quarto
estou enfurnado novamente
entre a minha cadela sarnenta
e o edredom sufocado pelo olor
de nicotina da noite.
vou procurar outra posição
para deitar em outra posição
nos meus sonhos em outra posição
na região dos pesadelos em outra posição
dos desertos dos nadas de outras tantas posições
de dormir e dormir e dormir.
a vida não está satisfeita comigo
e eu insisto no silêncio tétrico
dos galhos quase secos da minha circulação
e insisto em sorrir em fotos de família
e em beijos que não são dados com a boca.
eu insisto em coisas natimortas:
tenho a certeza de que nada
sobreviveria entre os meus braços.
.
Blues Curitibano
sábado, julho 29, 2006
quarta-feira, julho 26, 2006
resultado do encontro de ontem na casa do Polaco da Barreirinha, Antonio Thadeu Wojciechowski:
as melhores idéias tive mijando
cagando ou andando
necessidades fisiológicas
são descarga pro tutano
o mijo bate na água
e a água bate na bunda
você sabe quando
Antonio Thadeu Wojciechowski, Alexandre França, Luiz F. Leprevost
70 VIVER MELHOR
solte o animal, bicho
não sufoque a fera
que vive em você
ela é uma brasa, mora
de aluguel alternativo
não sou do tempo do onça
cutuco com vara curta a nova era
não sou da galera do arena e nem do PMDB
sou do LSD
as mina livre não são puta
Sócrates levou a vida
tomando cicuta
Antonio Thadeu Wojciechowski, Alexandre França, Luiz F. Leprevost
tenho um coração tão frio
a tristeza é uma alegria
sorte dela soltar lágrimas
em toda dor que resistia
será que minha lágrima é hemorragia
sangue velho que fluía
nas veias da canção que nascia
da barriga de uma tristeza
aberta sem anestesia
Antonio Thadeu Wojciechowski, Alexandre França, Luiz F. Leprevost
EVANGELHO PUNK
meu amor, daqui pra frente
tudo vai ser para sempre
o passado acaba de repente
e o futuro não existe simplesmente
não, não, o futuro não existe simplesmente
não, não, o futuro não existe simplesmente
o presente vem de embrulho
tem que fazer um esforço hercúleo
pro ano não acabar em julho
e o resto do tempo eu ficar pagando os juros
não, não, desse jeito o futuro não existe
não, não, desse jeito o futuro não existe
viver é melhor que pagar
a minha cova não adianta hipotecar
na pança dos vermes pode vir me cobrar
Antonio Thadeu Wojciechowski, Alexandre França, Luiz F. Leprevost
COSTURA PRA FORA
meu reflexo está comprometido
quando te vi, você já estava intrometida
e tão metida
você costurava pra fora, meu amor
e as suturas de dentro
me deixaram em carne-viva
o médico tem seu diploma
mas deus, deus é que opera
antes de cair de coma
consulte a fila de espera
me espera, amor
fila de espera
consulte o tamanho da fila de espera
tinha um amigo nosso
que caiu de coma alcoólica de tanto beber de amor
aí entrou na fila do SUS
a gente não sabe se ele morreu de tanto esperar
ou se morreu de susto mesmo
só que é o seguinte, resolvemos não deixar barato
fomos prum boteco, enchemos os cornos de cachaça
e então compusemos esse blues-sambástico
pro nosso saudoso amigo João Otávio dos Santos
que a gente gostaria que estivesse agora
entre todos seus familiares
isto é, entre todos os Santos
me espera amor
fila de espera
consulte o tamanho da fila de espera
Antonio Thadeu Wojciechowski, Alexandre França, Luiz F. Leprevost
segunda-feira, julho 24, 2006
CONVITE
Quando vocês esperavam um show do Black Maria ou do Relespública, uma peça pop do Felipe Hirsch, uma tarde de chorinho no Beto Batata com o Trio Quintina, uma madrugada poética com o pessoal da Quinta dos Infernos, um livro minimalista do Dalton Trevisan, uma tarde de autógrafos com o Dante e o Solda na Biblioteca Publica do Paraná, uma festa no Largo da Ordem com o folclórico Mundaréu, o novo cd do Grupo Fato, uma polêmica levantada pelo Ricardo Corona, a performance de poetas vanguardistas no Wonka, as estripulias do baixo do Glauco Solter, uma performance comandada pelo Otávio Camargo na Ybakatu, uma estréia do Luis Melo em longa-metragem carioca, um daqueles deliciosos pratos brasileiros do Jacobina, a discussão comunista do Walmor Marcelino, a abordagem na XV do Grupo Epopéia, um evento modernoso na Casa Hoffmann, aquela parceria tão esperada entre a Etel Frota e Waltel Branco, o beijo dos vocalistas do Denorex-80, o batidão do DJ Ilan, uma seleção de atores no ACT, um festival de bandas na Lapa, o sorriso do Batista de Pillar, a nova edição da Agenda Arte, os vocais do Alexandre Nero, uma comédia dirigida pelo Fiani, um bafafá do Maurício Vogue, uma palestra do Tezza sobre o Bakhtin na Universidade Federal, a milésima edição do Prêmio Saul Trumpete, o novíssimo investimento literário da Travessa dos Editores, eis que “com seu humor ótimo” eles surgem:
OS ICONOCLASTINHAS
5ª feira, dia 27 de julho, de 2006 (o ano do cão chupando manga), às 21 horas, no kappelle Pub (rua Saldanha Marinho, nº 670, centro — bem ali na boca do lixo. Fone 3233-4699, 9186-3527)
participações especiais dos ídolos dos Iconoclastinhas:
Poeta da Boca Maldida João Bosco Vidal
Profeta do Largo da Ordem PLÁ
Quando vocês esperavam um show do Black Maria ou do Relespública, uma peça pop do Felipe Hirsch, uma tarde de chorinho no Beto Batata com o Trio Quintina, uma madrugada poética com o pessoal da Quinta dos Infernos, um livro minimalista do Dalton Trevisan, uma tarde de autógrafos com o Dante e o Solda na Biblioteca Publica do Paraná, uma festa no Largo da Ordem com o folclórico Mundaréu, o novo cd do Grupo Fato, uma polêmica levantada pelo Ricardo Corona, a performance de poetas vanguardistas no Wonka, as estripulias do baixo do Glauco Solter, uma performance comandada pelo Otávio Camargo na Ybakatu, uma estréia do Luis Melo em longa-metragem carioca, um daqueles deliciosos pratos brasileiros do Jacobina, a discussão comunista do Walmor Marcelino, a abordagem na XV do Grupo Epopéia, um evento modernoso na Casa Hoffmann, aquela parceria tão esperada entre a Etel Frota e Waltel Branco, o beijo dos vocalistas do Denorex-80, o batidão do DJ Ilan, uma seleção de atores no ACT, um festival de bandas na Lapa, o sorriso do Batista de Pillar, a nova edição da Agenda Arte, os vocais do Alexandre Nero, uma comédia dirigida pelo Fiani, um bafafá do Maurício Vogue, uma palestra do Tezza sobre o Bakhtin na Universidade Federal, a milésima edição do Prêmio Saul Trumpete, o novíssimo investimento literário da Travessa dos Editores, eis que “com seu humor ótimo” eles surgem:
OS ICONOCLASTINHAS
5ª feira, dia 27 de julho, de 2006 (o ano do cão chupando manga), às 21 horas, no kappelle Pub (rua Saldanha Marinho, nº 670, centro — bem ali na boca do lixo. Fone 3233-4699, 9186-3527)
participações especiais dos ídolos dos Iconoclastinhas:
Poeta da Boca Maldida João Bosco Vidal
Profeta do Largo da Ordem PLÁ
domingo, julho 23, 2006
eutanásia
se
quando eu estiver nas últimas,
entregando de vez os pontos,
eu começar a dizer canalhices do tipo:
"a vida é uma dádiva divina"
"a felicidade sempre esteve ao meu lado"
"o amor salva o ser humano"
"solidão é uma palavra que não existe
no meu vocabulário"
é sinal que chegou a hora
de desligar todos os aparelhos.
se
quando eu estiver nas últimas,
entregando de vez os pontos,
eu começar a dizer canalhices do tipo:
"a vida é uma dádiva divina"
"a felicidade sempre esteve ao meu lado"
"o amor salva o ser humano"
"solidão é uma palavra que não existe
no meu vocabulário"
é sinal que chegou a hora
de desligar todos os aparelhos.
sábado, julho 22, 2006
"Os Iconoclastinhas", quinta-feira que vem no Kappele Pub
não marquem nada para quinta que vem: depois de milhares de cartas de fãs e organizações não governamentais, os iconoclastinhas decidiram dar uma colherinha de chá e fazer um show às 21:00 horas na saldanha marinho (uma rua super segura para se andar à noite com as crianças) no Kappele Pub...o número eu não sei, mas em breve saberei. Ah, sempre lembrando a imprensa: os iconoclastinhas não concedem entrevistas.
quarta-feira, julho 19, 2006
pelada sangrenta
agora mesmo
eu quero pisar naquela
cabeça
esmagá-la, só pra sentir o barulhinho
e experimentar o arroto sincero
que o ego faz em situações de emergência.
agora mesmo
eu quero chutar aquela
cabeça
colher espinhos na madrugada do meu medo
e enfeitar com sangue e cuspe
esta testa tão imponente.
agora mesmo
eu quero mastigar aquela
cabeça
e quero lamber todos os comentários
discussões, petis e revoltas
que sempre sobram
no prato de pedra
da inveja.
agora mesmo
eu quero pisar naquela
cabeça
esmagá-la, só pra sentir o barulhinho
e experimentar o arroto sincero
que o ego faz em situações de emergência.
agora mesmo
eu quero chutar aquela
cabeça
colher espinhos na madrugada do meu medo
e enfeitar com sangue e cuspe
esta testa tão imponente.
agora mesmo
eu quero mastigar aquela
cabeça
e quero lamber todos os comentários
discussões, petis e revoltas
que sempre sobram
no prato de pedra
da inveja.
terça-feira, julho 18, 2006
segunda-feira, julho 17, 2006
meu humor continua péssimo
o meu choro
ainda cai quebrando
como estes copos americanos
com restinhos nojentos despencando
aos montes pelas mesas sem calço.
o meu olhar
ainda é duro e manco
como estas ressacas morais
que vem com dor de cabeça
e um paracetamol há anos vencido
no fundo do armário de remédios.
o meu humor
continua péssimo
mas atualmente eu me divirto
com comentários do tipo "seu grosso"
com a inevitável vontade de ir ao banheiro
ou com a briga aos berros
entre os moradores de um prédio
numa reunião para decidir
quem será o próximo
imbecil do síndico.
o meu choro
ainda cai quebrando
como estes copos americanos
com restinhos nojentos despencando
aos montes pelas mesas sem calço.
o meu olhar
ainda é duro e manco
como estas ressacas morais
que vem com dor de cabeça
e um paracetamol há anos vencido
no fundo do armário de remédios.
o meu humor
continua péssimo
mas atualmente eu me divirto
com comentários do tipo "seu grosso"
com a inevitável vontade de ir ao banheiro
ou com a briga aos berros
entre os moradores de um prédio
numa reunião para decidir
quem será o próximo
imbecil do síndico.
domingo, julho 16, 2006
Porão Loquax com Leprevost
18/07 – Monólogos dos analgésicos que não fazem mais efeito – Luiz Felipe Leprevost &. Melina Mulazani. LuFe é ator e poeta, Melina é atriz e cantora (Mundaréu). Juntos, farão performances mesclando canto e fala, dando continuidade à pesquisa que Leprevost vem desenvolvendo no campo da poesia oral desde seu primeiro livro Fôlego. Luiz também dará uma "canja" de alguns trechos de sua peça de teatro Monólogos dos analgésicos que não fazem mais efeito (inédita). O espetáculo conta ainda com a participação do ator Marcelo Melo, do guitarrista Marcos Lírio e do poeta Alexandre França.
Serviço - Porão Loquax - Wonka Bar - Trajano Reis, 326 - 22h - couvert 1,99.
- IMPERDÍVEL!!
- IMPERDÍVEL!!
segunda-feira, julho 10, 2006
um ou dois meses
a cada um
ou dois meses
volto a visitar
uma foto sua e um poema
feito quando ainda
se acreditava no suicídio
da solidão pela tela
do computador
a cada ano
procuro no espelho
e nas vitrines das lojas
de departamento
o que realmente mudou
na minha cara de ingênuo
consumidor
de cidadão comum
que acredita no amor
a cada década
o meu quarto acumula
livros e mais livros
escritos por poetas
que acreditam no amor
de doze em doze horas
eu tento em minha cabeça
desmentir estas pessoas
que acreditam no amor
mas
a cada um
ou dois meses
eles acabam sempre
me convencendo
do contrário
a cada um
ou dois meses
volto a visitar
uma foto sua e um poema
feito quando ainda
se acreditava no suicídio
da solidão pela tela
do computador
a cada ano
procuro no espelho
e nas vitrines das lojas
de departamento
o que realmente mudou
na minha cara de ingênuo
consumidor
de cidadão comum
que acredita no amor
a cada década
o meu quarto acumula
livros e mais livros
escritos por poetas
que acreditam no amor
de doze em doze horas
eu tento em minha cabeça
desmentir estas pessoas
que acreditam no amor
mas
a cada um
ou dois meses
eles acabam sempre
me convencendo
do contrário
sábado, julho 08, 2006
Busca
e o meu amigo Cláudio Bettega lançou semana passada o livro Busca e já nas primeiras páginas nos mostra que tem ainda muita poesia pra dar:
Encontrei certa vez um verso
Todo esfarrapado e sujo
Disse-me não ter passado
E também estar perdido e sem futuro
Pediu-me encarecidamente
Que escrevesse um poema belo
E nele o colocasse
Formando aqui e ali um elo
Prontamente atendi o seu pedido
E dei-lhe vida poética
Aqui esta o poema
Mas não vou revelar o verso
Quem quiser que advinhe
Sem dar significado inverso
(Cláudio Bettega)
e o meu amigo Cláudio Bettega lançou semana passada o livro Busca e já nas primeiras páginas nos mostra que tem ainda muita poesia pra dar:
Encontrei certa vez um verso
Todo esfarrapado e sujo
Disse-me não ter passado
E também estar perdido e sem futuro
Pediu-me encarecidamente
Que escrevesse um poema belo
E nele o colocasse
Formando aqui e ali um elo
Prontamente atendi o seu pedido
E dei-lhe vida poética
Aqui esta o poema
Mas não vou revelar o verso
Quem quiser que advinhe
Sem dar significado inverso
(Cláudio Bettega)
quarta-feira, julho 05, 2006
...mas eis que
entro no blog da Luana Vignon (destaque da poesia da minha lista de links favoritos) e me deparo com esta agulhada na unha do pé:
Um a um eu vou tirando os cacos,
aprendi cedo a rimar as cicatrizes,
aprendi que o sangue nunca coagula na memória,
sei que na sola dos pés a dor é mais aguda.
Sempre entrei arrebentando as portas de emergência,
mijando no contrafluxo,
entrando com os sapatos encharcados de urina na sessão espírita.
A gente caminha sobre farpas.
A gente segue deixando nossos pedaços esparramados por aí,
dentro de xícaras vazias
e travesseiros.
(Luana Vignon)
É, minha gente: nem tudo está perdido.
entro no blog da Luana Vignon (destaque da poesia da minha lista de links favoritos) e me deparo com esta agulhada na unha do pé:
Um a um eu vou tirando os cacos,
aprendi cedo a rimar as cicatrizes,
aprendi que o sangue nunca coagula na memória,
sei que na sola dos pés a dor é mais aguda.
Sempre entrei arrebentando as portas de emergência,
mijando no contrafluxo,
entrando com os sapatos encharcados de urina na sessão espírita.
A gente caminha sobre farpas.
A gente segue deixando nossos pedaços esparramados por aí,
dentro de xícaras vazias
e travesseiros.
(Luana Vignon)
É, minha gente: nem tudo está perdido.
terça-feira, julho 04, 2006
então tá...
eis que recebo um e-mail contendo o seguinte poema da Jussara Salazar:
poema retirado a pedido da autora
_________________________________
assim...não tenho nada contra a tal Jussara Salazar, nem a conheço, mas cá entre nós: alguém entendeu alguma coisa neste poema? Não?! Ah, tá: então é por isto que a poesia aqui no Brasil é vista como algo chato e restrito ao meio acadêmico.
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