores partes do meu dia nesse instante... nesses 10 ou 15 minutos. No dia em que o meu filho disser que não preciso de me deitar a seu lado até que adormeça... no dia em que o meu filho disser que já não é preciso contar-lhe uma história (de um livro ou inventada - são as melhores)... no dia em que o meu filho recusar o meu abraço ou não achar piada às minhas cocegas... vou sentir um misto de emoções. Vou sentir orgulho por estar a crescer... por estar a tornar-se um homem... por estar a seguir o seu caminho. Mas vou também sentir uma tristeza indescritível porque vou sentir que tiraram uma parte de mim. No entanto, vou deixar sempre claro que, tenha 5, 10, 20 ou 50 anos... quando a noite parecer mais escura e o quarto parecer mais vazio, bastará chamar-me para que eu esteja lá.

sábado, setembro 27, 2014

5 Meses Depois...

O Pedro é uma realidade. Está aqui. Veio modificar radicalmente a vida de outras tantas pessoas. Começando por mim, pela mãe e pelo irmão que apenas com 4 anos tanto gosta dele. 5 meses depois, aqui está ele, já com a sua forma de ser e estar... com a sua personalidade. Como é possível alguém com 5 meses ter uma personalidade tão marcada e forte? Não tem sido sempre fácil, como também não foi com o irmão. Mas tenho a certeza que o esforço dos momentos mais difíceis será igualmente compensador. 5 meses depois, depois da mãe, chegou a minha vez de estar com ele. E quando digo estar, digo ESTAR a 100%. Sem meios tempos nem distrações. Um mês inteiro completamente dedicado a este pequeno ser que tem um impacto tão grande e de tão variadas formas naquilo que é a nossa vida. Confesso-me rendido a ele, e acho que é a melhor forma de estar. Não tentar fazer outras coisas que requeiram a minha atenção, outras que não tomar conta dele. Umas vezes é mais difícil, mas outras é magnífico. Quando sai um sorriso ou uma gargalhada, o sentimento equivale a ver um dia radioso de sol abrir no meio de uma tempestade. E quanto mais sorrisos, olhares, toques se vão desenvolvendo e desenrolando a partir do seu pequeno corpo, em relação a nós, mais radiosos ainda se tornam os dias que temos o privilégio de passar com ele. Agora que chegou o Outono, espero ver começar o meu verão, nas próximas semanas. E sei também que é mais certa esta minha previsão do que as que o IPMA falha numa base diária...

quinta-feira, maio 08, 2014

Pai Outra Vez

Passados alguns dias do nascimento do meu segundo filho, chegou a altura de escrever algo sobre o assunto. É certo que não coloquei por aqui qualquer pré-aviso deste acontecimento, mas agora que aconteceu é o mais real possível. Uma nova pessoa existe, está aqui, vive comigo e faz parte de mim. Já nasceu com personalidade, tal como o irmão. E espero que a mantenha, tal como o irmão, com todo o trabalho e dedicação que isso significa, mas que vale a pena. Enquanto pai e pessoa, sinto que estou diferente. Curiosamente e apesar de me sentir mais cansado do que esperaria, sinto-me mais apto a levar a cabo esta tarefa, pela segunda vez. Na realidade a primeira e a segunda vez misturam-se, porque nenhuma das duas acabou nem tem fim. Até isso é bom. Numa situação de menos paciência com o Pedro (de 2 semanas) o Alexandre (de 4 anos) prontamente interviu em sua defesa com um "não achas que devias ter mais paciência com o Pedro?". É também o detentor da voz que mais chama a atenção do Pedro, talvez pelas horas a fio em que o tagarela conversou com a barriga da mãe. Da mesma forma, sente mais a minha falta, e ocasionalmente chama-me durante a noite para me deitar um pouco a seu lado (o que faço sempre sem hesitação). Também subtilmente, durante o dia, vai "requisitando" mais amiúde atenção (que tento sempre dar). Acho sinceramente que a balança está equilibrada para ele, e que tudo vai correr bem para ambos. São 1h30 da manhã, e depois de tentar adormecer o Pedro durante cerca de 2 horas (sem sucesso), chegou a hora de este mamar, o que fez. Não oiço ruídos vindos do quarto onde a mãe, com mais sucesso e jeito natural do que o que tenho, o adormeceu sem problemas. Após estas linhas, vou-me deitar a seu lado e esperar que em poucas horas a rotina recomece, para que esta semente já transformada em planta possa crescer para se tornar uma árvore frondosa. Boa noite a todos.

segunda-feira, março 18, 2013

Pai

Sei que hoje é véspera, mas apetece-me escrever agora sobre o meu Pai...

Pai, acontece-me frequentemente pensar em ti, naquilo que foste e tens sido ao longo destes meus 32 anos, durante os quais por cá tenho andado. Penso nos vários momentos importantes e marcantes ao longo da minha vida, e em simultâneo recordo breves momentos ou curtos instantes em que me fizeste sentir imensamente feliz. Sinto-me um felizardo por esse sentimento positivo ser uma constante quando faço este meu exercício voluntário ou involuntário de memória. Penso na quantidade de pessoas que não tem a mesma felicidade de poder recordar e interagir diariamente com o seu Pai da mesma forma que eu. Mas imagino que isso seja porque na realidade só têm um pai, enquanto que eu tenho um Pai. É diferente. Eu sei que tenho um Pai, não simplesmente porque me fizeste, mas porque fizeste de mim o que sou hoje. Eu sei que tenho um Pai, porque vejo nos teus olhos o orgulho e satisfação quando me dou bem, e o carinho, compreensão e compaixão quando me dou mal. Eu sei que tenho um Pai porque és capaz de me agarrar e elevar bem alto quando atinjo os meus objectivos, mas também porque és capaz de me puxar do fundo do buraco quando caio ao tentar alcançá-los. Eu sei que tenho um Pai porque quando nada nem ninguém mais me resta, simplesmente existes e estás no local e na hora onde eu preciso que estejas. Sei muito bem que nem tu nem eu somos perfeitos individualmente, mas como Pai e Filho, sinto que somos. Tu e eu temos as nossas idiossincrasias, as nossas pancadas, os nossos amuos, até mesmo alguns momentos em que não pensamos da mesma forma ou nem sequer no entendemos. No entanto, o entendimento verdadeiro é implícito, e não obriga a uma concordância. Porque concordamos em ser diferentes, em ser como somos, e em nos aceitarmos um ao outro assim mesmo. Quando tudo no mundo falhar, isto continuará a ser assim. Quando a harmonia parecer não existir, bastará um olhar entre nós parar nos percebermos e entendermos, e um alinhamento cósmico dar-nos-á de novo esperança e fôlego para prosseguir. Espero que confies em mim da mesma forma que eu confio em ti. Espero que contes comigo da mesma forma que eu conto contigo. Espero que gostes de mim da mesma forma que eu gosto de ti. Se assim for, saberei que independentemente de tudo o resto és feliz, porque a mim isso chega-me. Um beijo e um abraço muito apertado para ti, Pai. Espero ser para ti também um Filho, e não apenas um filho.

terça-feira, maio 22, 2012

A Última Conversa do Dia


Escrevo hoje porque ontem já não deu...

Depois de um dia que correu bem conforme decidi iria acontecer de manhã, eis senão quando a terminação foi do melhor. Deitar o meu filhote... contar-lhe uma história... ele contar outra a mim, baseada num fim de semana bem passado... depois subitamente e já quase adormecido, o seguinte diálogo:

Ele: Pai, gosto muito de ti!
Eu: Eu também gosto muito de ti, filho.
...
Ele: Pai... o Alexandre e o Pai são muito amigos!
Eu: Pois somos, filho. Somos os melhores amigos.
...
Ele: Pai, és muito lindo!
Eu: Tu é que és, filho. Tu é que és muito lindo.
...
Ele: Tu és mais!

terça-feira, março 20, 2012

Um Dia para Parar e Apreciar...

Se há coisa que me faz sair da rotina e voltar aos bons hábitos (como o é o da escrita) é o meu filhote. E que melhor motivo que o dia do pai, em que me obriguei a fazer algo diferente. Sair cedo do trabalho, e ir passar uma hora a brincar com ele na escola, junto dos amigos, foi um bálsamo bem útil. Poucos dias somos recebidos por alguém com um sorriso de orelha a orelha, com um abraço forte e uma prenda feita com amor. Alguém com apenas 2 anos guardar segredo da surpresa que preparava há uns dias, e recitar um pequeno poema que memorizou de propósito para mim, deixa-me no mínimo de boca aberta... Então, quando cheguei, foi mais ou menos assim:

"Trago a mãe no coração,
e o pai no bolso.
O bolso rasgou-se,
o pai caiu ao chão!
Peguei nele com jeitinho,
e guardei-o no coração!"

Para alguns pode até parecer ridículo, mas para mim é uma carta de amor. E já dizia Fernando Pessoa que as cartas de amor são ridículas, que só as pessoas ridículas não escrevem (nem gostam de receber).

Obrigado, Alex.

sexta-feira, março 19, 2010

O Meu Primeiro Dia do Pai

Foi no dia 15 de Outubro de 2009 que escrevi neste mesmo estaminé a expressão "está quase...", pensando no dia 19 de Março do ano seguinte. Eis que esse dia chegou, e é com muito gosto que o festejo pela primeira vez. É também com muito gosto que agradeço ao meu filho de 4 meses, a prenda que me deu hoje: um enorme sorriso antes de sair de casa. Obrigado Alexandre!